sábado, 25 de dezembro de 2010

Feliz Natal, Emiliano José! Feliz Natal, Presidenta Dilma! Feliz Natal, Povo Brasileiro!

25 de dezembro de 2010 às 13:18

Emiliano José: Celebrando Dilma

Heranças atávicas
Dilma foi um tsunami tão forte quanto Lula. E um tsunami que provocou a recuperação, parcial que seja, dos valores de uma sociedade patriarcal, misógina, homofóbica, autoritária e elitista. A parte da sociedade que assumiu esses valores de modo militante recusa conquistas já consagradas pelas sociedades democráticas avançadas. E o fez abraçando-se a religiões, pretendendo que o Estado brasileiro deixasse de ser laico, e se rendesse a princípios que contrariam os avanços da ciência e dos direitos à saúde, e atacando principalmente o direito das mulheres. O artigo é de Emiliano José.
Emiliano José, na Carta Maior
A contingência da passagem de ano sempre nos leva a algum tipo de balanço, e o ano de 2010 não será fácil de esquecer. Pelo fato simbólico da eleição de uma mulher para a presidência da República. E pela circunstância de que a assunção dessa mulher à condição de principal protagonista da cena política fez emergir preconceitos atávicos que muitos de nós, quem sabe ingenuamente, imaginávamos sepultados definitivamente.
As mudanças não são fáceis de serem aceitas. E uma mulher na presidência da República no Brasil se, num primeiro momento, poderia parecer um acontecimento quase banal, era um fato novo, muito novo, inédito, e representava quase um novo marco civilizatório. Tão forte que provocou reações que muitos de nós não imaginávamos possível. A eleição do presidente operário em 2002 provocou uma avalanche de preconceitos da elite brasileira, que foram solenemente ignorados pelo nosso povo. Lula termina seu mandato com um recorde de aprovação: 83%.
Dilma foi um tsunami tão forte quanto Lula. E um tsunami que provocou a recuperação, parcial que seja, dos valores de uma sociedade patriarcal, misógina, homofóbica, autoritária e elitista. A parte da sociedade que assumiu esses valores de modo militante recusa conquistas já consagradas pelas sociedades democráticas avançadas. E o fez abraçando-se a religiões, pretendendo que o Estado brasileiro deixasse de ser laico, e se rendesse a princípios que contrariam os avanços da ciência e dos direitos à saúde, e atacando principalmente o direito das mulheres.
Tudo por causa de uma mulher. Tudo contra uma mulher. Tudo tendo um significado político, evidentemente. Mas um significado político que se entrelaça com revelações culturais profundas, a evidenciar que o ovo da serpente do pensamento conservador ultradireitista não desapareceu da cena brasileira. E seria ilusório, creio, imaginar que tivesse desaparecido. Não foi ocasional que a campanha adversária tenha ressuscitado e valorizado até a famosa Tradição, Família e Propriedade (TFP) para afirmar suas posições. Ou que igrejas tenham retornado a posições de 1964.
A raiva contra a mulher ficou manifesta na discussão desonesta sobre o aborto. Como se a questão fosse ser apenas contra ou a favor do aborto, e não a discussão sobre o direito à saúde das mulheres, a assistência às mulheres vítimas de abortos clandestinos, normalmente mulheres pobres. Estima-se que morrem mais de 500 mulheres por ano no Brasil devido aos abortos clandestinos.
E as que não morrem, seriam o caso de colocá-las todas na cadeia?
Impossível. Ora, ora, tudo próprio de uma sociedade hipócrita, farisaica, que não olha para sua própria face. O próprio Serra, como ministro da Saúde, tinha posição mais humana. Mas, na campanha, preferiu abraçar as teses do medievo trevoso, só abrandadas quando foi revelado o aborto feito por sua própria mulher, revelação feita por algumas alunas de Mônica Serra.
As teses contra os homossexuais só perderam força quando perceberam o impacto eleitoral negativo. Mas, como conseqüência disso, temos assistido cenas freqüentes e deploráveis de ataques a homossexuais. A raiva contra os nordestinos, que revisitava o arianismo, surgiu com vigor logo que se revelou a vitória de Dilma. Para que não nos enganemos, o pensamento foi expresso especialmente por uma parcela da nossa juventude.
Não creio que devamos tratar esses acontecimentos como secundários. Nem com raiva. Com indignação, sim, sem dúvida. Mas, também, com a compreensão de que há ainda uma longa marcha para a mudança de mentalidade de nossa sociedade. Quem viveu bem mais de três séculos sob a escravidão não pode esperar que o espectro da Casa Grande tenha desaparecido. Esse espectro, aqui e ali, ressurge, e muitas vezes, com força.
E especialmente quando uma mulher resolve confrontar toda essa cultura, ao se pôr como principal mandatária do País. É verdade que a maioria da sociedade brasileira optou pela continuidade de um projeto transformador. No entanto, a luta por uma nova sociedade, livre de preconceitos, de discriminações, de racismos, continua mais que atual. Feliz 2011.

No http://www.viomundo.com.br/politica/emiliano-jose-celebrando-dilma.html

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Caceta e Planeta pensa que somos Papai Noel e enche nosso saco com suas piadas de mau gosto.

Casseta cai por ser machista e sem graça


Enquanto a patrulha politicamente correta perde tempo com blogs, o moribundo programa “humorístico” global “Casseta & Planeta” veiculou, na última terça-feira, um dos maiores incentivos ao machismo que já vi em um meio de comunicação de massas. E o que é pior, no maior meio do país e no horário de maior audiência.

No programa em questão, os doublés de humorista Hubert e Cláudio Manoel interpretam, respectivamente, o presidente Lula e Dilma Rousseff. O diálogo sem graça, politiqueiro e desrespeitoso com a condição feminina explica à perfeição porque a tradicional atração da Globo vem perdendo audiência ano após ano, sobretudo depois da morte de Bussunda.

Como se sabe, após 18 anos no ar o humorístico “Casseta & Planeta Urgente” terá a sua última edição neste mês de dezembro, segundo anúncio da Central Globo de Comunicação feito no dia 26 do mês passado.

Os comediantes terão férias compulsórias após o fim de dezembro. Apesar de os defenestrados por falta de público dizerem que haverá um novo projeto de humorístico que entraria no ar a partir do segundo semestre de 2011, o próprio grupo reconhece que não há uma idéia de como será o novo programa. “Se a gente tivesse uma [idéia] não precisaríamos sair dessa forma”, disse Hélio de la Peña em entrevista ao G1.

Pouco adiantou o histriônico Marcelo Madureira, o mais politizado dos cassetas, ir bajular a imprensa golpista lá no instituto Millenium. Televisão é audiência e os Marinho não gastam vela com mau defunto, nessas questões, por mais que seus artistas achem que o caminho para um programa humorístico é o de debochar dos adversários políticos do patrão.

Os cassetas terão que apresentar à Globo uma idéia que funcione, se quiserem voltar ao ar. E, lamentavelmente, eles se perderam, pois a perda de audiência se deve ao quadro que este post descreve a seguir e que passou batido por essa turma que anda se arvorando em porta voz do feminismo verde-amarelo, pois ficam preocupados em patrulhar o micro enquanto o macro debocha da capacidade da mulher de liderar.

Reproduzo, abaixo, o diálogo da edição do Casseta& Planeta de 21 de dezembro último. Tal diálogo se dá entre o presidente Lula e Dilma Rousseff, que assim aparecem caracterizados na transcrição.

“Lula” (Hubert) – Ah, Dilmandona, parabéns pela sua vitória nessa tal de eleição, entendeu, mas eu vou logo avisando, hein: não quero trairagem comigo, não. Quem vai mandar, sou eu… He, he, he…

“Dilma” (Cláudio Manoel) com voz rouca igual à de “Lula – Pode ficar tranqüilo, eu vou ser bem obediente e boazinha.

“Lula” – Eu sei, mas você vai ter que seguir o meu regime…

“Dilma” – É claro, chefinho, eu vou fazer tudo igualzinho, vou nomear até os mesmos ministros.

“Lula” – Não, não é nada disso que eu to falando, não. Tu vai ter que seguir o meu regime alimentar. Ó só: tu vai comer ovo, repolho, batata-doce e feijão. Todo dia… He, he, he…

“Dilma” – Mas chefinho, se eu comer isso todo dia vai dar muito pum.

“Lula”, segurando os ombros de “Dilma” e conduzindo-a à “cadeira presidencial” – Eu sei, mas eu quero que você esquente a cadeira pra mim. Assim, quando eu voltar, vai estar bem quentinha… He, he, he…

Muito engraçado, não? Perdoem-me se não morro de rir de humor tão “inteligente”. Meia dúzia de chavões do colunismo golpista para um público que, em quase unanimidade, idolatra o presidente e que, segundo pesquisas de opinião recentes, crê que sua sucessora fará um governo igual ou melhor que o dele.

Dilma é apresentada como um marionete, sendo conduzida por Lula pelos ombros e prometendo ser “boazinha e obediente”. Piada sem graça que estimula essa visão tão tragicamente disseminada de absoluto desprezo pela capacidade da mulher de liderar, de ser protagonista em vez de coadjuvante.

Isso é o que acontece quando humoristas e patrulheiros perdem o foco. O primeiro ventinho mais forte os leva embora. Todavia, sendo construtivo, julgo que os cassetas são um caso perdido, mas essas pessoas que levantam bandeiras e que perderam o foco, ainda podem refletir e tratar de combater o que interessa.
No http://www.blogcidadania.com.br/2010/12/casseta-cai-por-ser-machista-e-sem-graca/

Parabéns aos editores e blognautas seguidores... O BLOG DA DILMA É O MELHOR!


Militância, parabéns! Blog da Dilma é o melhor blog político do Brasil

O companheiro Celso Jardim foi o nosso representante na Cerimônia de entrega dos prêmios do TOP BLOG 2010, o maior concurso brasileiro de blogs. O Blog da Dilma foi o grande vencedor na categoria política júri popular, portanto o melhor portal político do Brasil. Participaram do concurso mais de 127 mil blogs. No ano passado, o Blog da Dilma também venceu na mesma categoria, somos agora BI-CAMPEÃO.
Criado em 2008, o Blog da Dilma se tornou o maior e melhor portal de Dilma Rousseff na internet, uma referência para os políticos, jornalistas e blogueiros no Brasil e no Exterior, chegou ao ponto de ser mais acessado do que o portal oficial de campanha da presidenta eleita, Dilma Rousseff, o site www.dilma13.com.br.
O Blog da Dilma foi matéria de reportagens na Rede Globo, Rede Record, Rede Bandeirantes, RedeTV, Rede Cultura, SBT, TV Verdes Mares, TV Diário do Nordeste, TV Jangadeiro, Rádio CBN, Rádio Eldorado, Rádio O Povo e outras dezenas de emissoras radiofònicas, Revista Veja, Istoé e Época, Jornal OGlobo, Folha de São Paulo, Estadão, O Dia, Diário do Nordeste, Tribuna do Norte, O Povo e outras centenas. Até o jornal La Nacion da Argentina fez reportagem a respeito do nosso trabalho. Centenas de sites e blogs, facebook, twitter, orkut e outras redes sociais reproduziram matérias do Blog Dilmista.
O prêmio de MELHOR BLOG POLÍTICO DO BRASIL – TOP BLOG 2010 é a comprovação e o reconhecimento do extraordinário trabalho jornalístico realizado pela Equipe de Editores do Blog da Dilma. Foram noites sem dormir que muitos editores tiveram para produzirem o melhor conteúdo para deixar os internautas sempre atualizadíssimos. Eram 24 horas postando novas matérias. Uma Equipe de 4 webdesigner, 2 de reportagens e dezenas de editores formavam a estrutura do portal. Foram milhares de materiais de campanha distribuídas pelos Correios.
A nossa vitória nesse Concurso TOP BLOG 2010 dedicamos integralmente a toda militância petista e de Esquerda, além de todos os editores do Blog da Dilma que relacionamos abaixo:
Daniel Bezerra (Criador e Editor geral), Jussara Seixas (SP), Alessandra Luiza(Rio de Janeiro/RJ), Alison Matos (Fortaleza-CE),
Ana Clara, Anderson (MG), André – Privatizinho, André Guimarães-Assessor Político(Londrina/PR), Andrea Schilz (Colônia/Alemanha), Anselmo Raposo(MA), Assessoria de Comunicação Dep.Raquel Marques(CE), Betânia Morais(Estados Unidos), Carlos Honorato(Brasília/DF), Celso Jardim-jornalista(SP), Cláudia Tamsky(Boston/EUA), Debora Cruz(Brasília/DF), Deodato Ramalho(Sec. Semam-Fortaleza), Diego Prestes(Curitiba/PR), Emiliano José-jornalista(Salvador/BA), Ênio, do “PTrem das Treze”(SP), Fabio Rodrigues(Recife/PE), Façanha – chargista(AL), Fernando Rizzolo-jornalista(SP), Gilmar Raimundo Sobrinho(Santos/SP), Gilvan Freitas(PE), Grinaldo Oliveira, Hélio Borba – Aposentado Invocado, Lena Mansano, Lili Abreu(São Luis/MA), Lucia Irene Reali Lemos (Porto Alegre /RS), Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Jr – Memorialista(Fortaleza/CE), Marcos Rubens(Altamira/Pará), Natanael Luis(BA), Nucleo do PT USA, Oni Presente(MG), Prof. Diogenes Afonso(Recife/PE), Ricardo Negrao(Revista Rede Brasil Atual-SP/SP), Ricky Mascarenhas(Itabuna/BA), Sandra Andrade – pastora(RJ/RJ), Sérgio Malta, Sergio Pindo – Córdoba/Argentina, Saroba Guerrilheiros Virtu@is(Cuiabá/MT), Sonara Capaverde, Soselo Melo, Suzana GUERRILHEIROS VIRTU@IS(Cuiabá/MT), Tiago Montenegro – jornalista(Fortaleza/CE), Tião Simpatia-Cantor(Fortaleza/CE), Urariano Mota-jornalista(Recife/PE), Zezé Caldas-Professora de História(Taboao Serra/SP).
No http://blogdadilma.blog.br/

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Dilma anuncia mais 7 ministros, sendo 3 mulheres

Extraído de: Reuters Brasil  -  20 de Dezembro de 2010 

BRASÍLIA (Reuters) - A equipe de transição da presidente eleita Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira o nome de mais sete ministros.
Alexandre Padilha (PT), médico infectologista, deixa a Secretaria de Relações Institucionais do governo Lula e assume a partir de 1o de janeiro a pasta da Saúde.



 A economista gaúcha Teresa Campello vai para o Desenvolvimento Social, pasta responsável pelo Bolsa Família, e a socióloga Luiza Bairros comandará a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.




Para a Cultura, Dilma escolheu a atriz, cantora e compositora Ana de Hollanda, irmã do compositor Chico Buarque de Hollanda.
O PP manterá a pasta das Cidades, mas sai Marcio Fortes, dando lugar ao deputado Mario Negomonte (PP-BA).
Orlando Silva (PCdoB) permanece no Esporte e Luis Inácio Lucena Adams fica na Advocacia-Geral da União (AGU). 

(Reportagem de Maria Carolina Marcello)
Autor: (Reportagem de Maria Carolina Marcello)

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Ana de Holanda - a nova ministra da cultura

Ana de Hollanda foi diretora da Funarte

21 de dezembro de 2010

Mais conhecida como a irmã de Chico Buarque, a compositora, cantora e atriz Ana de Hollanda, de 62 anos, estreou nos palcos aos 16, em 1964. Era uma das quatro (ao lado das irmãs Maria do Carmo e Cristina e da amiga Helena Hungria) do conjunto Chico e as Quatro Mais. Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção, interpretando o frevo "Dança das Rosas". Mas o casal Sérgio Buarque de Hollanda e Maria Amélia, que haviam educado a filha em colégio de freiras, não viam com bons olhos a participação da menina em programas de televisão. A própria Ana, decidiu deixar a música de lado, depois que o irmão cantor ficou famoso.

Jovem, nos anos da ditadura, e de uma família bastante envolvida com a política, Ana participava de reuniões no bar Riviera, centro de São Paulo, ponto de encontro de artistas e intelectuais. Foi nesta época que entrou para o Partido Comunista Brasileiro. No entanto, o nascimento dos filhos Sérgio e Ruth a impediram de dedicação maior à política. Aos 30 anos, decidiu retomar carreira musical. Gravou seu primeiro disco solo em 1980: "Ana de Hollanda".

Em 1982, a política voltou a ter importância na vida da futura ministra da Cultura. Ana compôs e gravou para a campanha de Franco Montoro (PMDB), candidato a governador de Estado, o jingle "Acorda meu povo". De 1983 a 1985, Ana chefiou o setor musical do Centro Cultural São Paulo, da Secretaria Municipal de São Paulo. Entre 1986 e 1988 foi Secretária de Cultura do Município de Osasco, na gestão de Humberto Parro (PMDB).

Assim como a presidente Dilma Rousseff, Ana também enfrentou um câncer. O dela, na região do mediastino, entre os dois pulmões. Os médicos retiraram o tumor e a futura ministra passou por um ano de de quimioterapia e radioterapia.

Depois da doença, voltou à gravadora. O segundo álbum foi batizado de: "Tão Simples". Fez shows pelo Brasil e em países como Uruguai, Angola e Cuba. Seu repertório inclui sambas de Noel Rosa e Geraldo Pereira, canções de Chico Buarque, Bossa Nova e outros estilos sempre ligados à MPB. Ana atuou como vocalista em discos de Toquinho, Vinicius de Moraes, Fafá de Belém, Tom Jobim e outros. Além de cantora, trabalhou como atriz, principalmente em musicais, como o espetáculo "Nunca te vi, sempre te amei", de Guto Maia.

Em 2003, a cantora voltou a trabalhar no setor público, como diretora do Centro de Música da Funarte entre 2003 e 2007, durante a gestão do ator Antonio Grassi. Lá coordenou a Câmara Setorial de Cultura, reunindo entidades representativas da sociedade civil, representantes dos fóruns estaduais de música e setores do Poder Executivo.

Grassi elogiou a nova ministra e disse que todos os projetos da fundação na música foram elaborados por Ana. "Ela trouxe de volta o Projeto Pixinguinha [que leva música popular a grandes cidades] e promoveu discussão sobre cultura em fóruns de vários Estados", elogiou. "Falei com ela assim que o anúncio saiu. Disse estar animada e já pensando em alguns projetos", contou. Segundo Grassi, Ana , que não é filiada a partidos, foi indicada pelo setorial de cultura do PT e teve o apoio de vários parlamentares do Rio.

Americanos caindo no real

Nunca antes na história desse país:Real domina negócios em NY

Brasileiros que sempre sofreram em suas viagens internacionais por causa da moeda desvalorizada do país estão sendo tratados com todas as pompas nos Estados Unidos. Mais precisamente em Nova York, onde o real passou a estampar os letreiros das principais casas de câmbio da cidade, tamanho o volume de negócios com a divisa brasileira.

Segundo agentes do mercado de câmbio, às vésperas do Natal, com os voos partindo lotados do Brasil, o real já está sendo a moeda estrangeira mais negociada em várias instituições financeiras. “Os brasileiros estão gastando o que podem no exterior, beneficiados pelo aumento da renda e da moeda nacional valorizada”, disse um técnico do Banco Central.

Ao mesmo tempo, os estrangeiros estão vindo para o país, atrás dos juros altos e de boas oportunidades de negócios. Diante do fluxo positivo, a moeda norte-americana interrompeu o processo de alta iniciado na semana passada e encerrou as negociações de ontem cotada a R$ 1,708 para venda, com baixa de 0,41%. “O momento vivido pela economia brasileira está atraindo muito capital. Portanto, não se deve esperar uma reação do dólar tão cedo. A enxurrada de recursos é tanta que, mesmo com as constantes compras do BC, a divisa norte-americana continua fraca”, disse um especialista.

Ele ressaltou que a Bolsa de Valores de São Paulo (BM&FBovespa) registrou baixa de 1,06%, para os 67.263 pontos. Em Nova York, o índice Dow Jones recuou 0,12%. 
 
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

Talento e garra são ingredientes para as mulheres superar barreiras no mercado de trabalho brasileiro. Ô país difícil!

A MULHER NO MERCADO DE TRABALHO

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A taxa de desemprego entre homens na Região Metropolitana de São Paulo é de 9,6% e entre as mulheres, essa taxa é de 15,4%, conforme pesquisa mensal Seade-Dieese. O IBGE, por outro lado, informa que as mulheres brasileiras ganham em média 66% do salário dos homens. Ganham menos inclusive em cargos rigorosamente iguais.
Nos Estados Unidos ocorre o inverso: a taxa geral de desemprego em setembro é de 9,6%, entre os homens é de 9,8% e entre as mulheres é de 8%.
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O que explica a situação ruim das mulheres no mercado de trabalho brasileiro? São menos preparadas? 55% da população universitária do país é composta de mulheres. Trabalham menos? Ao contrário, trabalham mais horas diárias que os homens (Fonte: Centro de Estudos Interdisciplinares do Trabalho - CEIT).
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Só resta uma explicação: preconceito!
No http://blogeducacaoeprofissao.blogspot.com/2010/10/mulher-no-mercado-de-trabalho.html

Escolha uma profissão que lhe dê prazer e evite a síndrome do burnout.

sindrome de burnout 150x150 Síndrome de burnout: uma ameaça à vida profissional

Síndrome de burnout: uma ameaça à vida profissional

A doença é mais um dos males da vida moderna ligados ao estresse

Por Deborah Busko, em 17/08/2010 11:59
Ao contrário do que muitos pensam, estresse não é bobagem e muito menos moda. Sabemos que o trabalho, as obrigações diárias necessitam de muita energia e acabam rompendo como nosso equilíbrio interno e a capacidade de suportar altas cargas emocionais, são os chamados eventos estressores. Tais eventos da vida profissional se misturam com os da pessoal, sendo acompanhados ainda de todas as exigências, responsabilidades, competitividade e necessidade de constante aprendizado que são necessários para garantir estabilidade.
Estresse em pequenas quantidades pode ser até benéfico porque estimula a liberação de adrenalina pelo organismo, mas é ameaçador quando desencadeia doenças em aspectos físicos e também psicológicos. Hipertensão arterial, gastrites ou úlceras, obesidade, câncer, sinais de tensão pré-menstrual, são alguns exemplos, assim como ansiedade, raiva, indiferença, depressão, desânimo e em casos mais sérios e avançados, surtos psicóticos ou crises neuróticas.
Como se não bastassem tantos prejuízos à saúde trazidos pelo estresse, a vida moderna tão agitada nos apresenta mais uma doença que, embora estudada nos Estados Unidos desde os anos 70, é muito mais evidente nos dias de hoje. É a síndrome de burnout, que surge no ambiente de trabalho atacando principalmente os profissionais que trabalham demais e aqueles que interagem constantemente e de forma ativa com outras pessoas, a exemplo de médicos, enfermeiros e professores, entre tantos outros.
A síndrome de burnout é definida como um desgaste emocional extremo que vai além do estresse em decorrência do excesso de preocupações, frustrações, atribuições e das pressões do trabalho. Um dos agravantes dessa situação é limitação que a sociedade impõe às pessoas, estabelecendo limites que as impedem de demonstrar seus sentimentos, fazendo com que sejam prisioneiras do politicamente correto.
O termo burnout origina-se da língua inglesa e literalmente quer dizer queimado, esgotado. Ou seja, o estresse consome a pessoa tanto no emocional quanto fisicamente. Engana-se quem pensa que a síndrome atinge os trabalhadores menos motivados com o trabalho, pelo contrário, ela ataca justamente aqueles mais envolvidos e que investem no trabalho, porém estes apresentam menor capacidade de lidar com a situação.

Sintomas do burnout

Os sintomas iniciais do aparecimento da doença caracterizam-se pela exaustão emocional e um sentimento de incapacidade, a pessoa sente que não pode dar mais de si no trabalho. Por isso mesmo, os trabalhadores mais motivados reagem ao desequilíbrio trabalhando mais ainda na tentativa de obter resultados satisfatórios, e é aí que o quadro da doença tende a se agravar e atitudes negativas como uma aparente insensibilidade e um certo cinismo em relação aos colegas de trabalho são os sinais mais evidentes.
E os sintomas do burnout, tanto os físicos como os comportamentais não se limitam a atingir apenas quem está sofrendo da doença. Eles se estendem aos que convivem com a pessoa, que acabam sendo afetados também já que em estágio mais avançado, a pessoa apresenta dificuldades em se adaptar à organização do ambiente de trabalho e em realizar tarefas. Assim como existe a idéia de fracasso, a pessoa sente que não está realizada na vida pessoal e também profissional.
Algumas empresas estão se conscientizado de que o burnout é uma ameaça para o rendimento dos trabalhadores e por isso investem em iniciativas para garantir a seus funcionários um ambiente de trabalho sadio. Oferecem por exemplo, plano de saúde e durante o expediente, ginástica para aliviar o estresse.
Portanto trabalhador, fique atento. Observando que o desgaste emocional e os sintomas descritos estão afetando sua vida profissional e pessoal, procure orientação médica. Uma análise de um especialista é essencial para diagnosticar quando o estresse ultrapassou os limites e está virando doença.

No http://www.dicasdemulher.com.br/sindrome-de-burnout-uma-ameaca-a-vida-profissional/