segunda-feira, 7 de março de 2011

Rachel Sheherazade - sem papas na lingua sobre o carnaval

Abaixo a diferença! Amélias nunca mais!

Amélia achava bonito não ter o que comer, achava

Militantes de várias organizações, majoritariamente ligadas à Marcha Mundial das Mulheres e à Central Única dos Trabalhadores, preparam protestos para esta terça-feira de carnaval, 8 de março, Dia Internacional da Mulher.
A maioria dos atos programados para assinalar a data foi adiada para o dia 12, mas parte da militância vai aproveitar o carnaval para reclamar da desigualdade no trabalho e da violência sofridas pelas mulheres. Em São Paulo, as mulheres se reunirão às 14h de amanhã no bloco “Adeus, Amélia”.
Estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), sobre a diferença de oportunidades entre homens e mulheres, mostra o Brasil na 80.ª posição em um ranking de 138 países. A mudança desse cenário de desigualdade, dizem os movimentos sociais, passa pela valorização do salário mínimo e pela manutenção da política que reajusta o valor anualmente, já que, mesmo com um tempo maior de estudo, as mulheres formam maioria entre os que ganham o mínimo: uma em cada 10 recebe esse valor, enquanto para os homens a proporção é de um em cada 20, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.
Os movimentos querem ainda maior investimento em creches públicas e educação infantil em tempo integral, visto que a responsabilidade pela criação dos filhos, na esmagadora maioria das vezes, cabe às mães, que precisam deixar o trabalho para cuidar deles. O próprio Ministério da Educação afirma que o número de creches atende somente 11% do total de crianças brasileiras com menos de três anos de idade.
Além disso, a Lei Maria da Penha, apesar de vigorar há cinco anos para coibir a violência, principalmente doméstica, ainda não está consolidada. Em janeiro, a 6ª turma do Superior Tribunal da Justiça decidiu que a lei pode passar a ser ignorada no julgamento de casos de violência doméstica e familiar quando os crimes forem considerados de menor potencial ofensivo, cujas penas são inferiores a um ano de reclusão. Os processos poderão ser suspensos de acordo com o comportamento do réu. Dessa forma, o STJ altera a proibição da suspensão de processos mesmo contra o desejo da vítima de agressão.
Celso Jardim com Brasília Confidencial
No http://blogdadilma.blog.br/

Mulheres camponesas, aliadas a outros movimentos, contra o abuso de agrotóxicos.

5 de março de 2011 às 12:36

Mulheres da Via Campesina contra o abuso dos agrotóxicos

Em todo o Brasil, as camponesas, em conjunto com outros movimentos urbanos, mulheres da Via Campesina denunciaram nas últimas semanas  que o Brasil é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, inclusive de agentes contaminantes totalmente nocivos a saúde humana, animal e vegetal que já foram proibidos em outros países.
As ações alertaram sobre os efeitos nocivos para a saúde e meio ambiente da utilização anual de mais de um bilhão de litros de venenos, de acordo com dados do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Agrícola. O Brasil ocupa o primeiro lugar na lista de países consumidores de agrotóxicos desde 2009.
“A produção em grande escala com venenos traz conseqüência para a vida das pessoas, seja no campo, seja na cidade. Temos necessidade de consolidar esse debate na cidade, que é um debate para a humanidade”, afirma Marisa de Fátima da Luz, assentada na região do Pontal do Paranapanema (SP), e integrante da Coordenação Nacional do MST.
O que aconteceu estado por estado
No Rio de Janeiro, cerca de 300 mulheres trabalhadoras do campo e da cidade ocuparam a sede do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), no centro da capital carioca.  O objetivo da mobilização é denunciar os altos investimentos e empréstimos do BNDES à indústria dos agrotóxicos e às transnacionais da agricultura, que compram e lançam os venenos agrícolas nas lavouras brasileiras.
No Ceará, mais de 1.000 mulheres dos movimentos sociais do Ceará, como o MST, o Movimento dos Conselhos Populares e a Central dos Movimentos Populares, fizeram duas marchas para denunciar os impactos negativos para a saúde humana e para o ambiente com uso excessivo de agrotóxicos no Brasil e os impacto.
Em Fortaleza, mais de 600 mulheres marcharam até Palácio da Abolição, do governo do Estado, para denunciar a política de isenção fiscal que beneficia as indústrias de venenos e amplia o consumo de agrotóxicos em todo o estado. Em Santa Quitéria, 500 mulheres protestam contra a instalação da mina de Itataia.
Cerca de 500 mulheres da Via Campesina se reuniram em Curitibanos (SC), no parque de exposição Pouso dos Tropeiros, com o lema, “Contra o agronegócio, em defesa da soberania popular”. O encontro iniciou com uma mística relembrando o porquê do 8 de março ser um dia de luta das mulheres trabalhadoras. No momento em que aconteceu o encontro, uma comissão esteve reunida com o governo do estado para reivindicar a pauta.
Na Bahia, 500 trabalhadoras rurais e urbanas realizaram uma caminhada em Vitória da Conquista em frente a Prefeitura e aos Bancos do Nordeste e Brasil para a reivindicação da liberação do Pronaf Mulher, renegociação das dívidas das assentadas e a construção de creches nos assentamentos. Em Petrolina, mais 500 camponesas ocuparam a sede do INSS junto com MPA, MAB, CPT, IRPA, Quilombolas e Pescadoras, para cobrar a implementação dos processos de aposentadoria das trabalhadoras rurais, auxílio doença e o salário maternidade.
Em Eunápolis 1500 mulheres ocuparam a fazenda Cedro pertencente à multinacional Veracel, no município de Eunápolis no dia 28/2. Hoje, as camponesas trancaram a BR 101 por duas horas.  As trabalhadoras denunciam a ação do agronegócio no extremo sul da Bahia, com a produção da monocultura de eucaliptos praticada pela Veracel na região de maneira irregular, pois ocupa terras devolutas.  Encontros para discutir a agricultura camponesa e sementes crioulas também estão previstos para os dias 05 a 10 de março, envolvendo os municípios de Pindaí, Caetité, Riacho do Santana, Rio do Antônio, Caculé, Brumado.
Em Pernambuco, 800 trabalhadoras rurais ligadas ao MST, ao Movimento de Pequenos Agricultores (MPA), ao Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB) e à Comissão Pastoral da Terra (CPT) marcharam na manhã dessa terça-feira (1/3) de Petrolina a Juazeiro, trancando a ponte que liga os dois municípios, denunciando a inoperância do Incra da região. No dia 28/2, mais 500 mulheres ocuparam o Incra da cidade de Recife como forma de chamar a atenção para a Reforma Agrária.
No Rio Grande do Sul, cerca de 1.000 mulheres da Via Campesina, Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), Levante da Juventude e Intersindical protestaram no dia 1/3 em frente ao Palácio da Justiça, na Praça da Matriz em Porto Alegre. Elas saíram em marcha do Mercado Público de Porto Alegre até o local. Integrantes vestidas de preto estiveram paradas em frente ao prédio, em silêncio, para lembrar que as mulheres têm sido silenciadas por várias formas de violência. Na mesma cidade, cerca de 1.000 mulheres ocupam o pátio da empresa Braskem, do grupo Odebrecht, no Pólo Petroquímico de Triunfo, região metropolitana de Porto Alegre. A manifestação tem o objetivo de denunciar que o plástico verde, produzido à base de cana-de-açúcar, é tão nocivo e poluidor quanto o plástico fabricado à base de petróleo.
Já em Passo Fundo (RS), 500 mulheres realizaram uma manifestação pública no centro, com atividades de formação no Seminário Nossa Senhora Aparecida.
Em Sergipe, cerca de 1000 trabalhadoras rurais do estado estão acampadas na Praça da Bandeira de Aracaju. De 1 a 3 de março, elas participaram de atividades que denunciaram os agrotóxicos, o agronegócio, a criminalização dos movimentos sociais e a violência da mulher.
No Espírito Santo, uma marcha de mulheres do campo e da cidade partiu na terça-feira do município da Serra, promovendo uma série de atividades da Jornada de Lutas das Mulheres. No primeiro dia, a marcha caminhou aproximadamente 15 km até Carapina, com muita animação e apoio popular durante o trajeto. Depois, a marcha foi para a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), onde aconteceram debates sobre os impactos do agronegócio na vida das mulheres do campo e da cidade, com destaque para a questão dos agrotóxicos, do novo Código Florestal e da saúde alternativa.
No interior de Minas Gerais, 400 mulheres da Via Campesina e o Fórum Regional por Reforma Agrária ocuparam a BR 050, no km 121, entre Uberlândia e Uberaba, para denunciar que a utilização de aviões de pequeno porte para pulverização de agrotóxicos pela empresa Saci polui o solo e a água da região. A Saci, juntamente com a Usina Vale do Tijuco, utilizam grandes quantidades de veneno, jogados de aviões de pequeno porte que poluem o solo e a água da região.
Em Teófilo Otoni, 300 mulheres camponesas dos Vales do Jequitinhonha, Mucuri e Rio Doce realizaram uma marcha do centro da cidade, em direção ao Fórum da Comarca, para denunciar os casos de violência contra as mulheres e a violência causada pela concentração de terras na região.
Em São Paulo, desde 25 de fevereiro, várias mulheres do MST, realizam ato de denúncia e reivindicação na frente da Prefeitura de Limeira, próximo da Campinas. Cerca de 70 mulheres do MST e da Via Campesina realizaram a ocupação da prefeitura do município de Apiaí, localizado na região Sudoeste de São Paulo para reivindicar o acesso aos direitos básicos como: saúde, educação, moradia, transporte e saneamento básico, que vendo sendo negados pelo município às famílias acampadas.
No litoral de São Paulo, cerca de 600 mulheres da Via Campesina e outros movimentos sociais fecharam parte da Rodovia Cônego Domênico Rangoni,  também conhecida como Piaçaguera-Guarujá, que dá acesso ao Pólo Industrial de Cubatão.
Nesse região, encontram-se grandes empresas produtoras de veneno, como Bunge, Vale Fertilizantes, Rhodia, no total de 52 empresas. Dessas, cerca de 80% são produtoras de venenos. O estado de São Paulo está entre os três primeiros estados produtores de agrotóxicos no Brasil.
Para saber mais sobre o uso abusivo de agrotóxicos no Brasil, leia aqui a entrevista de Raquel Rigotto a Manuela Azenha.
No http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/mulheres-da-via-campesina-contra-abuso-dos-agrotoxicos.html

CMPA sintonizada com a história da mulher pauloafonsina

Dia Internacional da Mulher é comemorado em sessão da Câmara Municipal de Paulo Afonso/BA

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Seção em homenagem as mulheres.
Poesias e mensagens foram lidas pela escritora Socorro Mendonça

A Câmara Municipal de Paulo Afonso realizou na noite da última quinta-feira, 03 de março, a sessão em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Abrilhantaram a noite várias personalidades femininas, dentre elas; Drª Mirela Santana – Delegada da DEAM, Drª Isabel Cristina – Presidente da OAB em Paulo Afonso, Valda Aroucha – Presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Esmeralda Patriota – Presidente da APLB, Socorro Mendonça - escritora e poetiza, e Maria Josélia - presidente do Sindicato Municipal dos Agentes Comunitários de Saúde.
Durante a sessão foram ministradas duas palestras, a primeira foi realizada pela Drª Isabel Cristina que falou sobre a história da mulher – fazendo menção à bíblia e ressaltando conquistas sociais, destacando a necessidade do respeito mútuo entre os dois sexos – masculino e feminino. A segunda palestrante, Drª Mirela Santana, frisou os avanços e as conquistas pelos direitos da mulher dando ênfase a dados e pesquisas. 
Poesias e mensagens foram lidas pela escritora Socorro Mendonça, Valda Aroucha e pelos vereadores que também externaram suas emoções ao usarem a tribuna, relembrando as figuras femininas que fazem parte das suas vidas – mãe, mulher e filha e parabenizando as assessoras e funcionárias  do poder legislativo e ainda as mulheres que fizeram história em Paulo Afonso. Como exemplo de mulher guerreira, forte e alegre foi citado, várias vezes pelos parlamentares, o nome de Netinha- funcionária da Casa, falecida no dia 29 de janeiro do ano corrente.
O vereador Aroldo do Hospital contribuiu fortemente para um clima de emoções ao convidar sua esposa para ficar ao seu lado na tribuna enquanto declarava o seu amor por ela e enfatizava suas qualidades como mulher. Ao som do teclado do maestro Rodrigo D’Luca, Aroldo cantou a música de Roberto Carlos “Como é grande o meu amor por você” e encerrou entregando uma rosa a sua esposa.
O presidente da Casa ao finalizar a sessão agradeceu a todas as mulheres presentes e a participação das palestrantes ressaltando a importância do dia 08 de março. “Essa é uma data muito importante, pois simboliza reconhecimento, vida e a história das mulheres. Agradeço as que fazem parte da minha vida, as que trabalham nesta Casa e as que estão aqui presentes”, concluiu Regivaldo Coriolano.
Com informações da Assessoria de Comunicação da CMPA.
No http://www.noticiasdosertao.com.br/ultimas/mundo/5625-Dia-Internacional-Mulher-comemorado-sesso-Cmara-Municipal-Paulo-AfonsoBA.html

"E O TEU FUTURO ESPELHA ESSA GRANDEZA. TERRA ADORADA, ENTRE OUTRAS MIL, ÉS TU,BRASIL, Ó PÁTRIA AMADA!"

  Brasil é país que mais aumenta sua aceitação no mundo


A mais recente pesquisa anual da BBC sobre a popularidade dos países no mundo coloca o Brasil como o principal destaque. O País foi o que mais intensificou sua imagem positiva diante do resto do globo.

O estudo atual mostra que, na média da população das 27 nações pesquisadas, 49% consideram que a influência do Brasil no mundo é predominantemente positiva, um salto de 9 pontos percentuais em um ano. Os que veem a influência do Brasil como principalmente negativa são 20%.

Dos países pesquisados, o que tem a melhor visão sobre o Brasil é Portugal (76% de positivo, 15 pontos percentuais a mais que no levantamento anterior).

Apenas na Alemanha a imagem negativa do Brasil prevalece sobre a positiva. Lá, 32% reprovam a influência do País no mundo, enquanto 31% a aprovam. A China é a segunda nação que menos gosta do Brasil: 41% da população vê a presença do país latino-americano como negativa.

E foi justamente na China, o país mais populoso do mundo, que a visão favorável sobre o Brasil mais caiu, de 55% para 45%.

Entre os pesquisados, a Alemanha é o mais popular: 62% veem a influência do país como predominantemente positiva. Em seguida, aparecem Reino Unido (58% de aprovação) e Canadá (57%). Os Estados Unidos aparecem em oitavo lugar, com a mesma taxa de aprovação do Brasil (49%). O Irã é o mais impopular, com 59% de rejeição à sua atuação no mundo.Informações Estadão
No http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/ 

Para abaixar o topete do PIG é preciso uma campanha mais arrojada, para apagar de uma vez por todas o que está escrito nas suas entrelinhas.


O PIG sempre vence, no final

O Estado de São Paulo foi fundado em 1875; a Folha de São Paulo, em 1921; O Globo, em 1925; a Editora Abril, em 1950. Esses veículos são coração, cérebro e pulmões da imprensa golpista que finalmente reconheceu que deixou de ser imprensa para se transformar em partido político ao conspirar para estuprar a vontade do povo e implantar a ditadura militar no país.
Esses veículos sobreviveram a todos os governos. Algumas vezes, como na era Lula, perderam o poder de influir nos rumos do país. Dos que ousaram enfrentá-los, só Lula saiu incólume. Getúlio Vargas, por exemplo, foi levado ao suicídio por aquilo que o antecessor direto de Dilma Rousseff suportou estoicamente, uma artilharia incessante e sem limites que chegou a acusá-lo de ter “tentado estuprar” um adolescente e de ser “assassino”.
Não é exagero dizer, portanto, que essas quatro famílias midiáticas sempre estiveram acima das instituições e da própria sociedade. Chegamos a esse ponto porque todos os governos que se submeteram a elas encheram-nas de dinheiro público. Ou alguém acha que Globo, Folha, Veja e Estadão não receberam bilhões de dólares da ditadura que ajudaram a estabelecer e à qual deram apoio quase até o final de seus vinte anos de duração?
Vamos descobrindo, agora, que não havia divergência programática com Lula e que o ódio das famílias midiáticas se deveu apenas ao fato de que ele as enfrentava, dando seguidas declarações de que não se submeteria a elas, nunca tendo tido que almoçar com elas, prestigiá-las ou permitir, por exemplo, que indicassem pessoas para cargos importantes.
O caso de Emir Sader é emblemático no sentido de que é através da chantagem, da venda de “proteção” pseudo “jornalística” a governos que essas famílias se mantêm acima das instituições e da sociedade através dessas tantas décadas – e até século – em que mandam no Brasil.
A desculpa usada para contentar a mídia demitindo Sader, é fraquíssima.  Ninguém sabe direito em que contexto ele deu a tal declaração sobre “autismo” da ministra Ana de Hollanda. Com a história que tem, poderia ter sido chamado a uma reunião e convencido a se retratar publicamente. Isso foi feito? Alguém pode dizer que Sader se recusou a fazê-lo? Aliás, vale perguntar se ele sabia que a declaração que deu seria publicada, se não foi enganado.
Até poderia concordar com sua demissão se essa questão fosse esclarecida, mas, pelo que sei, ele nem foi ouvido. Deram-me até uma informação, ainda não confirmada, de que tentou se explicar e não lhe deram chance.
E mesmo que tenha sido dada a Sader a chance de se explicar e de recuar publicamente e ele tenha se negado – o que parece pouco provável que tenha acontecido porque ele já declarou que não foi bem assim, o que quis dizer –, expô-lo à execração pública de ser atacado até pelo Jornal Nacional é um crime contra a história do intelectual. Poderiam ter deixado que pedisse demissão.
Em geral, funcionários eminentes de governos recebem o benefício de pedir demissão para não aparecerem na mídia como demitidos. Até a Erenice Guerra, que se envolveu em suposta corrupção, foi dada essa chance. Demitir Sader pela imprensa, está claro que serviu à sanha vingativa da mídia sua inimiga.
Não vou nem aludir à Máfia americana, quando vende proteção. A imprensa golpista equipara-se às milícias dos morros cariocas que fazem justiçamentos cobrando proteção da comunidade. E quando digo cobrando, é em dinheiro mesmo. Ela cobra, aliás, bem mais, como todo justiceiro. Cobra poder. E, como se vê, consegue. Cedo ou tarde.
No http://www.blogcidadania.com.br/2011/03/o-pig-sempre-vence-no-final/

domingo, 6 de março de 2011

Mulheres avante!

Jornada Nacional de mulheres socialistas homenageia mexicanas

Donas de casa, trabalhadoras, campesinas, estudantes, atletas, artistas, artesãs, militantes políticas, ativistas de direitos humanos e ambientalistas; mães, irmãs, esposas, filhas de presos desaparecidos, entre tantas outras mulheres que "são vozes populares que não separam o sexo ao gritar um lema”, são as homenageadas pela Jornada Nacional de Mulheres Socialistas no México, pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado na próxima terça-feira, 8 de março.

Por Tatiana Félix, na Adital

A Jornada de Mulheres Socialistas, composta pela Frente Nacional de Luta pelo Socialismo (FNLS), pela Rede de Defesa dos Direitos Humanos (REDDH), Rede pelos direitos sexuais e reprodutivos no México, entre outras organizações, defende a comemoração de um 'Dia Internacional da mulher proletária', para valorizar essas determinadas lutadoras que enfrentam todo um sistema de violações e desigualdade de gêneros.

As instituições que formam a Jornada das Mulheres aproveitam a proximidade do dia 8 de março para, mais uma vez, dar visibilidade e chamar a atenção da sociedade para os obstáculos que as mulheres enfrentam por causa de um sistema desigual que valoriza o homem e viola os direitos da mulher. Para a Jornada, o socialismo seria uma alternativa viável para implantar uma política igualitária.

As entidades criticam que, em um país onde se fala de direitos humanos, de igualdade de gênero, de campanhas de gênero e de campanhas contra a violência, aconteçam tantas mortes, incertezas e inseguranças. Um país onde as mulheres são assassinadas e se negam a admitir que estes casos são, na verdade, feminicídio, uma perseguição às mulheres.

"Não são necessárias leis protetoras, senão processos, ações, que realmente garantem melhores condições de vida como gênero humano”, avalia a Jornada, comentando ainda que é urgente transformar as condições de violação sistematizada aos direitos constitucionais.

Para as organizações feministas da Jornada, a comemoração do Dia Internacional da Mulher ‘é o resultado do ativismo social, da organização e da manifestação de milhares de mulheres com coragem e valor'. A celebração de um dia especial para as mulheres, segundo a Jornada, vai à contramão do sistema arcaico que começa por ‘denegrir um gênero com a finalidade de terminar com a conscientização do povo'.

Segundo a organização, a violência contra os movimentos populares no México ‘persiste e tem se sistematizado'. Exemplo disso são os assassinatos de mulheres e ativistas, realizados por grupos que atuam como paramilitares, e que despertam pouco interesse das autoridades.

Para protestar contra toda essa violação e homenagear as mulheres mexicanas é que diversas atividades foram programadas pelo movimento no país. As celebrações já começam na manhã de segunda-feira (7), na Benemérita Universidade Autônoma de Puebla (BUAP), com um dia todo dedicado à discussão de temas de interesse das mulheres.

O primeiro seminário falará sobre "A participação da mulher no movimento popular ante a violência de Estado”. Em seguida, mesas de trabalho discutirão temas como "Experiências, testemunhos e denúncias da luta no movimento popular” e "Denúncias”, com o objetivo de dar visibilidade à violência e as violações que as mulheres sofrem no dia-a-dia.

O primeiro ato no dia das mulheres, terça-feira (8), será uma marcha para exigir o esclarecimento e o julgamento dos responsáveis pelo assassinato do ativista social Fermín Mariano Matías. Na parte da tarde haverá um evento político-cultural. Outras atividades como o 2º Festival Mulheres de Cores e o Encontro Popular de Mulheres, também fazem parte das comemorações em homenagem à mulher mexicana.

Prefeito Anilton (DEM/BA) não considera as mulheres.

USURPAÇÃO: Mais uma nota no "samba do crioulo doido"!‏

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Seção na Câmara em homenagem as mulheres.
O vereador reforçou sua indignação com o tratamento dispensado as mulheres
Depois de dois anos de governo sem apresentar nada de novo na área de saúde, a Prefeitura e sua Secretaria de Saúde tomam por usurpação a autoria da Lei Municipal de Notificação Compulsória (Lei 1.178/2010), que foi do vereador Celso Brito Miranda, que inclusive levou a discussão aos órgãos de defesa da mulher no município, dando robusticidade à mesma. Aprovado pela Câmara em 26 de outubro de 2010, sendo sancionada em fevereiro de 2011.
Durante a última sessão na Câmara, quinta 03/03, que também fazia uma homenagem ao Dia Internacional da Mulher, o vereador Celso Brito após um belo discurso às mulheres que fizeram a diferença na história de Paulo Afonso, aproveitou a palestra da Dra. Mirela Santana (DEAM), e demonstrou sua indignação pelo tratamento dado as mulheres no sistema de saúde municipal, como também, pela forma que a prefeitura anunciou Lei 1.178/2010, como de autoria do Executivo. Na matéria publicada no site da PMPA não foi citado o nome do verdadeiro autor, ou deveria no mínimo da Câmara de Vereadores, já que foi aprovada por unanimidade naquela Casa. “Achei muito estranho colocarem uma matéria usurpando da autoria da Lei para fazer pose na foto e ficar de bonzinho para as mulheres. Essa lei foi sancionada em fevereiro de 2010, e até hoje não produziram o formulário de Notificação. Era com isso que ele deveria se preocupar, e não querer ser mais um engenheiro de obras feitas.”, disse o vereador Celso em entrevista.
Já em seu discurso na Câmara o vereador reforçou sua indignação com o tratamento dispensado as mulheres no serviço de saúde municipal, principalmente, “depois de escutar a palestra de Dra. Mirella, de que a cada 100 mulheres que buscam atendimento, 80 denunciam a violência institucional (dados de pesquisa nacional), e esta violência institucional foi estampada durante toda esta semana aqui, aonde nós vimos somente em um PSF cerca de 300 pessoas nas filas, e creio que mais de 70% eram mulheres... E nesta Câmara estive sempre em defesa das mulheres, e quando eu vejo essa violência provocada por um governo que se esqueceu do seu compromisso social, se torna revoltante”, lembrando aos presentes que o município prever no Orçamento de 2011, somente para saúde, mais de 40 milhões de reais.
Diante da luta que está sendo travada pelo estabelecimento de padrões de atendimento de saúde condizentes com a situação econômica da Prefeitura Municipal e as necessidades do povo, o líder da oposição pediu, também, o engajamento dos movimentos das mulheres para que o sistema não pratique a violência institucional. “Peço ao Conselho da Mulher que foi criado por iniciativa popular, que entrem em nossa luta e não deixem acabar com a maternidade do BTN. Não deixem aquelas mulheres sofrerem, pois já estão vindo de moto para serem atendidas no Nair, que está sobrecarregado”. Para exemplificar, o vereador contou o caso de uma adolescente grávida que pediu sua ajuda, nesta quarta, que para conseguir um exame de ultra-som, pois havia caído de moto e estava perdendo líquido amniótico e desde o domingo tem ido ao HMPA, HNAS e PSF, e ninguém a ajudou, e ao ir a Secretaria de Saúde, não a receberam, pois estavam em reunião. E quanto ao primeiro atendimento no HMPA, conta o vereador que “não tiveram nem a decência de encaminhá-la ao plantonista, disseram-lhe simplesmente: ‘aqui não se atende gestante!’ ”. A mesma só foi atendida por volta das 13h no HMPA, do mesmo dia.
Já finalizando suas palavras o vereador comentou que precisa aproveitar os momentos solenes onde estão presentes os formadores de opinião, para mostrar a verdade do que tem ocorrido no município. “A luta que tivemos para melhorar esse sistema de saúde e vê-lo desmantelado, isso dói! Não é vaidade não! É por vermos o quanto contribuímos para o povo de Paulo Afonso, e hoje as gestantes não estão tendo as 7 consultas preconizadas pelo SUS e os 3 ultra-som”, disse o vereador Brito.
Com informações da Assessoria.
No  http://www.noticiasdosertao.com.br/ultimas/mundo/5624-USURPAO-Mais-uma-nota-samba-crioulo-doido.html

sábado, 5 de março de 2011

Bloco Carnavalesco 8 de Março - o bloco da mulher plena

CARNAVAL
A evolução da liberdade?  

04/03/2011. O fato de, este ano, o Dia Internacional da Mulher cair em plena terça-feira de Carnaval deve sim provocar reflexões que articulem as duas datas. Se por um lado, a festa celebra a alegria, por outro, ela não pode ser justificativa ou atenuante para situações de humilhação, coerção ou exploração das mulheres.
Alessandra Terribili *
O Carnaval é das festas mais tradicionais e aguardadas no Brasil. Em cada estado, as pessoas festejam a seu modo, e a alegria unifica tudo numa coisa só. Essa é a imagem bela que temos do Carnaval: bailes, blocos de rua, festas populares, muita gente feliz que, por 4 dias, consegue esquecer seus problemas e se irmana com desconhecidos e desconhecidas que estão sob a mesma condição.
O problema é que, como tudo, o Carnaval não é só beleza não. Todo ano, relatos de excessos cometidos por foliões Brasil afora deixam de orelha em pé qualquer pessoa que tenha algum apreço pelos direitos humanos. Entre tanta prática de barbárie, uma apresenta-se bastante comum: o desprezo pelas mulheres, seus direitos e sua autonomia.

Quem nunca ficou sabendo de uma história carnavalesca que envolveu violência sexual? Pra nem ir tão longe: quantas vezes você soube que, no meio da festa, passaram a mão em fulana ou beltrana? Quantas vezes você viu mulheres serem agarradas à força nessas situações? Pior: quantas vezes você ouviu, diante disso tudo, que “não se leve a mal, hoje é Carnaval”?

A celebração vira justificativa para uma porção de absurdos que, algumas vezes, nem são tolerados fora do contexto de Carnaval, mas sob ele são aceitos como se fossem práticas sociais recorrentes e até premiadas.

Há mulheres que deixam de freqüentar alguns espaços por causa do assédio fora de qualquer limite. Ficam constrangidas diante da imposição de um beijo, de um abraço, de uma mão em seu peito ou em sua bunda. Essas mulheres são mais numerosas do que se imagina.

Isso sem contar que o turismo sexual corre solto nessa época, ainda mais que em outras. Afinal, a propaganda que se faz do Brasil lá fora parece dizer que é a terra das mulheres gostosas e do sexo fácil e descompromissado. Milhares de mulheres sambando peladas, closes ginecológicos nas coberturas de TVs, fotos pornográficas em qualquer site de internet. Isso pra nem falar de como são retratadas as mulatas, pois o Carnaval é mais um momento em que o preconceito e a opressão das mulheres negras se reafirmam com muito mais força.

“Não seja exagerada ou moralista” é algo que certamente ouvirei (ou lerei) por conta desta opinião. Evidente que o Carnaval não é só a parte da falta de limites e da agressão de mulheres, seja pela mercantilização do seu corpo, pela vulgarização da sua imagem ou pela coerção física mesmo. Mas é conveniente tratar deste assunto agora, este ano, mais do que nunca, porque 8 de março de 2011 – Dia Internacional da Mulher – será terça-feira de Carnaval.

“Ô sua mal amada, que tem inveja das mulheres que podem ficar nuas na frente de todo mundo porque são belas”; ou “Deixa de ser histérica, que a maioria das mulheres nem se sente ofendida por nada disso que você está falando”. Mas é que este blog tem um público de esquerda, consciente da vida real, das desigualdades, da opressão, que sabe que as coisas não acontecem por acaso.

A luta das mulheres no Brasil e no mundo é histórica, conquistou muita coisa, transformou o mundo todo. Mas ainda falta muito. Nem precisamos nos alongar pra justificar essa afirmação, basta olhar os conhecidos dados acerca da violência contra mulheres, desigualdade salarial, atribuições domésticas, etc.

Bandeiras caras ao feminismo, como aquela contra a exploração do corpo das mulheres, contra a mercantilização, em defesa do livre exercício da sexualidade e contra todo tipo de violência são altamente contrariadas durante o Carnaval, em salões, blocos e TVs do país inteiro. Não pode ser um momento de exceção: a humilhação, coação e opressão das mulheres devem ser combatidas todos os dias do ano.

E pra quem fica indignada ou indignado diante da completa banalização que se faz do corpo feminino nessa época, que é exposto como se fosse uma lata de sardinha no supermercado, ou um frango assado girando em volta de si mesmo numa padaria, não se sinta ultrapassado ou moralista. Anacrônica é essa forma de ver as mulheres. E uma indignação coletiva e em voz alta pode ajudar a alterar as coisas como estão – porque, como disse Paulo Freire, o mundo não é, o mundo está sendo.

Neste 8 de março, além de guerrear contra a indústria de cosméticos e seus afins, que não se conforma enquanto não tornar nosso dia de luta em mais um dia de comércio, temos esse forte adversário pela frente: a naturalização da opressão e a ideia de “período de exceção”. Mas nós, feministas, que tantas batalhas já vencemos, não tememos essa não. E viva o dia internacional da mulher!
* Alessandra Terribili, jornalista, é integrante da Secretaria Nacional de Mulheres do PT.

Publicação da Democracia Socialista - Tendência do Partido dos Trabalhadores
contato@democraciasocialista.org.br

Se for pra nos sacanear no carnaval, gringo, não vem que aqui não tem! O mesmo dizemos pra muitos brasileiros! Valorizem as mulheres do seu país, valorizem o seu país! Saibam que o relacionamento equilibrado e respeitoso entre homens e mulheres é o melhor paradigma para as nossas crianças e adolescentes. Ademais, cabe a nós ficarmos atentos para que a mídia não faça apologia ao turismo sexual.

Carta aberta aos gringos que vêm pular Carnaval no Brasil

Em português e inglês, conselhos úteis para os estrangeiros não pagarem mico no Brasil
15.02.2011 | Texto por Nina Lemos Ilustração Tereza Bettinardi

Tereza Brttinardi


Nada é mais insuportável do que um estrangeiro que pensa que no Carnaval todas as brasileiras são putas. E que, além de tudo, fica bêbado e queimado feito um camarão. Por isso, escrevemos esta carta aberta para os turistas. Se você vai receber algum amigo na folia, mande para ele por e-mail!
Se você é gringo e está vindo passar o Carnaval no Brasil, seja bem-vindo. Sabemos que há anos vocês sonham com a praia de Copacabana, com aquelas mulheres lindas (e todas, sem exceção, peladas) e litros de cerveja e caipirinha. Você é bem-vindo. Principalmente porque sua viagem melhora a economia do país. E também porque adoramos conhecer pessoas de outras culturas. E sabemos que a maioria de vocês é superlegal. Por isso mesmo, espalhamos para vocês esta carta aberta.
Não queremos que vocês virem a caricatura do gringo deslumbrado com o Carnaval, um tipo insuportável que paga dezenas de micos e acha que aqui é a terra da uva. Que todas nós somos gostosas que vivem por aí sambando sem trabalhar e que, claro, estamos dispostas a dar para vocês. NÃO É NADA DISSO. Somos moças normais. E, se quisermos dar para vocês, exigimos respeito. Não pensem que no Carnaval “vale tudo”.

Também é bom ter noção do ridículo na hora de se fantasiar. Existe fantasia legal e fantasia patética. Tipo, aqueles chapéus com um copo de chope em cima são horrorosos.
A última parte desta nossa carta aberta é um alerta em relação ao sol. Ele queima. Se você não passar protetor solar O TEMPO TODO, você vai virar um pimentão. Além de doer, você vai ficar ridículo. Tomar sol e virar pimentão é o mesmo que sair na neve de camiseta. Uma coisa que jamais faríamos.
Com os votos de um bom Carnaval.

Open letter to foreigners who come to celebrate Carnaval in Brazil


Nothing is worse than a tourist who believes every Brazilian woman turns into a whore during Carnaval. Not to mention getting drunk and red like a boiled lobster. This is why we wrote this open letter to visitors. If you are having friends over for the festivities, email them this!


If you’re a foreigner coming to Brazil during Carnaval, welcome. We know that, for years now, you’ve been dreaming of Copacabana, and all those beautiful women (all naked, without exception), and beer and caipirinha by the gallon. You’re welcome here. Particularly because your visit is good for our economy. Also because we love meeting people from different cultures. And we know that most of you are super-fun. Which is why we wrote this.
We don’t want you to become the stereotypical dazzled by the Carnaval gringo, those unbearable characters making fools of themselves over and over and thinking everything goes here. Thinking we are all hotties who spend their lives dancing around and not working, and who are, of course, just dying to do it with you. WE ARE NOT. We’re regular women. And, if we do want to do it, we demand respect. Carnaval is not a free for all.
Also, keep it real when it comes to picking a costume. There are cool costumes and pathetic costumes. Like, say, those hats with beer mugs on top are hideous.
The last part of this letter has to do with the sun. It burns. If you don’t wear sunscreen ALL THE TIME, you’ll turn into a pimento. Pain aside, you’ll look ridiculous. Burning yourself red and tender is like going out on a snowy day in nothing but a t-shirt. We just don’t do that.
Wishing you a great Carnaval.

No  http://revistatpm.uol.com.br/revista/106/badulaque/carta-aberta-aos-gringos-que-vem-pular-carnaval-no-brasil.html