domingo, 24 de julho de 2011

Se todos os formandos se recusarem a fazer os exames da ordem, será o fim desse mal desnecessário.

OAB PERDE A POSTURA E ACUSA PROCURADOR

Por: Emerson Rodrigues - Presidente Nacional do MNBD
Em desespero a OAB tenta denegrir a imagem do Ministério Público Federal após relatório em que a PGR declara o exame de ordem inconstitucional! Alguns meses passados tentaram denegrir a imagem do Desembargador VLADIMIR SOUZA CARVALHO quando este declarou o exame de ordem inconstitucional! Em 2009 a OAB atacou severamente a juíza federal MARIA AMELIA ALMEIDA SENOS DE CARVALHO da 23ª Vara Federal do Rio de Janeiro quando concedeu liminar a 6 bacharéis frente a inconstitucionalidade do exame de ordem!
Pasmem os senhores! O presidente da OAB Dr. Ophir, em debate na Rádio Estadão ESPN, atacou veementemente o MNBD, tentando jogar os bacharéis contra a sociedade, e pior, insinuando que todos os reprovados no exame são analfabetos jurídicos. Dr. Emerson Rodrigues que também participou do debate em defesa dos bacharéis, contestou-o, exigindo respeito ao tripé constitucional: MEC: fiscaliza e autoriza cursos de graduacão, FACULDADE: qualifica e CONSELHO DE CLASSES: fiscalizam seus inscritos.
Há mais de dez anos que os bacharéis estavam amordaçados pela OAB, mas o MNBD enfrentando o lobi da OAB, teve a coragem de denunciar a inconstitucionalidade do exame de ordem, sendo que hoje, essa construção é sólida. Estudamos para defender nossos direitos, se não tivermos coragem para defendê-los, como iremos defender os interesses de outrem?! Esperamos que o parecer do MPF possa despertar aqueles que estavam descrentes da nossa vitória!
 
No http://dilma13.blogspot.com/

Não, não e não para os exames da OAB!

domingo, 24 de julho de 2011


O exame da OAB no banco dos réus

José Carlos Scribel
Se o MEC reconhece um curso de Direito de uma instituição pública ou privada e esse curso é ruim, o problema deve ser resolvido pelo MEC que tem por dever cuidar da qualidade do ensino superior e fiscalizar as faculdades e universidades que foram por ele reconhecidas para formar operadores do Direito, capazes de promover a justiça que o nosso país muito carece.
Por outro lado, a OAB, cujo compromisso institucional é a administração da justiça e a defesa da sociedade em seus direitos e garantias fundamentais, consagrados pela Constituição Federal; deveria cobrar mais do MEC o exercício de suas funções legais para garantir essa desejada qualidade de ensino. Mas ao invés disso, prefere, ao contrário senso de todas as demais profissões (até a Medicina!), instituir um Exame de Ordem que:

1 – Cria uma reserva de mercado para os advogados. Afinal, nenhum deles quer mais concorrentes e todos nós sabemos que no curso de Direito tem muita gente se formando. Assim, o exame deixa de aferir conhecimentos para funcionar como um vestibular ou concurso público que estabelece limite de vagas a respeitar.
2 – Cria uma verdadeira indústria milionária de concursos que enriquece os cofres da OAB, dos cursinhos, dos professores, das universidades, das instituições que aplicam as provas…
3 – Cria mais um campo de trabalho promissor para juízes e desembargadores (que pela Constituição somente podem exercer outras funções no magistério – art. 93, inc. III parágrafo único CF), além de beneficiar também promotores (idem aos juízes -ver art. Art. 128, II, § 5º, II, d CF), defensores e advogados que têm ou podem ter ganhos extraordinários dando aulas. É lógico que nenhum deles tem interesse em mudar isso, que os beneficia; o que coloca a estrutura do Judiciário brasileiro sob suspeição para julgar a inconstitucionalidade do Exame de Ordem (ver arts. 135, incs. IV e V e 138, inc. I do CPC), já que a suspeição decorre da natureza da causa e não do caráter de quem julga.
4 – Cria também, oportunidades para as universidades privadas faturarem mais, pois elas também já oferecem cursinhos para tal exame. É lógico que elas não irão se opor ou muito menos lutar contra isso; mesmo diante dos baixos índices de aprovação de seus alunos, que muitas vezes não condizem com a qualidade de seu ensino. Além do mais, seus cursos de Direito têm um corpo docente formado por renomados juízes, promotores, advogados… Todos estão ganhando!
Desta forma, só quem perde são aqueles bacharéis que deveriam ter seu direito constitucional reconhecido, como ocorre em qualquer outra profissão, pelo art. 5º inc. XIII da Carta Magna, que é claro ao dizer: “é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Essas pessoas são formadas, possuem um diploma de nível superior reconhecido pelo MEC, mas que nada vale sem a aprovação em concurso público ou no Exame de Ordem, ficando às margens do mercado de trabalho para exercer sua profissão na área do Direito, para a qual dedicou, no mínimo, 5 anos de muito estudo e, provavelmente, muitos mais anos de sonhos.
Além disso, é a educação continuada que difere um bom profissional do mau. Isso é fundamental no Direito, já que as leis estão mudando rapidamente, evoluindo com a sociedade e o seu estudo contínuo é a forma correta de atualização. E o que vemos são poucos os advogados que se atualizam e se especializam, o que coloca a categoria desacreditada, ante as aberrações, erros e fatos jurídicos que assistimos, tomamos conhecimento ou sofremos.
Na dinâmica do Direito os profissionais se obsoletam rapidamente e a OAB não está preocupada com isso, mas sim em restringir o trabalho daqueles que acabaram de se formar e que estão teoricamente mais atualizados que muitos advogados que estudaram em velhas constituições, códigos e leis já superadas, parando por aí, depois de aprovados no Exame de Ordem e abrirem seus escritórios, que, em geral, se propõem a atuar em quaisquer áreas do Direito. Afinal, são os bacharéis recém-formados o elo mais fraco dessa corrente.
Se a OAB quer melhorar a qualidade do advogado, por que não institui um processo de acreditação, com avaliação profissional periódica, a exemplo do que prega a norma internacional ISO 17024, de aplicação ampla para qualquer profissão? Ou mesmo institua, de forma estruturada, cursos obrigatórios de atualização, reciclagem e desenvolvimento? Ou estabeleça carteiras diferenciadas para os advogados trabalhistas, civilistas, criminalistas…? Ou que adote os registros ou anotações de responsabilidade técnica em carteira, como é prática no CREA, para que a sociedade saiba com que tipo de profissional está lidando, sua área de atuação e experiência profissional?
Todos sabemos que não se pode atuar em todas as áreas do Direito sem perda de qualidade. Mas a carteira da OAB permite isso! Por que a OAB não exige, então, a especialização nos cursos de Direito, para melhor formar os profissionais? Por que ela deixa a critério do examinado a escolha de uma área para exame na segunda fase e não coloca tal qualificação na carteira, restringindo assim sua atuação? Será que o aprovado numa prova de Direito Administrativo está apto para defender um acusado de um crime, sujeito à legislação penal?
Por que a Ordem não auxilia mais o MEC em sua árdua missão, denunciando, processando e expondo as más instituições; principalmente as que ferem o Código de Defesa do Consumidor-aluno que está pagando por um mau serviço? Interessante saber que nem o Ministério Público já tomou tal iniciativa. Alega-se que a natureza dos serviços educacionais está em prover a educação e não garantir resultados, já que estes dependem da pessoa e não da instituição. Mas, diante das reprovações, será que os serviços estão sendo prestados satisfatoriamente? Se não estão, não está caracterizado um crime nas relações consumeristas?
Quantos advogados “experientes” e com a carteirinha vermelha seriam hoje aprovados nesses Exames de Ordem? Será que os dirigentes da OAB se sairiam bem? Pode ser que não ou que sim. Na verdade, tal exame não irá provar a competência que possuem.
Quem sinceramente acredita que um único exame pode garantir a qualidade vitalícia de um advogado para atuar em todas ou quaisquer áreas do Direito? A verdade é que esse único exame não pode ser um divisor de águas definitivo entre a competência ou incompetência, entre o bom e o mau caráter (caráter esse que não pode ser avaliado no exame).
A OAB tem o dever de se preocupar em promover e aprimorar a classe dos advogados e a própria justiça com ações mais consistentes junto aos que advogam, que afastem do mercado os maus profissionais que aí estão. Isso inclui, também, considerar na reforma do Judiciário a formação profissional e a educação continuada dos operadores do Direito, e não impedir o livre exercício profissional daqueles que se formaram legalmente, pois a intenção pode ser boa, mas é constitucionalmente contestável.
Exigir apenas um único exame para reconhecer a qualidade de um profissional não é o caminho mais correto; talvez seja o mais simples, mas com certeza é o mais rentável e de melhor aceitação política por parte dos operadores do Direito.
Afinal, qual a verdadeira intenção que está por trás dos Exames de Ordem? Será o propósito de melhorar a qualidade da advocacia no Brasil está sendo alcançado?
A sociedade deve julgar essa questão com isenção, pois a nova geração de bacharéis tem demonstrado mais ideal, mais ética e sede de justiça do que a atual estrutura de poder do nosso país e não pode carregar a culpa das mazelas da justiça e da educação aqui existentes.
No http://dilma13.blogspot.com/2011/07/o-exame-da-ordem-no-banco-dos-reus.html#more

Brasil é o grande vencedor, nos Jogos Mundiais Militares!

Confira o quadro de medalhas dos Jogos Mundiais Militares Rio/2011

Veja quais são os dez primeiros países do ranking na competição

Por GLOBOESPORTE.COM Rio de Janeiro
quadro de meldalhas jogos militares 23/07 - 2 (Foto: arte esporte)

Atualizado após o fim das competições deste sábado.

Exame da OAB, pra que fazer?

Se a OAB está tão preocupada com a qualidade do curso de Direito, que vá pegar no pé das entidades que o promove.

Ora me deixe, OAB!

Morre Amy Winehouse

A cantora inglesa Amy Winehouse foi encontrada morta, hoje, dia 23, em seu apartamento em Londres. Tinha 27 anos, conquistou cinco Grammy pelo seu consagrado álbum "Back to Black" (2006), e foi alvo muitas vezes de manchetes escandalosas nas TVs, jornais e revistas.
Esteve no Brasil, em janeiro 2011, onde fez cinco apresentações.
Desconhece-se a causa mortis, provavelmente perdeu a batalha pelo excesso de consumo de drogas e de bebidas.
Lamentavelmente, mais uma derrota contra as drogas, com toda a certeza. 
 
 
No http://dilma13.blogspot.com/

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pasta do novo ministério será da dona do Magazine Luiza

ENQUANTO ISSO , NO PAÍS DA PRESIDENTA DILMA

Dona do Magazine Luiza é cotada por Dilma para novo ministério Luiza Trajano iria para Secretaria da Micro e Pequena Empresa


Carlos Cecconello - 13.ago.10/Folhapress

Luiza Trajano, do Magazine Luiza, é considerada por Dilma
"um bom nome" para pasta


VALDO CRUZ
DE BRASÍLIA

O nome da empresária Luiza Trajano, proprietária da rede de lojas Magazine Luiza, é cogitado pela presidente Dilma Rousseff para assumir a futura Secretaria da Micro e Pequena Empresa.
Ligada diretamente à Presidência da República, a secretaria tem status de ministério e sua criação ainda depende de aprovação de projeto de lei encaminhado ao Congresso em março.
O nome de Trajano foi citado pela própria presidente após solenidade recente no Planalto, na qual a empresária esteve presente.
Em conversa com assessores, Dilma comentou que ela seria "um bom nome" para a pasta, que, além de micro e pequena empresas, deve cuidar de economia solidária.
Segundo a Folha apurou, ainda não houve um convite à empresária, só uma avaliação de Dilma em reunião com sua equipe indicando que ela vai analisar o nome para a secretaria, criada inicialmente para atender uma conveniência política.
Dilma queria nomear para o posto o senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), abrindo vaga para que seu suplente, o então presidente do PT, José Eduardo Dutra, assumisse a vaga no Senado.
Só que o senador não aceitou a pasta, e Dutra acabou ficando, na época, na presidência do PT. A manobra era uma forma de recompensar o petista, que foi um dos coordenadores da campanha de Dilma à Presidência.
A estrutura do ministério não agradou aos setores que cuidam de economia solidária, atualmente vinculada ao Ministério do Trabalho.
A alegação é que há diferenças entre os setores da micro e pequena empresa e o da economia solidária. O primeiro lida com trabalho assalariado e visa ao lucro, o segundo usa o trabalho associativo e cooperativo, em que todos dividem os lucros. 
No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

terça-feira, 19 de julho de 2011

Cansada de esperar ação da ANP, a PresidentA teve de agir

Se a ANP não age, Dilma enquadra o setor de etanol

Agora à noite, na Agência Reuters.
“A presidente Dilma Rousseff decidiu reduzir a quantidade de etanol que é adicionada à gasolina no Brasil, como parte dos esforços para controlar a inflação, disse uma fonte do governo à Reuters na segunda-feira.
O aumento nos preços do álcool, em sintonia com a alta do açúcar no mercado internacional, tem sido um dos principais fatores responsáveis pela elevação da inflação acima da meta oficial.
O álcool continuou caro apesar da entrada da nova safra, e essa tendência deve se manter porque a previsão do setor é de que a safra de cana de 2011/12 no centro-sul do Brasil apresente um declínio pela primeira vez em uma década.
Atualmente, a gasolina vendida nos postos brasileiros recebe 25 por cento de álcool anidro. Dilma cogita reduzir esse percentual para 18 ou 20 por cento, segundo essa fonte. A decisão deve ser oficializada ainda neste mês, com a implementação em agosto.
“O efeito dos preços do etanol tem sido muito negativo para a inflação e para as expectativas inflacionárias (…), e a presidente decidiu agir”, disse essa fonte, que pediu anonimato.”
Como se vê, depois de esperar ação da ANP, a Presidenta teve de agir. Porque lá na ANP, pressa, mesmo, só para licitar mais áreas para as multis explorarem petróleo.

No http://www.tijolaco.com/

"Antes do Nunca Dantes, nordestino vivia correndo atrás de calango para comer um pedaço de carne, depois do Nunca Dantes o Brasil mudou para melhor, principalmente, para a classe menos favorecida."

A camareira que vai ser soldadora em Suape.
Que horror, Míriam !

    Publicado em 19/07/2011

O Conversa Afiada reproduz comentário do amigo navegante Adilson:

Adilson

PHA,

Acabei de chegar com a mulher e meu filho em Porto de Galinhas (PE) – tiramos uns merecidos dias de férias. Quero reproduzir a minha conversa com uma camareira do hotel no qual fiquei hospedado – à beira mar é claro, culpa do “Nunca Dantes”.


Eu: A Srª gostou do governo Lula e está gostando do governo Dilma?

Ela: É, tá bom, agora temos emprego, né…

Eu: Também há a possibilidade de estudar.

Ela: Verdade.

Eu: E como é que a Srª sabe que se pode estudar mais.

Ela: Porque acabei de fazer um curso profissionalizante pelo Senai.

Eu: Puxa vida! Que legal, a Srª fez curso de camareira?

Ela: Não Sr., meu sonho é trabalhar em Suape, fiz um curso de soldadora.

Eu: E o porquê desse sonho?

Ela: Porque quero dar uma vida melhor para minha família, em Suape trabalhando como soldadora ganharei 4 vezes mais o que ganho, além de outros benefícios que não tenho.


Antes do Nunca Dantes, nordestino vivia correndo atrás de calango para comer um pedaço de carne, depois do Nunca Dantes o Brasil mudou para melhor, principalmente, para a classe menos favorecida.



Clique aqui para ler “Não falta mão de obra. O salário é que aumentou”.

Clique aqui para ler “Suape faz uma revolução em Pernambuco – Eduardo campos dá de 10 a 0  em Cerra”.

Em tempo: o governador Eduardo Campos informou a este ansioso blogueiro que o porto de Suape já transporta 25% da carga que movimenta o porto de Santos. E Suape não tem dez anos de vida. E que ao norte de Suape será, breve, construido outro porto. Assim o Cerra não aguenta e vai ter um troço …

No http://www.conversaafiada.com.br/sem-categoria/2011/07/19/a-camareira-que-vai-ser-soldadora-em-suape-que-horror-miriam/

E por que não advertir os donos de bares para que não vendam bebidas alcoólicas aos menores, senhores conselheiros? E na Copa de Velas, o que pretendem fazer para proteger nossos jovens da prostituição, do alcoolismo e de outras drogas?

Conselheiros tutelares entregam placas de advertência em bares de Paulo Afonso

Redação
redacao@ozildoalves.com.br


Crédito: PMPA
Conselheiros Tutelares de Paulo Afonso
Conselheiros Tutelares de Paulo Afonso


O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou 21 anos  na última quarta-feira, 13. Em Paulo Afonso conselheiros tutelares entregaram placas em bares nas proximidades do Colégio Luiz Eduardo Magalhães e na Rodoviária. As placas contêm o artigo 244 do Estatuto, o qual alerta que quem submeter crianças ou adolescentes à prostituição ou à exploração sexual pode se submeter à pena, chegando à reclusão de quatro a dez anos e multa.
Ainda em alusão às comemorações sobre os 21 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) será realizada no dia 26 deste mês, a partir das 19h, no Memorial Chesf, uma palestra com o Dr. João Batista, promotor da Vara da Infância de Alagoas. "Avanços e desafios dos 21 anos do ECA" será o tema da palestra.




Com informações da PMPA
No http://www.ozildoalves.com.br/internas/read/?id=9420

Quadro de medalha dos Jogos Mundiais Militares 2011

Anexo:Quadro de medalhas dos Jogos Mundiais Militares de 2011

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Evento (d)esportivo atual
Este artigo ou seção é sobre um evento (d)esportivo atual.
A informação apresentada poderá mudar rapidamente. Editado pela última vez em 18 de julho de 2011.

Este é o quadro de medalhas dos Jogos Mundiais Militares de 2011, que estão sendo realizados no Rio de Janeiro, Brasil. O ordenamento é feito pelo número de medalhas de ouro, estando as medalhas de prata e bronze como critérios de desempate em caso de países com o mesmo número de ouros. Se, após esse critério, os países continuarem empatados, posicionamento igual é dado e eles são listados alfabeticamente. Este é o sistema utilizado tanto pelo Conselho Internacional do Esporte Militar, entidade organizadora dos Jogos Militares, como pelo Comitê Olímpico Internacional.
As primeiras medalhas foram distribuídas na prova da maratona feminina, onde a norte-coreana Kum Ok Kim conquistou a medalha de ouro[1]. A primeira medalha do Brasil, país-sede dos Jogos, foi a prata para a nadadora Joanna Maranhão na prova dos 800 m livre, enquanto que o primeiro ouro saiu para o também nadador Fernando Silva, nos 50 m livre[2].

O quadro

     País sede destacado.
 Ordem  País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1  China 5 3 5 12
2 Brasil 4 2 1 7
3  Itália 1 4 2 7
4  Alemanha 1 3 1 5
5  França 1 1   2
6 Coreia do Norte 1     1

Equador 1     1
8  Turquia   1   1
9 Namíbia     1 1

 Finlândia     1 1

 Quênia     1 1

Suíça     1 1
TOTAL 14 15 14 43

Referências

  1. Dobradinha francesa na maratona dos Jogos Mundiais Militares (em português). Jornal do Brasil (17 de julho de 2011). Página visitada em 17 de julho de 2011.
  2. Primeiro ouro do Brasil é de Fernando Silva (em português). Lancenet (17 de julho de 2011). Página visitada em 17 de julho de 2011.
No http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Quadro_de_medalhas_dos_Jogos_Mundiais_Militares_de_2011