terça-feira, 19 de julho de 2011

Aberta a 5ª edição dos jogos Mundiais Militares

Dilma declara abertos os Jogos Mundiais Militares no Rio

Presidente Dilma Rouseff acompanhou a cerimônia de abertura dos Jogos Militares (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)Do G1 RJ 
O público lotou o Estádio Olímpico João Havelange, o “Engenhão”, no subúrbio do Rio de Janeiro, no início da noite deste sábado (16) para a cerimônia abertura da 5ª edição dos Jogos Mundiais Militares. Por volta das 19h40, a presidente Dilma Rousseff declarou abertos os Jogos.
Presidente Dilma Rousseff acompanhou a abertura dos Jogos Militares (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)
Antes, aviões da Esquadrilha da Fumaça formaram desenhos sobre o estádio, arrancando aplausos do plateia. Diferente das outras cerimônias de abertura, a entrada dos 4 mil atletas, de mais de cem países, foi logo no início do espetáculo. Os brasileiros foram os últimos a entrar. O Brasil será representado em 20 modalidades esportivas.

A presidente Dilma Rousseff se encontrou com Pelé durante a cerimônia (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)Cerca de 1,2 mil crianças de escolas públicas ensaiaram por mais de dois meses para a cerimônia de abertura. A participação das crianças na abertura dos jogos teve um motivo especial: elas simbolizaram os “sonhos de paz”, um dos temas do evento. O espetáculo exaltou as riquezas do Brasil, como a água, os animais e a floresta amazônica.
A presidente Dilma Rousseff se encontrou com Pelé durante a cerimônia (Foto: Roberto Stuckert Filho / PR)
Além da presidente Dilma Rousseff, o ministro da Defesa Nelson Jobim e o ministro dos Esportes Orlando Silva também estiveram presentes na abertura. A pira olímpica foi acessa por Pelé, que foi escolhido por ser o atleta do século 20 e por ter jogado na seleção militar no início da sua carreira representando as Forças Armadas.
 
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Dilma, a caçadora de marajás

O COMBATE À CORRUPÇÃO COMEÇA DE CIMA


RETIRADO DO BLOG DO NASSIF
Por Adamastor - Do Correio do Brasil
Estilo Dilma mostra aversão da presidenta à corrupção endêmica no Brasil.
A presidenta Dilma procurou conhecer detalhes da história sobre o tráfego de propina no Ministério dos Transportes
Passado meio ano de sua posse, a presidenta Dilma Rousseff tem procurado mostrar o seu estilo de lidar com a corrupção, fenômeno criminal endêmico capaz de colocar o país entre os mais subdesenvolvidos do mundo quando o assunto é o desvio de recursos públicos para fins escusos. Os episódios que levaram à queda de Antonio Palocci, então ministro-chefe da Casa Civil, um dos mais altos cargos do governo, em seguida à renúncia do ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, após denúncias de envolvimento com licitações fraudadas e formação de quadrilha.

Embora no primeiro caso o Palácio do Planalto tenha procurado oferecer uma espécie de blindagem ao ministro Palocci, até que a situação dele ficou insustentável, no episódio que envolve o Ministério dos Transportes a atitude foi outra. Dilma determinou uma investigação rasa e veloz o suficiente para mostrar a forma como pretende lidar com futuras ocorrências ligadas à corrupção em seu governo.
Especialistas ouvidos por jornalistas confirmam o retrato da mulher dura e tenaz, construído ao longo dos anos em que exerceu o posto de ministra-chefe da Casa Civil, no governo Lula. Agora, eleita para governar o Brasil até 2014, a presidenta mostra sua intolerância à corrupção e à falta de ética de seus comandados.
Para o catedrático de Ética e Filosofia Política da Universidade de São Paulo (USP), Renato Janine Ribeiro, consolidar sua identidade será essencial para que a presidenta mostre que tem nas mãos um governo com marca própria.
– O que está em jogo é: ela vai ter uma personalidade própria ou não? Ela tem mesmo que descartar rapidamente as pessoas que estiverem ruins. Ou ela consegue fazer uma consolidação significativa, no sentido de se mostrar como um nome poderoso, capaz de encontrar os caminhos dela, ou então vai ficar muito apagada.
Já o pesquisador Celso Roma, doutor em Ciência Política pela USP, destaca que o afastamento do diretor-executivo do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte), José Henrique Sadok de Sá, ocorrido nesta sexta-feira, foi mais uma pronta resposta do governo a denúncias de corrupção envolvendo a cúpula do Ministério dos Transportes.
– Até este momento, a presidente Dilma deu sinais claros de que será pouco tolerante com escândalos de corrupção em seu governo. Discrição no estilo de governar e firmeza contra a corrupção se revelaram as principais marcas dos primeiros seis meses do governo.
Fontes do Palácio do Planalto revelaram que a ordem para a saída de Sadok de Sá foi da própria presidente. O funcionário vinha respondendo pela direção do órgão na ausência de Luiz Antonio Pagot, que também já havia sido afastado por determinação de Dilma. Para Roma, a rapidez para tirar servidores citados em investigações e conter polêmicas que atrapalhem o andamento do governo pode garantir à presidente a manutenção de seus bons níveis de popularidade e aprovação popular.
– O resultado das pesquisas de opinião realizadas após o afastamento de Palocci comprova esse ponto – afirmou.
Pesquisa realizada em junho pelo Instituto Datafolha, logo após o desfecho do caso Palocci, revelou a avaliação positiva do governo apesar da turbulência. De acordo com o instituto, 49% dos entrevistados consideravam a gestão Dilma como ótima ou boa. Em março, esse índice era de 47%.
Identidade
Para Janine Ribeiro, outro fator essencial que deve ser levado em conta pela presidente para construir sua identidade é a capacidade de comunicação. Neste ponto, diz ele, Dilma se diferencia muito de seus dois antecessores: Lula e o tucano Fernando Henrique Cardoso, ambos mais falantes do que ela.
– Acho que ela ficou calada um pouco demais. Agora está falando mais, e isso é um grande ganho. Ela vai ter que conquistar as pessoas pela fala. O regime democrático exige que a pessoa fale muito, e isso é uma coisa que ela vai ter que fazer cada vez mais, até para as pessoas sentirem que a presidente chega a elas.
Já Roberto Romano, professor do Departamento de Filosofia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), não vê prejuízos na discrição de Dilma. Trata-se, segundo ele, de uma característica natural da presidente.
– Ela tem um estilo próprio, moldado durante muito tempo pela militância que ela teve na esquerda. Na esquerda, ela era obrigada ao sigilo, à discrição e ao anonimato devido à repressão do regime militar. Então, ela aprendeu a não falar em demasia.
Para o especialista, em períodos mais conturbados, como os ocorridos neste primeiro semestre, o estilo de Dilma acaba sendo benéfico, porque evita exposições desnecessárias e minimiza o risco de declarações precipitadas e gafes.
– Ela tende a primeiro analisar e imediatamente traçar metas para a solução. Acho que essa atitude de mais recato a resguarda mais que se ela começasse a utilizar o verbo para cima e para baixo do Brasil, à maneira de seus antecessores – concluiu. Fonte: Correio do Brasil
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Ideli Salvatti, ministra de Relações Institucionais, prioriza reforma tributária

Ideli coloca reforma tributária fatiada como prioridade do segundo semestre

São Paulo - A ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, deixou claro que a reforma tributária, ainda que fatiada, deve ser uma das prioridades do governo da presidenta Dilma Rousseff no segundo semestre deste ano. A jornalistas em Florianópolis (SC), ela fez um balanço dos primeiros seis meses de governo e enumerou os pontos contemplados na proposta de mudanças no sistema de cobrança de impostos no país.
A expectativa do Executivo é formular as mudanças nos próximos meses. Entre as medidas em estudo estão o fim da possibilidade de redução e de isenção do Imposto sobre Mercadorias e Serviços (ICMS) com o intuito de atrair empresas. A medida visa a impedir a guerra fiscal entre estados em disputa por grandes empresas. O objetivo final seria criar uma alíquota única, chamada de ICMS interestadual, o que simplificaria a estrutura tributária do país.

"Também iremos criar dois fundos de compensação para quem for prejudicado com a reforma. O fundo de compensação do ICMS e o fundo de desenvolvimento regional", disse. Os "prejudicados" seria estados e municípios que tivessem arrecadação reduzida pelas mudanças.
Em relação à desoneração da folha de pagamento, Ideli não entrou em detalhes. A medida discutida entre os ministérios da Fazenda e da Previdência Social envolve retirar ou reduzir a contribuição patronal do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A perda de receita seria compensada por outro tributo, mas o modelo não tem ainda consenso entre as pastas.
Discute-se a possibilidade de tributação sobre o lucro das empresas, ou a criação de uma nova forma de imposto sobre o cheque – a exemplo de como funcionava a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta em 2007. Por ainda haver temores de perdas por parte do INSS, a medida deve ser adiada.
Permeável
Na mesma entrevista, Ideli falou ainda sobre os riscos de a crise econômica pela qual passam países a Grécia e os Estados Unidos. Ela sustenta que o Brasil está forte e protegida em boa situação, mas não é "impermeável". Por isso, o governo acompanha com atenção as negociações entre o presidente norte-americano e o Congresso do país para elevar o teto da dívida pública. "Há uma permanente vigília da equipe econômica para tomar as medidas necessárias", afirmou a ministra.
A Casa Branca busca acordo com a oposição republicana até dia 2 de agosto. Atualmente o limite de endividamento é de US$ 14,3 trilhões, equivalente a mais de 90% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país em um ano. Caso a expansão do limite não seja garantida, os EUA não teriam condições de rolar a dívida com vencimento no início do próximo mês.
Com informações da Reuters
 
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domingo, 17 de julho de 2011

Continue Bela, Fortaleza!

Perversa combinação

Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Jr - Memorialista
Camarada Clóvis. Não atrevas macular vitórias libertárias da Fortaleza Bela. Estás a faltar com a verdade. Que intimidade com os concessionários do transporte público tem Luizianne Lins? Seria essa intimidade que mantém, durante sete anos, a passagem de ônibus em Fortaleza uma das mais baratas do Brasil? A que criou a Tarifa Social, a Hora Social e a gratuidade para pessoas com deficiência?
Que aproximação é essa com empreiteiros e empresários que a sua leitura vê? A prefeita Luizianne não permitiu o estaleiro onde eles queriam construir, maculando a nossa orla e o povo do Mucuripe. Pelo contrário. Sua gestão garantiu a área de preservação ambiental na Sabiaguaba e o plano diretor de Fortaleza foi feito por maioria popular.

As obras que estão espalhadas por toda Fortaleza garantirão um futuro melhor e mais humano para nossa cidade, como é o caso dos Cucas e do Hospital da Mulher. E, muitas destas obras são decididas pela população, nas assembleias do Orçamento Participativo, pois esta é uma gestão que escuta o povo.
Podia até concordar, em parte, com tua visão sobre as festas, mas fazes leitura torpe. É graças a este calendário cultural que Fortaleza é hoje o maior destino turístico do Nordeste e o quarto do País.
Antes de Luizianne, Fortaleza não tinha Réveillon. Agora, temos o segundo maior do Brasil. O aniversário da cidade está incluído no calendário como data magna e é também resgate, auto–estima, consciência, cidadania, história e cultura.
Aliás, a bem da verdade, em respeito ao Réveillon da Fortaleza Bela: o maior lucro que a cidade recebe é a paz. Ano a ano este fica maior e mais pacífico, contrariando a combinação perversa de que multidão rima com violência. Hoje, o Réveillon de Fortaleza caminha para virar ícone da paz mundial. Fonte: Jornal O Povo.
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Lula X FHC: "Uma questão de competência..."

Anos de governo de Fernando Henrique Cardoso:

Na época em que era presidente, FHC encomendou uma pesquisa para saber a quantas andava a opinião do povo sobre seu governo. Quando chegou o resultado, o pesquisador foi logo dizendo:
- Presidente, tenho duas notícias. Uma boa e outra ruim.
O presidente então lhe diz:
- Quero primeiro as boas notícias.
O pesquisador então diz:
- Presidente, o povo esta dividido. 50% de otimistas e 50% de pessimistas.
O presidente vira para o pesquisador e diz:
- Vamos primeiro às boas noticias. O que estão dizendo os otimistas?
- Bem, os otimistas estão dizendo que se as coisas continuarem assim, o povo brasileiro logo vai ter que comer merda.
- Os otimistas??? - grita logo o presidente. - Então, o que dizem os pessimistas??
- Bom - responde o pesquisador - Os pessimistas dizem que se as coisas continuarem assim, a merda não vai dar para todos!!
Enviado pelo internauta anônimo para o Blog da Dilma.
 
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Primeira PresidentA do Brasil manda construir primeiro submarino brasileiro

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Para desespero da elite

A escalada populista



Nova temporada de Lost será gravada no Brasil


Leia mais em: O Esquerdopata
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Valeu guerreiras! O sonho de conquistar uma Copa do Mundo ainda não acabou!


As meninas do Brasil foram eliminadas do Mundial na Alemanha após derrota nos  pênaltis para a seleção dos EUA

Se dependesse da globo, a nova classe média não existiria, assim como o ENEM, a COPA 2014 e as OLIMPÍADAS 2016, O PNBL (Plano Nacional de Banda Larga) e nós, mulheres, não teríamos a 1ª Mulher PresidentA do Brasil.

Jornal do Brasil

Maria Luisa de Melo

“Se dependesse da TV Globo, eu estaria morta”. A declaração da jornalista Cristina Guimarães – vencedora do Prêmio Esso em 2001, junto com Tim Lopes, pela série ‘Feira das drogas’ – promete causar polêmica e agitar os bastidores do caso que ficou conhecido em todo o país. De volta ao Brasil após passar oito anos se escondendo de traficantes da Rocinha, que ameaçavam matá-la depois de reportagem veiculada no Jornal Nacional, ela conta em livro como a TV Globo lhe virou as costas e garante que o jornalista poderia estar vivo se a emissora tivesse dado atenção às ameaças recebidas.
De acordo com Cristina, sete meses antes de Tim ser morto por traficantes do Complexo do Alemão, ela entrou com uma ação judicial de rescisão indireta, na qual reclamava da falta de segurança para jornalistas da emissora. As denúncias integram o livro que está sendo escrito por Cristina e deve ser lançado nos Estados Unidos, no início do próximo ano. A obra, segundo a jornalista e publicitária, também deve virar filme.
“Não dava para escrever meu livro no Brasil. Aqui a Globo ainda tem uma influência muito forte e a obra poderia ser abafada de alguma maneira. Com o apoio do governo americano, fica mais fácil lançar nos EUA”, pondera.
No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/