segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O projeto piloto do novo RG (RIC - Registro de Identidade Civil) será aplicado em três estados, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Bahia.

Novo RG atualiza tecnologia cadastral do Brasil

Cerca de 2 milhões de RICs serão distribuídos em 2011; troca definitiva poderá levar até 10 anos
Publicado em 14/01/2011, 17:30
Última atualização em 15/01/2011, 11:16
Modelo do Registro de Identidade Civil (RIC) (Foto: Reprodução/ITI)
São Paulo - Em entrevista à Rede Brasil Atual, Renato da Silveira Martini, responsável pela implantação do novo Registro de Identidade Civil (RIC), afirma que, com a nova identidade, o Brasil entrará no século 21 da tecnologia cadastral.
O diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) da Casa Civil da Presidência da República lembra que o RIC, como será chamado o novo registro, incorpora num só documento diversos registros de segurança.
Além da identificação por um número que será válido em todo o território nacional, a nova identidade integrará o próprio RG, o CPF e o título de eleitor, e também será vinculado diretamente às impressões digitais; tudo será registrado num chip presente no cartão do RIC.

Segundo informações do ITI, a incorporação de novas tecnologias ampliará a segurança do cidadão em diversos processos hoje realizados, como abertura de contas, operações bancárias, solicitação de documentos e créditos.

Ao longo de 2011 serão produzidos dois milhões de cartões RIC. As primeiras cidades a participar do projeto-piloto serão Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO). A perspectiva é que a troca de todos os atuais documentos de identidade pelo cartão RIC seja feita num prazo de 10 anos.
RBA -  Quais os fatores positivos com a implantação do Registro de Identidade Civil (RIC)?
Ele tem uma série de efeitos colaterais positivos, mas eu diria que a questão central é entregar ao brasileiro uma identidade civil eletrônica em consonância com o século 21, quer dizer, nossa identidade é uma identidade do século passado, que foi importante e vital no seu contexto, mas agora o contexto é o Brasil no século 21, ou seja, é necessário que esse novo documento de identidade sofra transformações e esteja pronto e apto para a conjuntura deste século que vivemos.
Não é mais dedão na tinta, agora isso tudo é eletrônico. A conferência será eletrônica, os dados virão aqui pro órgão central em Brasília, onde farão um batimento com a base nacional. Vai ser mais que um pedaço de plástico com número, ele será um equipamento.

RBA - Com o certificado digital, o que poderá auxiliar, ou até mesmo evitar, no registro dos dados dos brasileiros?
A gente pode chamar o RIC de identidade civil digital porque ela conterá no seu chip um certificado digital que vai possibilitar ser uma identificação no mundo das redes, a internet, possibilitando ao brasileiro o uso de serviços eletrônicos disponíveis na internet. E, assim, superar as fraudes que, inevitavelmente, começam com falsificação de identidade. Não é mais dedão na tinta, agora isso tudo é eletrônico. A conferência será eletrônica, os dados virão aqui pro órgão central em Brasília, onde farão um batimento com a base nacional. Vai ser mais que um pedaço de plástico com número, ele será um equipamento.

RBA - Isso pode ser traduzido em agilidade nos acessos e na obtenção de informações?

Sem dúvidas. O brasileiro poderá entrar, por exemplo, com o processo de aposentadoria num sábado às onze horas da noite ou num domingo às três horas da manhã. Ele não vai precisar ir num balcão de atendimento, preencher papel. Agora esse processo se dará de forma eletrônica, e isso é um ganho tremendo de agilidade, de transparência. O processo de desmaterialização do documento, trocar um papel por um documento eletrônico e usar esse serviço na internet, o impacto é, inclusive, na vida das cidades.

 RBA  - Como será implantado o novo registro?

O RIC é um projeto para uma década, é um projeto para 150 milhões de identidades. O Brasil, por ser um país com extensões continentais, todos os projetos têm de ser feitos de forma escalar. Por isso iniciamos com o projeto piloto, que emitirá 2 milhões de identidades digitais. A partir dele faremos uma supervisão e análises críticas para posteriormente ampliarmos o projeto.

 RBA - Como será feita a ampliação para outros estados e cidades ?

O projeto piloto será aplicado em três estados, Distrito Federal, Rio de Janeiro e Bahia, por já serem estados que têm o sistema eletrônico essencial para confecção do RIC, que é o sistema que automatiza a coleta de dados e impressão digital, portanto foram escolhidos por razões estratégicas. Então RIC é um projeto federativo. A emissão da identidade é uma atribuição dos estados. A gente conta muito com a adesão dos estados para que o processo seja agilizado.

No http://www.redebrasilatual.com.br/temas/cidadania/2011/01/nova-identidade-digital-ofece-maior-seguranca-e-facilidade-nos-servicos-eletronicos-diz-gestor-do-projeto

domingo, 16 de janeiro de 2011

A mídia só vai acertar no dia em que editar para o interesse do povo.

Marcos Coimbra: o que a mídia não entende sobre o governo Dilma

Neste começo de ano, a imprensa mostra que tem, para com a presidente Dilma, dificuldades parecidas com as que teve para com a candidata e a presidente eleita. É visível o desconforto que ela causa com seu discurso e suas ações. Enquanto a mídia quer que ela tire coelhos da cartola e surpreenda todo mundo, Dilma insiste em ser previsível.
Por Marcos Coimbra, na CartaCapital
A causa dos problemas é conhecida: a ideia de continuidade. Até agora nossos analistas não conseguiram entender o que significa uma coisa tão simples. O tom geral da cobertura tem sido um misto de ânsia de encontrar a originalidade do governo e frustração por não conseguir identificá-la. É como se Dilma tivesse a obrigação de ser diferente, e, não o sendo, se tornasse uma “decepção”.
Nossa cultura política valoriza os elementos pessoais das lideranças, mitificando seus atributos e qualidades. Nos é difícil aceitar que elas não tenham traços que as distingam do cidadão comum, que as diferenciem da vida banal dos meros mortais. Para nós, o verdadeiro líder está além do povo, é feito de outra essência e possui uma transcendência inalcançável por ele.
No Brasil moderno, os três presidentes eleitos se apresentaram ao País como figuras excepcionais. Cada um a seu modo e tempo, Collor, Fernando Henrique e Lula foram assim caracterizados por suas campanhas e pela mídia, e foram assim percebidos pelas pessoas. Todos se tornaram personagens épicos.
Importa pouco como cada um terminou. Se Collor, de “jovem caçador destemido”, acabou cassado. Se a “inteligência portentosa” de Fernando Henrique, que o levou a derrotar a inflação, não o livrou do fracasso dos últimos anos. Se Lula, de metalúrgico nordestino “sincero, porém radical”, revelou-se um grande presidente, na opinião quase unânime dos brasileiros.
O relevante é que todos eram “extraordinários”. Até aqueles que chegaram ao posto pela força das circunstâncias vieram a ser assim percebidos, ao menos por alguns, pelo menos durante certos momentos. Mesmo Sarney e Itamar tiveram seus dias de carisma.
Nesse modelo, a transição de um governo para outro sempre foi uma espécie de batalha (ainda que civilizada), cujo ápice eram os discursos de posse. Por meio deles, o novo presidente revelava quão diferente seria do anterior, em meio a frases de efeito e rompantes de eloquência. Não por outra razão, esses discursos precisavam ser esquadrinhados minuciosamente.
Nas eleições de 2010, Lula propôs outro enredo. Em vez de procurar no PT quem mais pudesse encarnar uma nova personalidade mitológica, pensou em alguém com qualidades terrenas. No lugar de imaginar uma agenda de campanha que acenasse para os sonhos, outra que todos conheciam, pois estava sendo implantada por seu governo.
Há quem veja a originalidade de Dilma no gênero, mas ela não é a mais importante. Por mais significativo que seja termos uma mulher na Presidência, a verdadeira mudança trazida por sua eleição não é essa. O decisivo é que Dilma rompe com o modelo da excepcionalidade do governante.
Para entender esse ponto, basta imaginar o que teríamos se Marina Silva tivesse vencido. Seria uma presidente mulher, mas que manteria ou, mais provavelmente, que acentuaria o arquétipo do presidente-herói (ou da presidente-heroína, tanto faz), de valorização das “biografias excepcionais”. Eleita, Marina representaria a consagração do carisma como fundamento da legitimidade presidencial.
Ninguém votou em Dilma sem saber o que ela diria no Congresso, na hora em que tomasse posse. Ninguém ficou ansioso querendo descobrir como seria seu ministério, ninguém aguardou revelações de seus ministros a respeito de novas políticas.
Em face da perplexidade da mídia, o curioso é que não há, no modo como começa o governo, nada de imprevisível. Foi isso que Dilma prometeu ao país, foi isso que ela disse que faria.
E foi isso que os eleitores entenderam e quiseram. O mais importante na eleição de Dilma é que seu caráter inovador foi submetido ao povo e por ele referendado. Foi o eleitor que quis que passássemos a ver que a Presidência da República pode ser ocupada por uma pessoa comum (desde, é claro, que seja qualificada e que represente o lado com o qual ele mais se identifica).

No http://blogdadilma.blog.br/

Uma por todas e todas por uma! Dizemos Não a toda e qualquer discriminação contra a mulher!

AS MULHERES DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL

Não conhecia esta luta das mulheres da CEF. Me foi enviada pela Pricila Koch. Vejam só que está datado de 2009, mas tudo continua como dantes. Já ouviram falar em vergonha alheia? Que vergonha da Caixa Econômica.

Colo, abaixo, texto da Mensagem que remeti ontem, 04.12.2009, à Ouvidoria da "Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres - SPM", para os fins devidos, haja vista a situação injusta e insustentável, à qual foram e estão sendo submetidas as "Mulheres Aposentadas Proporcionalmente", admitidas na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL até 18.06.2009.
Pelos próprios fundamentos, comuns, disponibilizo a Mensagem em referência a todas as colegas que se encontrem na mesma situação e queiram utilizá-lo da forma que melhor lhes aprouver, inclusive para remessa à Auditoria e/ou à Senhora Ministra Nilcéa Freire, para os fins necessários.
Ressalto que há na Internet um "site" específico (http://www.presidencia.gov.br/estrutura ... ouvidoria/) contendo, inclusive, um "formulário eletrônico" (utilizado por mim) para remessa, além de endereços eletrônicos diversos, a saber:
(http://sistema3.planalto.gov.br/spmu/ou ... idoria.htm)
(E-mail: ouvidoria@spmulheres.gov.br)
(E-mail: spmulheres@spmulheres.gov.br)

Saudações
Nazaré Ribeiro
Natal, 05.12.2009.


"Ilustríssimo(a) Senhor(a) Ouvidor(a)

Para todos os fins e efeitos necessários, Adito, Retifico e Ratifico a Mensagem de minha autoria, remetida nesta data, passando esta à condição de Original, em conformidade com os termos abaixo.
Sou uma das inúmeras Mulheres que, após trabalharem por muitos e muitos anos na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, requereram a aposentadoria, em conformidade com a legislação respectiva, a qual concretizou-se através do INSS, com suplementação da FUNCEF - Fundação dos Economiários Federais, Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC), criada em 1977, a qual tem como Patrocinadora a própria CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.
Destarte, observa-se que as Entidades supracitadas (CAIXA e FUNCEF), estão em pleno processo de adesão/compromisso ao “Programa Pró-equidade de Gênero”, instituído por essa Secretaria.
Ocorre que ambas, desde o advento da atual Constituição Federal de 1988, vêm desatendendo, de forma insistente, discriminatória, ilegal e vergonhosa, o "Princípio Constitucional da Igualdade", dela inerente e expresso (caput, e inciso I, do art. 5º), estabelecendo diferença grosseira entre homens e mulheres aposentados proporcionalmente, ao iniciar a aposentadoria proporcional do homem com 80% da renda correspondente e a aposentadoria da mulher com 70% da renda respectiva, embora ambos fossem vinculados ao mesmo Regulamento, vigente para empregados admitidos pela CAIXA, até 18.06.1979.
A discriminação, clara e covarde (tem muitas mulheres, na situação em tela, que há muito já "partiram", algumas sem sequer ter conhecimento que estavam sendo enganadas, com a agravante que os benefícios recebidos atualmente pelos aposentados é muito, mas muito aquém do que foi planejado), tem como "desculpa", por parte das Entidades infratoras, a singular situação de inexistência de “Aposentadoria Proporcional da Mulher”, anteriormente à atual Constituição Federal. Ou seja, "justificam" o descumprimento do "Princípio Constitucional da Isonomia", com a própria Garantia Constitucional da criação da proporcionalidade também para a Mulher, alegando a diferença de tempo de serviço, i.e., 30 anos para o homem e 25 para a mulher, negando, dessa forma, a própria proporção em si, na qual repousa a igualdade, e desconsiderando os períodos máximos de 35 e 30 anos, respectivamente...
Como não bastasse, há cerca de 03 anos, CAIXA e FUNCEF, reconheceram verbalmente o débito, "armaram" um cronograma, mas depois desistiram, sob a alegação que o número de mulheres era maior do que elas estavam prevendo (de 1.111 para mais de 4.000). Na verdade, foi mais um episódio dessa trama que só tem feito as Mulheres prejudicadas incidirem em erro, acreditando em um "dito" acordo que nunca veio e que a Prescrição avassaladora já se encarregou de transferir em grande parte à FUNCEF/CAIXA.
Vale destacar que situação relativamente parecida ocorreu com "Mulheres Aposentadas por Idade", junto ao INSS, ao nível de Brasil, mas que foi solucionada administrativamente, quando do oitavo ano, ao ser descoberto, com a "grita" de apenas uma prejudicada...
Constata-se, na espécie, data vênia, que a situação peculiar de aposentados e pensionistas, vinculados à FUNCEF, ficou à margem do Programa supracitado, embora seja a própria razão de ser da criação da referida Entidade, estando a merecer, decerto, a adequação necessária, sob pena de gerar desigualdade dupla, eis que não se concebe que tal EFPC restrinja a sua atuação a seus empregados, praticando barbaridades em situações do tipo, contra os “assistidos” (aposentados e pensionistas), ou seja, adotando dois pesos e duas medidas para situações comuns, sendo certo que a Injustiça flagrante depõe, indubitavelmente, contra a pretensão do “Fundo de Pensão” em referência e contra o mesmo Programa.
O desvirtuamento em tela estende-se, também, à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, como Patrocinadora da FUNCEF, visto que, pretender diferenciar aposentados e pensionistas, dos atuais empregados, significa não igualá-los como cidadãos, refletindo uma lamentável atitude que além de desvirtuar o citado Programa, não se coaduna com a pretensa adesão da mesma CAIXA, ante a notória discriminação, visto que vai de encontro aos mais basilares PRINCÍPIOS DE DIREITO.
“JUSTIÇA, AINDA QUE TARDIA”!

Cordialmente

Maria de Nazaré de Melo Ribeiro
Natal, 04.12.2009." 
No http://claudiawas.blogspot.com/

A mão misericordiosa de Deus

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Sinto muito RIO, São Paulo e Minas, por tantas vidas perdidas, pelo descaso político!


O povo começa a mostrar que tem estômago e começa a reagir contra descaso de Anilton para com a educação. Isso é bom!

Prefeitura de Paulo Afonso: "perseguição aos professores e descaso com a educação"

Internauta na bronca: "Pedimos encarecidamente ao nosso digníssimo prefeito que seja lá qual for o motivo de tanto descaso, que ele seja mais humano..."
Adriana Cruz
deolhonopovo@hotmail.com


Crédito: Antônio Francisco

Por Adriana Cruz

Mesmo com profissionais compromissados e com amor a profissão, a prefeitura de Paulo Afonso vem perseguindo e desmotivando a categoria da educação. O interesse do povo já não faz parte da atual administração. Maquiagem é o que mais vemos, kit de fardamento, abono e projetos que não têm direção. È a mesma conversa pra boi dormir, a educação em Paulo Afonso é prioridade do prefeito Anilton Bastos Pereira pelo ao menos é o que fala a secretária de educação que na verdade é sua obrigação falar isso.

Já tentaram acordo, greve, mas não tem conversa é ditadura militar. Já houve tempo que o professor fosse mais valorizado. Entraram de férias desde o mês passado e ainda não receberam seus rendimentos, isso que é respeito à categoria. A merenda nem se fala teve mês nesse ano de 2010 que os alunos estavam trazendo refresco de casa, Paulo Afonso é uma das cidades que recebem mais recursos do Fundeb.

Porque será que os professores recebem tão mal? Quando a secretária fala de dificuldades financeiras, ela quer dizer que em 2009 havia uma verba menor do Fundeb e a quantidade de alunos era maior, em 2010 a quantidade de alunos de acordo com o censo escolar é menor que o ano anterior e por incrível que pareça a verba aumentou consideravelmente, é só vocês entrarem no site do BB. Tá brincando secretária ou ainda está com aquele pensamento "professor é burro”. ACORDE!!!!

Pedimos encarecidamente ao nosso digníssimo prefeito que seja lá qual for o motivo de tanto descaso, que ele seja mais humano e não deixe que a política lhe deixe faltar valores essenciais ao ser humano.

Atenciosamente ADRIANA CRUZ
No http://www.ozildoalves.com.br/internas/read/?id=7300

Isso Dilma! Seu governo é de todos, é nosso!

Vêm aí as parcerias público-religiosas

13 de janeiro de 2011

Dilma Rousseff escalou o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, para fazer o papel de interlocutor do governo com as entidades religiosas para incluir em seu plano de erradicação da miséria igrejas que têm grande lastro social. A atuação conjunta entre políticas estatais e as iniciativas sociais está sendo chamada de “parcerias público-religiosas”. A intenção do governo é canalizar o trabalho assistencial realizado por igrejas de diferentes denominações para ampliar a rede de proteção social.

A chefia de Gilberto Carvalho na Secretaria-Geral aproximou os movimentos religiosos da Presidência. Aliados de Dilma ouvidos pelo Correio afirmam que parte da crise deflagrada no primeiro turno da eleição presidencial — quando ruídos de comunicação estremeceram a relação da então candidata petista ao Palácio do Planalto com setores mais conservadores da sociedade — foi ocasionada pela distância entre o governo e as lideranças religiosas. A falta de diálogo, afirmam, resultou no segundo turno da eleição. Carvalho, então, foi convocado para apagar o incêndio.

Para evitar que a relação com o segmento volte a esfriar, o governo se esforçou para construir um canal de interlocução desde o início do mês com as lideranças religiosas. A partir de fevereiro, uma série de reuniões deve ser iniciada para discutir o plano de erradicação da pobreza.

O deputado Jefferson Campos (PSB-SP), integrante da Frente Parlamentar Evangélica, afirma que, se o governo consolidar a parceria com as entidades religiosas, a rede de distribuição de alimentos, o atendimento médico e os cursos profissionalizantes que hoje existem de maneira informal, constituindo uma espécie de trabalho de caridade, podem ser ampliados. “As igrejas já oferecem cursos, distribuem alimentos e alfabetizam. Nas entidades religiosas também existem centenas de colégios e escolas. As igrejas sempre têm salas ociosas, onde poderiam criar consultórios, com dentistas e médicos. Se houver um implemento do governo, não tenho dúvida de que a igreja pode contribuir muito mais. Podemos nos colocar à disposição dos ministérios”, prevê.

O deputado lembra que as igrejas estão em muitas áreas a que o Estado tem dificuldade de chegar. “Nos morros do Rio, as UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) chegaram, mas a igreja já estava lá há muito tempo. A igreja tem a credibilidade da população.”

CNBB
O presidente nacional do Mutirão Para a Superação da Miséria e da Fome da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), bispo Guilherme Werlang, também é um entusiasta das parcerias público-religiosas. O bispo destaca que só a CNBB tem 21 pastorais sociais e que a igreja poderia contribuir muito mais para a erradicação da miséria se trabalhasse em parceria com o governo.

Werlang sugere, por exemplo, a elaboração de projetos com caráter municipal para ensinar a gerar renda e evitar o desperdício de alimentos. “Nós temos muitas coisas para olhar e podemos otimizar o que já existe, como o aproveitamento de mantimentos, por exemplo. Na época das mangas, 90% da produção da fruta se perdem. Se atuássemos em parceria com a Vigilância Sanitária, do Ministério da Saúde, poderíamos montar uma equipe de coleta para acondicionar e distribuir alimentos que restaurantes e hotéis não aproveitam. São alimentos de ótima qualidade, mas se perdem, pois não há estrutura para distribuição.”Correio

Fala de Dilma, sobre as mulheres do Irã, repercute positivamente no movimento oposicionista formado por mulheres daquele país.

Dissidentes iranianas saúdam fala de Dilma

13 de janeiro de 2011

Dissidentes iranianas comemoram as declarações do governo brasileiro sobre as violações de direitos humanos no Irã e esperam agora que Brasília transforme seu discurso em uma nova posição nas votações de resoluções na ONU sobre a situação em Teerã.

Em sua edição de ontem, o Estado revelou que o governo iraniano protestou, com um telefonema para a Embaixada do Brasil em Teerã, contra as críticas feitas pela presidente Dilma Rousseff à situação dos direitos humanos no Irã.

Em declaração por telefone, uma das principais dissidentes, Khadijeh Moghaddam, disse que a nova posição do Brasil, sob o governo Dilma, em relação às mulheres no Irã tem encontrado "importante repercussão" no movimento de oposição formado por mulheres em território iraniano e a reação do governo demonstra seu "desconforto". "Estamos muito satisfeitas em ver declarações vindas do Brasil de que a brutalidade contra mulheres será pelo menos questionada publicamente", afirmou a dissidente, que é uma das que comandam campanhas pela libertação de advogadas presas no Irã.

Moghaddam falou ao Estado em nome do movimento conhecido como "Um Milhão de Assinaturas" - uma campanha para reunir o apoio das mulheres iranianas contra a forma como são tratadas pelo regime. O projeto foi lançado em 2006, quando um grupo de mulheres passou a protestar para tentar fazer com que as leis do país fossem mudadas para garantir direitos iguais.

Muitas foram presas e torturadas. Mas a coleta de assinaturas continuou, numa tentativa de demonstrar ao governo que a sociedade estava ao lado delas. Premiada no exterior, a campanha prega que os princípios islâmicos devam também estar coordenados com os direitos básicos da mulher reconhecidos pelas Nações Unidas.

"Por anos, estivemos muito decepcionados com a posição brasileira, pois de uma forma ou de outra, legitimava o governo iraniano e sua brutalidade", explicou a dissidente que, em 2006, passou duas semanas numa prisão e, segundo ela, sem saber por quê.

"Há milhares de mulheres vivendo em condições medievais no país e precisamos da ajuda de alguém de peso como Dilma para fazer com que esses casos não sejam esquecidos em meio a dossiês nucleares e interesses estratégicos de países. Há ainda milhares de prisioneiros sem nome, desconhecidos, que suplicam para que sejam salvos desse regime. Precisamos que essas declarações agora sejam transformadas em votos contra o Irã na ONU", afirmou a iraniana.

Na Europa, a Federação Internacional de Direitos Humanos, que serve como um dos centros para a dissidência iraniana no caso dos abusos contra as mulheres, também se diz "otimista" em relação ao posicionamento do governo brasileiro.

Do lado do governo iraniano, o silêncio é total sobre o posicionamento de Dilma na imprensa local. Ontem, a única declaração feita pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad sobre o Brasil referiu-se à nota pessoal que ele enviou ao País na terça-feira, expressando condolências pelas mortes causadas pelas chuvas em São Paulo e no Rio.

"Notícias sobre enchentes que mataram e feriram vários de seus compatriotas causaram grande dor", afirma a nota assinada por Ahmadinejad. As agências de notícias do país publicaram o comunicado, na tentativa de enviar um sinal de normalidade na relações bilaterais.

Ana Paulo Arósio também diz "FORA REDE GLOBO".

ANA PAULA ARÓSIO , SEJA BEM-VINDA AO BRASIL REAL

Ana Paula Arósio pede desligamento da Globo.
A atriz Ana Paula Arósio deixou a TV Globo. A emissora anunciou o desligamento da atriz em comunicado divulgado no início da tarde desta quarta-feira.
"No último dia 20 de dezembro, a atriz Ana Paula Arósio solicitou formalmente o seu desligamento da TV Globo. A emissora aceitou o pedido e, cumpridas as formalidades legais, considera encerrado o contrato", diz o comunicado.
A atriz se desentendeu com a direção da emissora depois de deixar a novela "Insensato Coração" nos primeiros dias de filmagens, em outubro do ano passado. Ela iria interpretar a protagonista da novela, próxima trama das 21h, e foi substituída por Paola Oliveira.
Na festa de lançamento da novela, realizada esta semana, o diretor Dennis Carvalho afirmou não ter perdoado a atriz. "Não me faz bem falar dessa pessoa", disse. 

No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

Cecília Acioli/Folhapress             
A atriz Ana Paula Arósio deixou e TV Globo em dezembro, informou a emissora em comunicado
A atriz Ana Paula Arósio deixou e TV Globo em dezembro, informou a emissora em comunicado

A nossa missão é não permitir que a imprensa golpista atrapalhe o que eu classifico de "Real Governo do Povo, pelo Povo e Para o Povo".

A MISSÃO DE LULA E AGORA DE DILMA É REVERTER QUINHENTOS ANOS DE DESLEIXO DA "ELITE" BRASILEIRA

APÓS MAIS DE QUINHENTOS ANOS DE DESLEIXO COM O POVO BRASILEIRO , A "ELITE" CAPITANEADA PELA IMPRENSA CORRUPTA , GOLPISTA E ULTRA RACISTA BRASILEIRA , RESOLVEU FINGIR QUE SE IMPORTA COM NOSSO DESTINO.
A IMPRENSA BRASILEIRA SE ESQUECEU DE SEU APOIO AO NEOLIBERALISMO E A ENTREGA DE NOSSO PATRIMÔNIO AO ESTRANGEIRO E , POR INCRÍVEL QUE PAREÇA , FINANCIADA COM NOSSOS PRÓPRIOS RECURSOS. NOS TRAZENDO O "ESTADO MÍNIMO" , QUE CADA UM "APRENDA A PESCAR" , SE LIXE E RESOLVA SEUS PROBLEMAS SOZINHO.
DE REPENTE , ASSISTIMOS A IMPRENSA ULTRA RACISTA COBRAR SOLUÇÕES DO GOVERNO DILMA , QUE TEM EXATOS 14 DIAS , E FALAR A TODO O MOMENTO DOS 'ÚLTIMOS SETE ANOS' PARA ENVOLVER O GOVERNO LULA NA DESGRAÇA SE ESQUECENDO , TOTALMENTE , DA "HERANÇA MALDITA" DESSA "ELITE" APÁTRIDA E TOTALMENTE DESLEIXADA COM O NOSSO DESTINO.