segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Valeu, Prof. Eloy! Obrigada por confirmar o que nós há muito já sabíamos: o Sr. é um grande parceiro na luta pela valorização da mulher, porque também és um grande homem.


Não sinalizadas

As quase lágrimas de Dilma

Adriana Araújo concluiu a faculdade de Jornalismo pela PUC de Belo Horizonte no ano de 1993. Sua primeira experiência profissional foi como repórter de economia do jornal Diário do Comércio, em BH. Leia mais








Quatro meses atrás escrevi sobre o dia em que vi as lágrimas de um presidente. Era Lula chorando ao relembrar momentos marcantes dos oito anos de governo.

Ontem o Brasil inteiro testemunhou as quase lágrimas de Dilma Rousseff.

E ela quase chorou por Lula, agradeceu pela honra do apoio, pelo privilégio da convivência.

Definiu o presidente como um líder apaixonado pelo seu país e sua gente. E disse que baterá sempre à porta dele.

O choro ficou preso na garganta. Dilma parou o discurso, tomou água duas vezes para conseguir concluir o agradecimento a Lula.

A plateia aplaudia, gritava "Lula! Lula!" e parecia aguardar a apoteose de ver a mulher com fama de durona chorar em público. Ela não chorou, mas emocionou muita gente que estava ali, naquela sala superlotada.

E Dilma ontem certamente teve razão pra chorar. Não somente por Lula, mas por ela mesma.
O feito é inédito. Pela primeira vez temos uma presidenta. E com uma trajetória surpreendente. Na campanha muitos tentaram reduzi-la a quase nada.

Lembro-me agora da coluna de um jornalista que criticava Dilma por ela sempre ter ocupado cargos públicos por indicação política. Por nunca ter disputado nenhuma eleição, como se fosse uma aproveitadora das benesses do governo.

Uma mulher não escreveria isso. Um homem que conheça e respeite a trajetória de todas nós, mulheres, também não. Dilma vem de um tempo em que as mulheres deveriam ser boas donas de casa. No máximo, professoras.

Foi muito além disto. Sim, ela fez carreira na vida pública, indicada para cargos no sul do país acompanhando o marido Carlos Araújo. Mas, naquela época, mulheres nas urnas eram uma raridade. Vencedoras, então, quase inexistentes.

As mulheres ainda são minoria na política nacional. E as mulheres não consagraram Dilma. Ela recebeu mais votos dos homens.

Será por que ensinaram às mulheres que eles são mais "eficientes" do que nós? Ainda desconfiamos de nossa própria capacidade?

Dilma, a mulher que trocou o conforto e o aconchego da família de classe média alta para lutar para que todos nós pudéssemos votar, ontem viu 55 milhões de brasileiros votarem nela.

Começou falando das mulheres. E pediu às mães de meninas pra que olhassem para suas filhas nos olhos e dissessem a elas: "sim, nós podemos"! Farei isto quando retornar a São Paulo e reencontrar minha filha.

Dilma não será uma boa presidente apenas por ser mulher. É claro que não! Ela sabe disto. Dilma sabe também que cometeu um erro ao escolher Erenice Guerra como braço-direito. Não poderá errar mais.

E disse: "não haverá compromisso com o erro, o desvio e o mal feito".

Que ela cumpra o que prometeu. Que ela honre todos nós, mulheres e homens. E que ela chore quando quiser. Ontem, podia ter chorado pela grande guinada que deu.

Se posso arriscar um palpite, Dilma não chorou justamente por ser mulher.

Deve ter imaginado que chorar, logo no primeiro discurso depois de eleita, poderia ser um sinal de fraqueza.

Frágil ela já mostrou que não é.

Que belo exemplo para todos nós homens. Por isso confio na força da mulher e da nossa presidente que lutou contra tudo e contra todos. Contra uma campanha suja, caluniosa e mentirosa comandada por seu adversário; contra o preconceito, a discriminação e o machismo; contra as igrejas reacionárias dos sepulcros caiados; contra bispos subservientes às elites; até mesmo contra a tentativa de um estrangeiro papa cujo passado todos sabemos; mas principalmente contra uma mídia covarde que se esconde por tras do discurso da liberdade de imprensa que a mesma desrespeita todos os dias. Mas venceu, por sua força e coragem e pelo povo que, com sua fé, esperança de dias melhores e compromisso com este pais, foi sábio e mostrou que o nosso Brasil não admite mais a manipulação e o controle pois, somos antes de tudo, fortes. Parabéns em especial a nós paulafonsinos e nordestinos.

Prof Eloy Lago

Dilma, para ficar na história mundial!

Política
 

Brasil elege Dilma para ser “a mulher mais poderosa do mundo”

A foto acima não ilustrou a reportagem do jornal britânico Independent, que reproduzo abaixo, publicado antes do primeiro turno e traduzido pela Katarina Peixoto para a Carta Maior:
Hugh O’Shaughnessy – The Independent
A mulher mais poderosa do mundo começará a andar com as próprias pernas no próximo fim de semana. Forte e vigorosa aos 63 anos, essa ex-líder da resistência a uma ditadura militar (que a torturou) se prepara para conquistar o seu lugar como Presidente do Brasil.
Como chefe de estado, a Presidente Dilma Rousseff seria mais poderosa que a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel e que a Secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton: seu país enorme de 200 milhões de pessoas está comemorando seu novo tesouro petrolífero. A taxa de crescimento do Brasil, rivalizando com a China, é algo que a Europa e Washington podem apenas invejar.
Sua ampla vitória prevista para a próxima eleição presidencial será comemorada com encantamento por milhões. Marca a demolição final do “estado de segurança nacional”, um arranjo que os governos conservadores, nos EUA e na Europa já tomaram como seu melhor artifício para limitar a democracia e a reforma. Ele sustenta um status quo corrompido que mantém a imensa maioria na pobreza na América Latina, enquanto favorece seus amigos ricos.
A senhora Rousseff, filha de um imigrante búlgaro no Brasil e de sua esposa, professora primária, foi beneficiada por ser, de fato, a primeira ministra do imensamente popular Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ex-líder sindical. Mas com uma história de determinação e sucesso (que inclui ter se curado de um câncer linfático), essa companheira, mãe e avó será mulher por si mesma. As pesquisas mostram que ela construiu uma posição inexpugnável – de mais de 50%, comparado com menos de 30% – sobre o seu rival mais próximo, homem enfadonho de centro, chamado José Serra. Há pouca dúvida de que ela estará instalada no Palácio Presidencial Alvorada de Brasília, em janeiro.
Assim como o Presidente Jose Mujica do Uruguai, vizinho do Brasil, a senhora Rousseff não se constrange com um passado numa guerrilha urbana, que incluiu o combate a generais e um tempo na cadeia como prisioneira política.
Quando menina, na provinciana cidade de Belo Horizonte, ela diz que sonhava respectivamente em se tornar bailarina, bombeira e uma artista de trapézio. As freiras de sua escola levavam suas turmas para as áreas pobres para mostrá-las a grande desigualdade entre a minoria de classe média e a vasta maioria de pobres. Ela lembra que quando um menino pobre de olhos tristes chegou à porta da casa de sua família ela rasgou uma nota de dinheiro pela metade e dividiu com ele, sem saber que metade de uma nota não tinha valor.
Seu pai, Pedro, morreu quando ela tinha 14 anos, mas a essas alturas ele já tinha apresentado a Dilma os romances de Zola e Dostoiévski. Depois disso, ela e seus irmãos tiveram de batalhar duro com sua mãe para alcançar seus objetivos. Aos 16 anos ela estava na POLOP (Política Operária), um grupo organizado por fora do tradicional Partido Comunista Brasileiro que buscava trazer o socialismo para quem pouco sabia a seu respeito.
Os generais tomaram o poder em 1964 e instauraram um reino de terror para defender o que chamavam “segurança nacional”. Ela se juntou aos grupos radicais secretos que não viam nada de errado em pegar em armas para combater um regime militar ilegítimo. Além de agradarem aos ricos e esmagar sindicatos e classes baixas, os generais censuraram a imprensa, proibindo editores de deixarem espaços vazios nos jornais para mostrar onde as notícias tinham sido suprimidas.
A senhora Rousseff terminou na clandestina VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares). Nos anos 60 e 70, os membros dessas organizações sequestravam diplomatas estrangeiros para resgatar prisioneiros: um embaixador dos EUA foi trocado por uma dúzia de prisioneiros políticos; um embaixador alemão foi trocado por 40 militantes; um representante suíço, trocado por 70. Eles também balearam torturadores especialistas estrangeiros enviados para treinar os esquadrões da morte dos generais. Embora diga que nunca usou armas, ela chegou a ser capturada e torturada pela polícia secreta na equivalente brasileira de Abu Ghraib, o presídio Tiradentes, em São Paulo. Ela recebeu uma sentença de 25 meses por “subversão” e foi libertada depois de três anos. Hoje ela confessa abertamente ter “querido mudar o mundo”.
Em 1973 ela se mudou para o próspero estado do sul, o Rio Grande do Sul, onde seu segundo marido, um advogado, estava terminando de cumprir sua pena como prisioneiro político (seu primeiro casamento com um jovem militante de esquerda, Claudio Galeno, não sobreviveu às tensões de duas pessoas na correria, em cidades diferentes). Ela voltou à universidade, começou a trabalhar para o governo do estado em 1975, e teve uma filha, Paula.
Em 1986 ela foi nomeada secretária de finanças da cidade de Porto Alegre, a capital do estado, onde seus talentos políticos começaram a florescer. Os anos 1990 foram anos de bons ventos para ela. Em 1993 ela foi nomeada secretária de minas e energia do estado, e impulsionou amplamente o aumento da produção de energia, assegurando que o estado enfrentasse o racionamento de energia de que o resto do país padeceu.
Ela fez mil quilômetros de novas linhas de energia elétrica, novas barragens e estações de energia térmica construídas, enquanto persuadia os cidadãos a desligarem as luzes sempre que pudessem. Sua estrela política começou a brilhar muito. Mas em 1994, depois de 24 anos juntos, ela se separou do Senhor Araújo, aparentemente de maneira amigável. Ao mesmo tempo ela se voltou à vida acadêmica e política, mas sua tentativa de concluir o doutorado em ciências sociais fracassou em 1998.
Em 2000 ela adquiriu seu espaço com Lula e seu Partido dos Trabalhadores, que se volta sucessivamente para a combinação de crescimento econômico com o ataque à pobreza. Os dois se deram bem imediatamente e ela se tornou sua primeira ministra de energia em 2003. Dois anos depois ele a tornou chefe da casa civil e desde então passou a apostar nela para a sua sucessão. Ela estava ao lado de Lula quando o Brasil encontrou uma vasta camada de petróleo, ajudando o líder que muitos da mídia européia e estadunidense denunciaram uma década atrás como um militante da extrema esquerda a retirar 24 milhões de brasileiros da pobreza. Lula estava com ela em abril do ano passado quando foi diagnosticada com um câncer linfático, uma condição declarada sob controle há um ano. Denúncias recentes de irregularidades financeiras entre membros de sua equipe quando estava no governo não parecem ter abalado a popularidade da candidata.
A Senhora Rousseff provavelmente convidará o Presidente Mujica do Uruguai para sua posse no Ano Novo. O Presidente Evo Morales, da Bolívia, o Presidente Hugo Chávez, da Venezuela e o Presidente Lugo, do Paraguai – outros líderes bem sucedidos da América do Sul que, como ela, têm sofrido ataques de campanhas impiedosas de degradação na mídia ocidental – certamente também estarão lá. Será uma celebração da decência política – e do feminismo.
Tradução: Katarina Peixoto

No http://www.viomundo.com.br/politica/brasil-elege-dilma-para-ser-a-mulher-mais-poderosa-do-mundo.html

Ela é poderosa!

Dilma eleita: maioria para governar e mudar!

Tudo para seguir mudando

A presidente Dilma Rousseff e o presidente Lula construiram uma coalização política poderosa.

Maioria no Senado.

Maioria da Camara.

Maioria dos governadores.

Além de fazer o sucessor, Lula teceu, ponto por ponto, a aliança com o PMDB e os partidos da esquerda para formar esse conjunto político que pode mudar o Brasil significativamente.

Não só manter controle do pré-sal e da Petrobrás (a maior vitoria de Lula !).

Não só uma Ley de Medios e a democratização da informação.

Uma reforma tributária.

Uma reforma política.

Além de montar os mecanismos que aprofundem a educação dos mais pobres .

Dilma pode fazer o Brasil seguir mudando.

Sem o gerundio, pode fazer, sim,  uma mudança profunda.

Poucos presidente desfrutaram de uma coalização tão ampla.

É um patrimônio político respeitável.


Paulo Henrique Amorim, no http://www.conversaafiada.com.br/brasil/2010/10/31/dilma-eleita-maioria-para-governar-e-mudar/

Uma vez PIG... você esperava o que?

56 a 44: Dilma deu uma surra.
O PiG (*) vai esconder

Dilma estreou com uma goleada


Em 2002 e 2006, Lula derrotou os tucanos pelo mesmo placar: 61 a 39.

O PiG (*) e seus notáveis colonistas (**) jamais disseram que foi uma surra.

O único que disse isso foi o New York Times que considerou a vitória de Lula acachapante.

Agora Dilma, que jamais se candidatou a um cargo eletivo, deu outra surra: 56% a 44% com 12 milhões de votos de diferença.

José Serra manteve o padrão sórdido que empreendeu em sua sólida campanha.

No mundo inteiro, o candidato derrotado fala primeiro ao público e dá parabéns ao vitorioso.

Aqui no Brasil, José Serra, que até hoje não admite ter perdido a eleição de 2002, deu-se ao direito de falar depois de ouvir discurso da vencedora.

Uma vez calhorda, sempre calhorda.

Paulo Henrique Amorim

(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
(**) Não tem nada a ver com cólon. São os colonistas do PiG (*) que combatem na milícia para derrubar o presidente Lula. E assim se comportarão sempre que um presidente no Brasil, no mundo e na Galáxia tiver origem no trabalho e, não, no capital. O Mino Carta costuma dizer que o Brasil é o único lugar do mundo em que jornalista chama patrão de colega. É esse pessoal aí.

No http://www.conversaafiada.com.br/politica/2010/10/31/56-a-44-dilma-deu-uma-surra-o-pig-vai-esconder/

Eu já sabia!

Explode coração... na maior felicidade! É Dilma lá!

A esperança venceu o medo.
A confiança também venceu o medo.
A verdade venceu a mentira.
A decência venceu a baixaria.
A honestidade venceu a trapaça.
A blogosfera venceu o PIG.
Quem ganhou foi o Brasil e o povo brasileiro, porque com Dilma o governo iniciado com Lula terá sequência, em boas mãos.
Agora é hora de festejar.

No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Obrigada, meu Brasil brasileiro! A verdade venceu a mentira!

Dilma constrói vitória no Nordeste, e Serra não consegue virada em MG

A vitória de Dilma Rousseff (PT) sobre José Serra (PSDB) no segundo turno foi calcada numa maioria acachapante no Nordeste e em sólida votação obtida em Minas Gerais, segundo colégio eleitoral do país.

Dilma derrotou José Serra em todos os Estados do Nordeste e teve 10,7 milhões de votos a mais do que seu adversário na região (com 99,9% das urnas apuradas). A vantagem de Dilma no país foi de 12 milhões de votos.

No Nordeste, Dilma conquistou 70% dos votos, ante 30% de Serra.

Nos três maiores colégios nordestinos -Bahia (70,8%), Pernambuco (75,6%) e Ceará (77,3%)- ela obteve vitória com mais de 70% dos votos válidos.

Mesmo nas duas "ilhas" da oposição na região, Alagoas e Rio Grande do Norte, Dilma conseguiu bater Serra.

A esperança dos tucanos para virar o jogo era um avanço significativo em Minas Gerais, reduto do correligionário Aécio Neves.

Dilma, entretanto, conseguiu equilibrar o cenário, saltando de 46,9% dos votos válidos no 1º turno para 58,5%. Serra passou de 30,8% para 41,5%. O mesmo ocorreu no Rio, onde ela levou vantagem de 1,7 milhão de votos.

Esse desempenho minimizou o impacto de viradas de Serra em alguns Estados (RS, GO e ES) onde perdera no primeiro turno.

Em São Paulo, o terreno com a maior densidade eleitoral do Brasil, o tucano também não conseguiu ampliar de forma expressiva sua vantagem: subiu de 40,3% para 54%. A Dilma cresceu de 38,1% para 46%.

No total, a petista superou o rival no Sudeste por 1,6 milhão de votos.

A disputa foi apertada nas demais regiões, embora a maior vitória proporcional de Dilma tenha ocorrido no Norte do país, com 80% dos votos válidos no Amazonas.

No placar geral região da Norte, a petista teve 1 milhão de votos a mais que o tucano.

No Sul, Serra venceu com 1,2 milhão de eleitores de vantagem. Ele também levou a melhor no Centro-Oeste, com 130 mil votos a mais que a oponente eleita.

1º de janeiro de 2011 cairá num sábado. Dilma Rousseff receberá do presidente Lula a faixa presidencial, desfilará em carro aberto, subirá a rampa do Palácio do Planalto e falará à nação de 190 milhões de almas.
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/ 

Dilma Rousseff , a mulher mais poderosa do mundo! Ela não é fofa!

Cavaco Silva felicita Dilma Rousseff
Por Redacção

O Presidente da República enviou, este domingo, uma mensagem de felicitações a Dilma Rousseff. A até agora candidata do Partido Trabalhista ao Palácio da Alvorada conseguiu, à segunda volta, ser eleita a primeira mulher Presidente do Brasil.

«Tendo acabado de tomar conhecimento da vitória de Vossa Excelência nas eleições para a Presidência da República do Brasil, quero apresentar-lhe, em meu nome e em nome do Povo português, as mais calorosas felicitações e os desejos do maior sucesso no exercício das altas funções que o Povo brasileiro lhe confiou», escreveu.

«Estou certo que o mandato de Vossa Excelência constituirá uma renovada oportunidade de aprofundamento do nosso relacionamento e da nossa concertação estratégica. Pode, Vossa Excelência, contar com o meu firme empenho pessoal nesse sentido», acrescentou Cavaco Silva.

«Na expectativa de poder recebê-la brevemente em Portugal, reitero-lhe as minhas mais sinceras felicitações e peço-lhe que aceite os votos que formulo pela felicidade pessoal de Vossa Excelência e pela continuada prosperidade e progresso do Povo irmão brasileiro», concluiu, segundo a nota publicada no sítio online da Presidência. 
No http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=229250

A vitória da Dilma mundo afora

A eleição presidencial brasileira despertou o interesse não apenas da imprensa internacional mas de diversos líderes ao redor do mundo.O primeiro chefe de Estado a se manifestar após o resultado que consolidou a vitória da presidente Dilma Rousseff à Presidência foi Nicolas Sarkozy, o presidente da França."Essa vitória demonstra o reconhecimento do povo brasileiro pelo trabalho considerável que ela tem desenvolvido com o Presidente Lula para o Brasil se tornar um país moderno e mais justo.

Nessa caminhada, o presidente da República (da França) garante à senhora Dilma Rousseff que poderá continuar contando com a amizade e o apoio indefectíveis da França", afirmou, por meio de nota.

O presidente espanhol, José Luís Rodríguez Zapatero, também enviou ontem um telegrama à presidente Dilma, parabenizando- a pela vitória nas eleições deste domingo e se comprometendo a seguir trabalhando para que a relação bilateral entre Brasil e Espanha continue "magnífica".Da América Latina, o presidente da Venezuela,Hugo Chávez, declarou seu apoio: "Vou mandar esse beijo para minha querida Dilma.Vem de longe,companheira.Conheço-te. Sabemos de onde você vem, das batalhas pelo Brasil.Uma mulher de grande coragem,uma mulher patriota".

Por meio de um comunicado da chancelaria, a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, afirmou: "O governo da República Argentina felicita a senhora Dilma Rousseff pelo triunfo popular obtido no dia do segundo turno, que lhe consagrou como a primeira chefe de Estado do Brasil".

O presidente de El Salvador,Maurício Funes, também expressou sua satisfação pela vitória de Dilma Rousseff na eleição de 2010 e parabenizou o povo brasileiro por "uma nova mostra de maturidade democrática": "Quero expressar minha alegria e a de meu governo pelo triunfo de um projeto que recebeu grande apoio da maioria dos cidadãos. Hoje (ontem), foi completada uma jornada inesquecível para o povo brasileiro, que elegeu pela primeira vez em sua história uma mulher para dirigir o destino dessa grande nação", disse Funes, por meio de nota oficial.
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
No http://osamigosdapresidentedilma.blogspot.com/

Obrigada, aposentado Invocado!

PARABÉNS PARA AS MARAVILHOSAS MULHERES BRASILEIRAS



Do http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

«Sim, a mulher pode» – Dilma Rousseff

Por Redacção

A primeira mulher a ocupar o cargo de Presidente da República no Brasil foi encontrada este domingo. Dilma Rousseff, candidata do Partido Trabalhista, começou o discurso de vitória exactamente por aí: «Sim, a mulher pode».

«Registo o meu primeiro compromisso: honrar as mulheres brasileiras para que este facto até hoje inédito se torne natural e replicar empresas instituições civis e instituições da nossa sociedade», disse a petista, de 62 anos, segundo o Público.

«A minha alegria é ainda maior pela presença se dar pelo caminho do voto. Outro compromisso: valorizar democracia: direito de expressão até direitos básicos alimentação, renda, moradia, paz social. Eu vou zelar pela mais ampla e irrestrita liberdade imprensa, liberdade religiosa e de culto», sublinhou.

A Constituição surgiu a seguir no discurso, de onde Dilma partiu para a «incrível capacidade de empreender» do povo brasileiro. «É uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro», observou, de acordo com o mesmo jornal.

Em causa está a «erradicação da miséria» e a «criação de oportunidades», que a nova Chefe de Estado quer fazer depender de «todas as pessoas de bem» do Brasil, além da «vontade do Governo». Dilma lembrou a «imensa mobilidade social» conseguida por Lula da Silva. «Saberei honrar esse legado», assegurou.

«Cuidaremos da nossa economia com toda a responsabilidade», adiantou. «O povo não aceita mais inflação. Não aceita que Governos gastem acima do sustentável», atirou. «Faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público.»

Dilma Rousseff prometeu «melhoria na educação, serviços de saúde e segurança pública», «transparência na administração pública». «Serei Presidenta de todos os brasileiros e brasileiras», garantiu, envergando um casaco branco, depois de passar toda a campanha a vestir pelo menos uma peça vermelha, a cor do PT.

No http://www.abola.pt/mundos/ver.aspx?id=229257