domingo, 24 de outubro de 2010

É lamentável, Marina, que você continui em cima do muro, "uma pena que Marina, a quem a história deu a oportunidade de ser a grande líder da causa ambiental no Brasil, preferindo a omissão pessoal. O líder, quando é mesmo líder de uma causa e não de um projeto pessoal, não se omite. Escolhe um campo e enfrenta as batalhas decisivas."

Líder não se omite. Escolhe um lado e luta

 
Lamentável a declaração da senadora Marina Silva de que não assume posição no segundo turno porque , nas suas palavras, “não acredita em voto de manada.”
Senadora, os eleitores, muito menos os seus, não são manada. Têm opinião própria. Mas quando se referenciam numa liderança, estabelecem com ela uma relação de confiança e troca.
Não me ocorreu que Marina pudesse considerar um “voto de manada” o crescimento de sua candidatura na reta final do primeiro turno. Se ela diz que a “onda verde” que fez crescer sua candidatura, como ela diz, “o voto democrático do cidadão que acreditou na sua plataforma, discurso, postura e trajetória”, deve achar que as pessoas a seguiram por serem livres para escolher, não porque sejam uma “manada”. Aliás, a propaganda de Marina foi recheada de declarações de voto de celebridades e pastores e nem por isso eles trataram os eleitores como “manada”. Ou trataram?
Portanto, embora tenha o direito de não declarar o voto, Marina não tem o direito de dizer que aqueles que recomendam o voto tratam o eleitor como manada.
Aliás, pessoas que, no mundo inteiro, se preocupam com a questão ecológica está muito mais associada a uma candidatura do campo popular que à velha direita que construiu um modelo mundial de devastação. Tanto que os líderes históriocos do movimento verde na Europa, manifestaram, em carta, seu que, em carta, declararam apoio a Dilma, como informa o Opera Mundi.
“A manutenção da esquerda no poder é a única possibilidade real de fazer avançar a causa ecológica no país”, diz a carta. “A vitória da direita representaria o triunfo do complexo agro-industrial e dos céticos em matéria de aquecimento global”, enfatiza o documento, ressaltando conquistas como o estatuto da floresta, “que começou a limitar a devastação na Amazônia e no Mato Grosso”, e a demarcação de terras indígenas, como Raposa Serra do Sol.
Os verdes europeus não se limitam apenas às questões ambientais, destacando também que no plano internacional, “os aspectos mais inovadores da política Sul-Sul de Lula (certamente pelo fato de seu apoio a Ahamdinejad), seriam condenados ao ostracismo com um realinhamento com os Estados Unidos”.
A carta dos verdes europeus faz um alerta sobre José Serra, a quem não consideram sequer um social democrata de centro. “Por trás dele, a direita brasileira vem mobilizando tudo o que há de pior em nossas sociedades: preconceitos sexistas, machistas e homofóbicos, junto com interesses econômicos os mais escusos e míopes. A direita sai do porão”, afirma a carta.
Os verdes elogiam Gilberto Gil, por conclamar o voto em Dilma “sem ambiguidade”, e manifestam compreensão pelo não posicionamento de Marina sob o argumento de que seria difícil um alinhamento imediato com quem ela entrou em conflito quando estava no governo. “Mas nossa experiência como força política e de oposição e governo na Europa nos permite afirmar a nossos companheiros brasileiros que, nas atuais circunstâncias do Brasil, a ancoragem na esquerda é a única possibilidade real de fazer avançar a causa ecológica.”
A carta é assinada por Dany Cohn Bendit (Alemanha), co-presidente do grupo de deputados do Partido Verde no Parlamento europeu; Monica Frassoni  (Itália), co-presidente do Partido Verde europeu; Philippe Lamberts (Bélgica), co-presidente do Partido Verde europeu , e os franceses Dominique Voynet, senadora, prefeita da Cidade de Montreuil e ex-Ministra do Meio Ambiente; Yves Cochet, deputado nacional e também ex-MInistro do Meio Ambiente; Noël Mamère, deputado Nacional e prefeito de Bègles; José Bové, deputado europeu; Alain Lipietz, dirigente dos Verdes e ex-deputado europeu; Jérôme Gleizes, dirigente da comissão internacional dos Verdes, e Yann Moulier Boutang, co-diretor da Revista Multitudes (Paris).
Uma pena que Marina, a quem a história deu a oportunidade de ser a grande líder da causa ambiental no Brasil, preferindo a omissão pessoal.  O líder, quando é mesmo líder de uma causa e não de um projeto pessoal, não se omite. Escolhe um campo e enfrenta as batalhas decisivas.

No http://www2.tijolaco.com/
http://pud.im/dz7

Voto em Dilma 13, independentemente de resultados de pesquisas que, cá entre nós, podem ser maquiadas para favorecer candidatos.

Uma eleição movida a pesquisas

 
Qualquer que seja o resultado que apresentem, acho que, após as eleições, o pensamento democrático deste país terá de refletir seriamente sobre o que está acontecendo com as pesquisas eleitorais.
Chegamos ao paradoxo de termos, praticamente, uma pesquisa diária.
Amanhã deve sair a pesquisa Vox Populi/IG, encerrada hoje (protocolo 37059/2010 no TSE); terça-feira, o Datafolha/Folha/Globo (37404/2010); quarta, a CNT/Sensus (37609/2010) ; quinta, o Ibope/Globo/Estadão(37517/2010 e e daí para sexta, de novo, o Datafolha (37721/2010 ) e o Ibope, na sexta (37596/2010). Isso sem contar a GPP/Indio, a que me referi anteriormente.
Cada pesquisa destas custa em torno de R$ 200 mil, exceto a Sensus, que sai por R$ 100 mil. Por aí você vê o volume de recursos que se movimenta nestes levantamentos de opinião. É jogo pesado, totalmente nas mãos da grande imprensa.
Não se trata de proibir ou censurar pesquisas, mas é estranho que, ao menos do que eu acompanho de noticiário, não me lembro de ver tantas pesquisas, com tanta frequência, em qualquer país democrático, nem mesmo os Estados Unidos.
A democracia brasilieira terá de encontrar meios de disciplinar e tornar mais transparentes as pesquisas eleitorais, sob pena de além de fazer com que o debate eleitoral se empobreça ao “subiu um, desceu dois pontos” das pesquisas de opinião.
Controladas, é claro, por um pequeno número de empresas e um número menor ainda de veículos de comunicação.

No http://www2.tijolaco.com/

"Enquanto o clima de beligerância entre petistas e tucanos cresce retórica e fisicamente, tevês, rádios, revistas, jornais e portais de internet simpáticos a Serra – assumidamente ou aparentemente – põem lenha na fogueira com uma chuva de acusações, insultos e zombarias contra um dos lados e com vitimização do outro." Eduardo Guimarães


Sete dias de fúria midiática – buscando um cadáver


Os últimos lances de uma corrida presidencial pautada pela fúria midiática continuaram surpreendendo. Ao contrário do que se pensava, a ofensiva teatral da bolinha de papel saíra pela culatra, apesar daquela que talvez tenha sido a maior farsa já encenada neste país em termos de apoio publicitário a supressão e/ou inversão dos fatos em prol de José Serra.
No oitavo dia da furiosa campanha da mídia para eleger o candidato tucano, vazaram dados das pesquisas diárias que o PT encomendara aos institutos Vox Populi e Ibope. Os trackings, cuja função não consiste em apurar números precisos, mas, sim, tendências e reações do eleitorado, revelaram que aumentara a distância entre Dilma Rousseff e o adversário.
Chegou-se ao sétimo dia de irracionalidade cívica, ao domingo anterior ao domingo da eleição presidencial mais disputada em mais de duas décadas, em situação de quase esgotamento das opções de factóides para reverter os rumos da disputa. Serra não reage.
O país é tensionado pela mídia. Colunistas de grandes jornais, revistas, tevês, rádios, portais de internet saíram a insultar e a provocar petistas com suas zombarias triunfalistas, mas só até surgirem os sinais de que o tiro da bolinha de papel de dois quilos que os tucanos disseram que petistas atiraram contra Serra em um comício, saiu pela culatra.
A fúria midiática, como previsto, ia aumentando.
Na noite de 23 de outubro, dois dos blogs políticos mais lidos no país, o de Luiz Carlos Azenha e o de Rodrigo Vianna, repórteres da Rede Record, saem do ar no navegador Firefox. Ao acessar os blogs de qualquer outro navegador, não havia problema. Mas ao acessar naquele navegador específico surgia uma falsa mensagem de que aquelas páginas estavam “infectadas”.
Ao fim da tarde do oitavo dia de fúria, portais de internet informavam que houvera novo risco de confronto entre militantes do PSDB e do PT na cidade paulista de Diadema. Novamente, uma tropa tucana fora a um reduto petista fazer provocações enquanto a mídia serrista buscava vender que quem estava na frente é que tentava melar o jogo eleitoral.
Entendendo a estratégia do PSDB e da mídia, os militantes petistas em Diadema abriram caminho para que os tucanos marchassem através da manifestação adversária, e formaram um “cordão de isolamento” do avanço dos esbirros de Serra e dos seus figurantes contratados. Enquanto avançavam pelo meio dos petistas impassíveis, os tucanos proferiam insultos.
Ainda no sábado 23 de outubro, os mesmos portais de internet anunciavam que marchas petista e tucana poderiam se encontrar no Rio, em Copacabana, mas que os petistas, novamente, recuariam para não fazer o jogo dos adversários, cada vez mais dispostos a melar o jogo eleitoral por contarem com a mídia para inverter os fatos.
A marcha petista na cidade do Rio no sétimo dia de fúria midiática foi sabiamente adiada pelos organizadores para ocorrer depois da marcha tucana, convocada para o dia e a hora em que já se sabia que haveria a marcha dos adversários.
A análise mais detida do rumo das coisas sugere que só não foi tentado um tipo de factóide para chocar o eleitorado e induzi-lo a votar no candidato da direita midiática. Tentou-se de tudo contra Dilma. Escândalos sexual (ou homossexual), religioso, de corrupção, de prática de violência física, mas nada deu certo. Serra continua não reagindo eleitoralmente.
Enquanto o clima de beligerância entre petistas e tucanos cresce retórica e fisicamente, tevês, rádios, revistas, jornais e portais de internet simpáticos a Serra – assumidamente ou aparentemente – põem lenha na fogueira com uma chuva de acusações, insultos e zombarias contra um dos lados e com vitimização do outro.
A história ensina que campanhas para comover sociedades contra alguém ou alguma coisa muitas vezes apelaram a cadáveres, a crimes de sangue em que “não restassem dúvidas” sobre a autoria, ainda que processos legais requeiram tempo para condenar ou absolver sob convicção absoluta, impossível de ser formada em míseros sete dias de fúria midiática.

No http://www.blogcidadania.com.br/2010/10/sete-dias-de-furia-midiatica-%E2%80%93-buscando-um-cadaver/

PV europeu apoia Dilma

Verdes europeus declaram apoio à candidata Dilma Rousseff e fazem duras críticas à Serra

Membros dos Partidos Verdes de vários países Europeus, entre ele Daniel Cohn-Bendit (um dos principais líderes estudantis do maio de 68), publicaram uma carta de apoio à candidata do PT, Dilma Rousseff.

Eles pedem que os brasileiros não permitam que “o voto libertário em Marina Silva paradoxalmente se transforme em uma catástrofe para as mulheres, para os direitos humanos e para os direitos da natureza!”

A eleição de Dilma é a única forma de garantir que os projetos ambientalistas mundiais sejam postos em prática e que o Brasil continue avançando nas políticas de inclusão social.

“É impossível acreditar que a esperança suscitada pelos dois mandatos presidenciais de Lula acabe terminando no segundo turno com a eleição do candidato da direita”, aponta a carta.

Afirmam que a batalha do segundo no Brasil será bastante dura e diz que não se pode fechar os olhos para o “avanço da direita no maior País da América Latina”.

“José Serra não é um social democrata de centro. Por trás dele, a direita brasileira vem mobilizando tudo o que há de pior em nossas sociedades: preconceitos sexistas, machistas e homofóbicos, junto com interesses econômicos os mais escusos e míopes. A direita sai do porão”, avaliam os verdes franceses.

Na carta os verdes repudiam a campanha de baixarias promovida pela candidatura de José Serra:

"Dilma tem sido alvo de campanhas anônimas na internet que acusam de terrorismo e de bandidagem por ter participado na luta contra o regime militar, ela que foi por este motivo presa e barbaramente torturada...

... Contra as mulheres, as facções mais reacionárias das igrejas cristãs – incluindo aquela da mulher do candidato da direita [referindo-se à Mônica Serra] que declarou publicamente que Dilma quer assassinar criancinhas – acusam a candidata de ser favorável ao aborto, mesmo que esta questão não faça parte de seu programa de governo, tampouco do programa do Partido dos Trabalhadores".

Assinam o manifesto:

- Daniel Cohn Bendit (da Alemanha, presidente do grupo de deputados do Partido Verde no Parlamento europeu),;
- Jérôme Gleizes (francês, dirigente da comissão internacional dos Verdes);
- a italiana Monica Frassoni (co-presidente do Partido Verde europeu);
- Dominique Voynet (senadora francesa e refeita da Cidade de Montreuil, ex-Ministra do Meio Ambiente);
- Philippe Lamberts (belga co-presidente do Partido Verde europeu);
- Alain Lipietz (dirigente do PV francês e ex-deputado europeu);
(Do Último Segundo)
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Eu não voto em covarde! O que esperar de um homem que tem medo de uma simples bolinha de papel?

Serra fujão. Dilma não foge à luta!


Desde jovem, José Serra optou por cuidar dos interesses pessoais em detrimento dos interesses coletivos. Assim, abandonou todos aqueles homens e mulheres que aqui  no Brasil ficaram para enfrentar a ditadura e garantir a vitória da democracia e da justiça, expressões estas que não encontram lugar na biografia desse candidato.Na foto, o sorridente  candidato José Serra se diverte com amigos no Chile, enquanto aqui no Brasil, Dilma estava presa, por lutar pela democracia e justiça.

Dilma lutou pelo Brasil e pela democracia. Serra fugiu

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
- "Paz no futuro e glória no passado."
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!


Qual candidato merece seu voto; Aquele que luta por você e pelo seu país, ou aquele candidato que foge da luta e vai passear no exterior? Você vota em covarde?

No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Dê a vitória de Dilma de presente a Lula!

Aniversário de Lula terá mobilização pró-Dilma..Dê um presente ao Presidente Lula

24 de outubro de 2010

No próximo dia 27, o Presidente Lula completará 65 anos e o comando de campanha da petista organiza vários eventos para impulsionar a candidatura de Dilma, como bandeiraços e adesivaços

O tom mais emocional da reta final da campanha de Dilma Rousseff (PT) será dado com um ato festivo no dia 27, na comemoração de 65 anos do Presidente Lula e mesma data que, há oito anos, ele foi eleito Presidente da República. Para essa data a campanha da petista organiza o Dia nacional de mobilização para  a vitória de Dilma , com um bandeiraço e adesivaço em todo país.

A campanha Dê a vitória de Dilma de presente a Lula foi definida na reunião da Executiva Nacional do PT no inicio da semana passada e os principais coordenadores já vêm levando o mote às redes sociais.

Lula também já está integrado à mobilização e tem pedido a eleição de Dilma como presente de aniversário em todos os comícios do segundo turno. Em Goiânia semana passada, disse que, na verdade, o presente não seria para ele, mas para 190 milhões de brasileiros . Não me importo de ganhar presente atrasado. Eu quero que o Brasil me dê de presente Dilma presidente do Brasil no dia 31 de outubro , pediu Lula no comício de Teresina, na semana passada.

Na última sexta-feira, o ministro licenciado de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, replicou no Twitter a campanha Dia 27, dê um presente ao presidente Lula: conquista mais um voto para Dilma na rua . O presidente Lula está antenado com a campanha de Dilma. Certamente vai ter um ato simbólico dos dois juntos no dia do seu aniversário , disse o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP).

O coordenador nacional de mobilização da campanha de Dilma, Jorge Coelho, disse que o dia 27 legará a militância às ruas. Vai ser uma grande demonstração de mobilização da militância, vai ser um grande bandeiraço do Oiapoque ao Chuí, o dia inteiro, no Brasil inteiro, com panfletagem em fábricas, metrôs, adesivagem de carros. Além do aniversário de Lula, foi no dia 27 de 2002 que ele foi eleito presidente da República pela primeira vez , disse Jorge Coelho.

Eita que eles estão aperreados! Cuidado, isto está ficando perigoso: "Sem escrúpulos, sem limites na ambição e na ganância que envolvem traição a interesses dos brasileiros, jogam o jogo mais sujo de toda a história de eleições presidenciais no Brasil."!

Violência tucana se alastra pelo Brasil

24 de outubro de 2010

A Polícia Militar da Bahia, em Ilhéus, atacou um assentamento de pequenos produtores de cacau aos gritos de “chame Lula”, “chame Wagner”, numa típica ação de banditismo e dentro do cronograma de violência imposta pelos tucanos nessa reta final de campanha.

A estupidez teve todas as características de barbárie de bandidos fardados a exemplo do que acontecia na ditadura militar.

O fato já chegou ao conhecimento do governador da Bahia Jacques Wagner que determinou providências imediatas para apuração dos fatos e punição dos culpados, além de garantia de vida aos pequenos produtores de cacau em Ilhéus.

Há dias o deputado Antônio Carlos Magalhães Neto declarou a jornalistas que “é impossível ganhar as eleições na Bahia, apesar de todos os nossos esforços”. As declarações do deputado foram reproduzidas por quase todos os grandes jornais e refletiam o desespero de tucanos e DEMocratas diante da perspectiva de derrota contundente naquele estado.

O ataque da PM baiana ao assentamento em Ilhéus tenta criar um fato político passível de ser imputado às forças que apóiam a candidatura Dilma Roussef e assim diminuir a vantagem da candidata na Bahia.

Faz parte de uma onda generalizada de violência projetada e programada pela campanha do candidato José FHC Serra, que espera com isso gerar um clima de medo e pânico em setores da opinião pública, neutralizando a vantagem nacional de Dilma Roussef, registrada em todas as pesquisas de opinião pública, inclusive a de institutos vinculados aos grupos que apoiam José FHC Serra, o IBOPE e o DATA FOLHA.

Essa onda de violência se estende desde atos de boçalidade policial como o acontecido na Bahia a noticiário de fatos falsos (VEJA, GLOBO, FOLHA DE SÃO, REDE GLOBO, etc), no visível descontrole do candidato e seus partidários demonstrado no episódio da bolinha de papel no Rio de Janeiro.

Tentaram transformar um incidente de campanha num “ataque terrorista”, de proporções absurdas, levando a maior rede de tevê do País, a GLOBO, a editar e montar uma farsa, desmentida por suas principais concorrentes. E a bater o recorde negativo em todo o mundo no Twiter de “a GLOBO mente”.

Polícias militares são resquícios da antiga Guarda Nacional, desde tempos do Império e conservadas por governadores das antigas províncias, hoje estados. Com a estrutura que dispõem servem aos latifundiários, grandes empresários, sem falar na corrupção em níveis assombrosos que permeia esses corpos militares absolutamente anormais em qualquer democracia.

Polícia é uma instituição civil. Na Bahia mostra os anos de domínio do “carlismo”, grupo político do senador Antônio Carlos Magalhães, falecido no ano passado. Foram décadas de domínio político pelo medo, a demagogia e pela fraude.

A iminência da perda desse poder com a reeleição do governador Jacques Wagner e da contundente derrota de José FHC Serra leva grupos carlistas a incentivar esse tipo de barbárie.

Desde a reunião de FHC com investidores estrangeiros em Foz do Iguaçu, domingo, dia 17, onde além de uma palestra o ex-presidente definiu com mais de 150 desses investidores (captadores de recursos) a privatização de setores estratégicos da economia brasileira (PETROBRAS, BANCO DO BRASIL, ITAIPI e PREVIDÊNCIA), a campanha política tomou um rumo de violência física, verbal buscando criar medo e intimidar o eleitorado, no desespero de salvar os “negócios” que geraram bilhões a tucanos e DEM nos oito anos de FHC.

Nessa última semana, por exemplo, o jornal O GLOBO e todos os veículos do grupo da família Marinho, atribuíram a setores da campanha de Dilma Roussef a montagem de um dossiê contra o candidato tucano. A liberação do depoimento do jornalista Amaury Ribeiro Júnior, autor do dossiê (que pretende transformar em livro) e que mostra a corrupção dentro do ninho tucano e da família Serra, prova exatamente o contrário.

O dossiê foi montado a pedido de Andréa Neves, irmã de Aécio Neves, ex-governador de Minas, para ser usado diante dos ataques de José FHC Serra, através de seu grupo (no caso o jornalista Juca Kfhoury em nota em sua coluna), onde Aécio era acusado de ser usuário de drogas.

Na sem vergonhice que permeia a política de José FHC Serra, FHC, tucanos e DEM, Aécio e Serra hoje trocam beijos e abraços com Itamar Franco doido para entrar em cena. Um e outro como que imaginam poder vender Minas e os mineiros.

José FHC Serra acredita que pode comprar. Minas e os mineiros.

Há todo um conjunto de ações nesse sentido. Criar o medo, divulgar notícias falsas, tentar nessa última semana gerar pesquisas com números que possam favorecer José FHC Serra e é nesse contexto que o ataque de PMs baianos ao assentamento de pequenos produtores de cacau em Ilhéus acontece.

O controle tucano/DEM se estende para além de episódios como o da bolinha de papel, ou agora o ataque em Ilhéus, mas na procura de confrontos que possam favorecer o candidato.

Os “negócios” acordados entre FHC e investidores estrangeiros representam bilhões de dólares para os grupos envolvidos, além, evidente, da “comissão” a ser paga a tucanos e DEM, bem como na preservação de privilégios no contexto político, econômico e social do País.

Outra forma de terrorismo usada pelos tucanos é o ataque a sites e blogs independentes na rede mundial de computadores, evitando que as denúncias ocultadas pela mídia privada corrupta cheguem ao conhecimento dos eleitores. Como espaços como GOOGLE, YAHOO e outros mais são controlados por grupos norte-americanos (os jornais dos EUA anunciaram ano passado que a CIA comprou o GOOGLE), fica fácil impor formas de censura na internet.

A simples idéia de um País soberano, livre, dono do seu nariz, capaz de construir o seu futuro a partir de seu povo, gera pânico nesses setores, ávidos de transformar o Brasil em colônia de grupos econômicos que hoje controlam os EUA e fizeram daquele país um grande conglomerado terrorista.

A José FHC Serra e seu grupo interessa que o ministro das Relações Exteriores do Brasil caia de quatro no aeroporto de New York, tire os sapatos e submeta-se a uma revista vergonhosa. Como isso não acontece hoje usam de todos os métodos para chegar ao poder.

O que aconteceu em Ilhéus é mostra do que José FHC Serra pretende fazer ao Brasil e aos brasileiros. Impor a realidade de um Brasil com “Z”.

Sem escrúpulos, sem limites na ambição e na ganância que envolvem traição a interesses dos brasileiros, jogam o jogo mais sujo de toda a história de eleições presidenciais no Brasil.

O ataque a pequenos produtores rurais de cacau em Ilhéus na Bahia é uma pequena amostra do que vão fazer nessa última semana. As primeira informações sobre o ataque ao assentamento foram divulgados no twiter de Sérgio Bertoni que se encontra em Ilhéus.Laerte Braga

Abrir mão disso é covardia

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgIL5XNzTM3YEtcJEuEUHrWV8RMAwbJzNhze1-BF5f5GKIyj0pkcefD8nq1VAQuuyNA-iyT7lVtAKEuASvQzWm1VaBmrX_vUM8nN7X8igL9rFHm1s4tWrtgMjunNP3bA7DAQpqx_cDW8LE/s1600/colocando-na-balanca-2.jpg

Em oito anos de governo não dá pra curar o cancer do descaso político que corrói o Brasil desde o seu descobrimento.

O BRASIL TEM QUE MUDAR , MAS NÃO SERÁ COM SERRA E A IMPRENSA CORRUPTA BRASILEIRA , QUE SEMPRE ESCONDEU AS FALCATRUAS DA "ELITE"

O BRASIL PRECISA MELHORAR A EDUCAÇÃO FORMAL , DIZ O JORNAL "O GLOBO" , MAS O QUE ELE NÃO DIZ É QUE EM 8 ANOS SE FEZ MAIS DO QUE EM QUINHENTOS DE "ELITE".
APÓS QUINHENTOS ANOS DAS FORÇAS POPULARES NO GOVERNO , O BRASIL SERÁ OUTRO PAÍS , MELHOR DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E ESCOLARIDADE PARA TODOS.
É SÓ ESPERAR , COMO NÓS TIVEMOS QUE AGUENTAR ESSES QUINHENTOS ANOS DE APARTHEID BRASILEIRO.

Marina, só falta você.

O MUNDO ESTÁ COM DILMA

Partido Verde francês declara apoio a Dilma e diz que sua vitória é única forma de avançar debate ecológico no país

Membros do Partido Verde da França declararam nesta semana, através de uma carta, apoio à candidata a presidência da República do Brasil Dilma Rousseff. Deputados, senadores e dirigentes do partido afirmam que “a manutenção da esquerda no poder é a única possibilidade real de fazer avançar a causa ecológica no país".

O documento que enaltece a figura de Marina Silva, considerando-a peça fundamental para colocar questões ecológicas na pauta das eleições presidenciais, explicita a adesão à candidatura de Dilma:

“Desejamos, através deste manifesto, expressar nossa inquietação. Algumas personalidades como Gilberto Gil, mesmo afiliado ao Partido Verde, pedem votos à Dilma sem ambiguidade. E nós compartilhamos desta posição”.