terça-feira, 9 de agosto de 2011


Charge do Lute para o Hoje em Dia (MG)

Charge de Amorim para O Correio do Povo

Charge de Humberto para o Jornal do Commercio

Charge de Newton Silva para O Jangadeiro Online (CE)

                                                        
 
No http://www.vermelho.org.br/charges.php?id_param_charge=584&pagina=1

Melhor desempenho no ENEM possibilita estudantes brasileiros a ganhar bolsas de estudo no exterior

Desempenho no Enem fará parte de seleção para bolsas no exterior

A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira, 8 de agosto, que, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, quer que estudantes brasileiros tenham acesso às melhores universidades do mundo. Em seu programa semanal Café com a Presidenta, ela lembrou que, até 2014, o governo pretende conceder 75 mil bolsas de graduação e pós-doutorado no exterior.

Veja as melhores universidades do mundo para onde o governo mandará alunos

"O Ciência sem Fronteiras é um programa que dá aos estudantes e pesquisadores brasileiros a oportunidade de aperfeiçoar seu conhecimento fora do país, de pesquisar e de criar, além de estudar lá fora", disse. Dilma cobrou a participação de empresários brasileiros na tentativa de alcançar a meta de 100 mil bolsas de estudo.


De acordo com a presidenta, serão priorizadas áreas ligadas às ciências exatas, como engenharias, matemática, física, biologia, ciência da computação, ciências médicas e todas as áreas tecnológicas. Segundo ela, tais áreas são consideradas fundamentais para a economia do país e para dar maior competitividade à indústria brasileira.

Dilma explicou que a seleção dos bolsistas vai ser feita levando em consideração o desempenho dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) - quem atingir o mínimo de 600 pontos poderá concorrer às bolsas de estudo no exterior. Atualmente, 124 mil alunos alcançaram essa pontuação.

Também poderão ser selecionados estudantes premiados em olimpíadas científicas como a Olimpíada da Matemática, além de alunos envolvidos em iniciação científica. "O importante é que, nesse programa de bolsas de estudo no exterior, os estudantes que não teriam recursos para estudar no exterior estarão entre os selecionados para frequentar as melhores universidades do mundo", afirmou.
 
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/2011/08/desempenho-no-enem-fara-parte-de.html#more

Mulheres são maioria na nova classe média


Nova classe média tem maioria feminina e branca

Segunda-feira 8, agosto 2011
Perfil elaborado pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República revela que a nova classe média brasileira, formada por 95 milhões de pessoas, tem a maioria feminina (51%) e branca (52%) e é predominantemente adulta, com mais de 25 anos (63%).
Os dados são da Pesquisa de Amostra Domiciliar (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) antes do Censo 2010, e agora recompilados pela SAE para estabelecer o perfil da classe C que, na última década, teve o ingresso de 31 milhões de pessoas e tornou o estrato social mais volumoso. A renda familiar da classe média varia de R$ 1 mil a R$ 4 mil mensais.
O perfil da nova classe média é tema do seminário que o governo promove nesta segunda-feira, em Brasília, para estabelecer novas políticas sociais para o segmento. Segundo os dados, a nova classe média é majoritariamente urbana (89%) e, em sua maioria, está em três regiões brasileiras: Sul (61%), Sudeste (59%) e Centro-Oeste (56%). O percentual da população nesse estrato social é maior em cidades de pequeno porte (45%), com menos de 100 mil habitantes, do que em regiões metropolitanas (32%) e em cidades de médio porte (23%).
Com base nos dados, é possível também acompanhar o envelhecimento da população de classe média. Em 1999, 49% tinha entre 25 e 64 anos, parcela que em 2009 subiu para 53%, e os trabalhadores com 65 anos ou mais eram 8%, tendo crescido para 10%, enquanto as outras faixas etárias sofreram redução nesse intervalo de tempo: de zero a 14 anos (de 22% para 19%) e de 15 a 24 (de 20% para 18%).
Também foi reduzida a disparidade entre negros e brancos na formação da classe média. Em 1999, a classe continha 60% de negros (pretos ou pardos) e 40% de brancos, enquanto a população brasileira total era formada por 55% de brancos e 45% de negros. Dez anos depois, a classe C era 52% branca e 48% negra, ao mesmo tempo em que a população total era 49% branca e 51% negra, de acordo com os dados do governo.
Os dados educacionais revelam que 99% das crianças e adolescentes (7 a 14 anos) da classe média frequentavam a escola. A proporção é a mesma que a da classe alta. A frequência escolar nas faixas etárias mais velhas é, no entanto, comparativamente menor. Na classe alta, 95% dos jovens de 15 a 17 anos e 54% dos adultos de 18 a 24 anos frequentavam escola; enquanto, na classe emergente, os percentuais caíram para 87% e 28%, respectivamente.
Apesar do perfil escolar mais baixo, a SAE afirma que a classe C tem buscado incrementar a formação escolar. Segundo o secretário executivo da SAE, Roger Leal, o total de anos dedicados ao estudo é maior que no passado, e a classe C tende a se beneficiar da melhoria da qualidade no ensino. Para ele, é natural a junção entre um acesso mais amplo à educação e um espaço maior no mercado de trabalho.
Conforme a SAE, seis em cada 10 pessoas da classe C estavam empregadas. A maioria dessas com registro formal (42% com carteira assinada e 11% como funcionário público); 19% sem registro; outros 19% trabalhavam por conta própria; 3% eram empregadores; e 6% não eram remunerados. O perfil de formalização da classe C (53%) estava acima da média nacional (47%), mas, na classe alta, o índice de formalização foi maior, de 59%.
“O fato de a pessoa chegar à classe média, de ter tido um incremento do rendimento, experimentado alguma ascensão social, não significa dizer que houve formalização do emprego”, pondera Leal, ao destacar que não há uma relação rigorosa entre a melhoria da qualidade de vida e a legalização do vínculo empregatício. “Isso não quer dizer que o combate à pobreza gere formalização do emprego.”
Ainda conforme os dados compilados da Pnad 2009, três quartos da classe C moravam em casa própria, sendo 99% dos domicílios de alvenaria ou madeira emparelhada, com forro ou cobertura de laje, telhado ou madeira emparelhada. Os dados analisados pela SAE serão publicados no site da Secretaria.  Agência Brasil
Por  
No http://osamigosdobrasil.com.br/2011/08/08/nova-classe-media-tem-maioria-feminina-e-branca/

Artgay solicita à Du Loren que não faça campanha a favor da Homofobia, para que não seja necessário boicote aos seus produtos.

Artgay pede a Duloren retirada de Deputado Homofobico

Ofício 143/2011                                                                             Goiânia, 08  de Agosto de 2011
Ilustríssimo Sr
Presidente da Duloren
Roni Argalji

Assunto: Solicitação de retirada de Deputado homofóbico da campanha da Du Loren
1.     A Articulação Brasileira de Gays – ArtGay, foi fundada em Setembro de 2010, em Natal –RN e hoje é composta por representantes de Ongs gays de todos os 27 estados e Distrito federal do Brasil.A ArtGay tem como Objetivo lutar contra o preconceito e a discriminação aos Gays do Brasil .
2.     Tomamos conhecimento, pela Mídia, dos planos de Marketing desta empresa de  colocar o deputado Homofóbico , Jair Bolsonaro –PP-RJ na próxima campanha de divulgação da Marca Duloren.
3.     Como é de Vosso Conhecimento o parlamentar diariamente afronta os artigos 3º e 5º da Constituição Federal, desrespeitando a dignidade de milhares de pessoas brasileiras com orientação sexual homossexual. O Parlamentar também foi responsável por cunhar de “kit Gay “ e contribuir para que a presidenta da República Dilma Roussef, PT, vetasse material educativo  que livraria milhões de adolescentes com orientação sexual homossexual ou identidades de gênero (travestis e transexuais ) da homofobia, do preconceito, da violência e da morte.
4.     De acordo com o Grupo Gay da Bahia –GGB, a cada um dia e meio uma pessoa cidadã lésbica, gay, bissexual, travesti ou transexual –LGBT é assassinada no Brasil em virtude da sua orientação sexual ou identidade de Gênero.
5.     A Duloren tem se caracterizado por campanhas polemicas e sempre na denuncia de preconceitos e violações de direitos humanos, como a campanha contra a pedofilia no vaticano, a campanha pela descriminalização do aborto e agora em defesa da união estável de casais do mesmo sexo.
6.        Como uma entidade de defesa da dignidade de seres humanos gays no Brasil, que sofrem diariamente a violência simbólica e física, diante do ataque frontal do Deputado Jair Bolsanaro, que inclusive vem cunhando o plano nacional de políticas pro LGBT, de KIT Gay II e o mesmo tem reconhecido publicamente que é homofobico e preconceituoso:    "Se lutar para impedir a distribuição do kit-gay nas escolas de ensino fundamental  é ser preconceituoso, então sou preconceituoso, com muito orgulho."Jair Bolsonaro - Entrevista Revista Época
7.     Por fim, vimos, por meio deste, solicitar a esta Duloren que não faça campanha a favor da Homofobia colocando este deputado Homofóbico em seu material de campanha publicitária.
8.     Existem   outras formas menos preconceituosas e de respeito a dignidade das      pessoas humanas: Como esta duloren se enfileirar na luta contra os assassinatos de homossexuais.
9.     Esperamos o bom senso e ética desta empresa e que não seja necessário esta ArtGay abrir uma campanha nacional de boicote aos produtos da Duloren por promoção da Homofobia no Brasil.
Atenciosamente,

Léo Mendes
Presidente da ArtGay
No http://www.artgays.blogspot.com/

E as bolsas despencaram - "Se a segunda-feira foi ruim, a terça será pior ainda?"

Onde é que você estava em agosto de 2011?

por Luiz Carlos Azenha
Autoridades bancárias europeias, autoridades do G7 — o grupo que reúne as economias industrializadas — e líderes políticos europeus deram passos extraordinários no dia de ontem.
Considerando que o Hemisfério Norte vive as férias de verão, em que todo mundo some de vista, deve mesmo ser grave a situação.
Todas as bolsas asiáticas abriram em baixa no pregão de segunda-feira, 8 de agosto de 2011. Só as próximas horas vão dizer se, de fato, teremos uma segunda-feira “negra” para os mercados mundiais.
Talvez os mercados se recuperem e você nem precise guardar o que fazia nesta data, do mesmo jeito que guardou o que fazia no 11 de setembro de 2001.
Seja como for, você está vivendo mais um momento histórico.
Dependendo da idade, você viu a queda do muro de Berlim e, em seguida, o fim da União Soviética.
Viu o surgimento do mundo unipolar e, incrivelmente, a perda de poder relativo da única superpotência, com ascensão equivalente dos BRICs.
Estou certo de que você não esperava, jamais, ver a China dizer que espera que os Estados Unidos se livrem do “vício” da dívida. Talvez os chineses não tenham entendido que a base industrial norte-americana sumiu e que o consumo dos norte-americanos gira 2/3 da economia. O desemprego formal está por volta dos 10%, mas se considerarmos os que já desistiram de buscar emprego…
Agora o medo dos investidores é de que Espanha e Itália não consigam honrar seus compromissos. Próximas na lista: Bélgica e França.
As coisas não precisam chegar à Alemanha para colocar em risco os bancos britânicos, que segundo o jornal Independent tem em suas carteiras o equivalente a 520 bilhões de reais em dívidas de paises da União Europeia.
Num mundo globalizado o risco de colapso, portanto, é global.
Barack Obama, a reboque do Tea Party, vai desmantelar a herança do New Deal nos Estados Unidos.
Partidos socialistas, à reboque dos mercados, vão desmantelar o estado de bem estar social europeu.
A própria União Europeia corre o risco de se desfazer, sob o stress da crise: os postos de controle nas fronteiras são apenas os sinais mais evidentes de que isso já começou.
Estados Unidos, União Europeia e Japão são os grandes mercados mundiais. O aprofundamento da crise, neles, com certeza afetará o Brasil.
Por via das dúvidas, faça uma anotação mental de onde você estava em agosto de 2011. Os netinhos, um dia, podem se interessar.
PS do Viomundo: Se a segunda-feira foi ruim, a terça será pior ainda?
No http://www.viomundo.com.br/opiniao-do-blog/onde-e-que-voce-estava-em-agosto-de-2011.html

"Ele se refere, obviamente, ao Tea Party, que não aceita qualquer tipo de aumento de impostos e quer empurrar toda a conta para a coluna dos gastos sociais."

Krugman, sobre o banho de sangue: O problema é político, não econômico

Alice, via @renanhrs, no tumblr:
“Este é o mais estúpido tea party do qual já participei”
por Luiz Carlos Azenha
O dia terminou com uma perda superior a 6% em Wall Street que, pelo tamanho do mercado, é o que realmente conta. O preço do ouro subiu e o do petróleo despencou. Com a grande dependência que a bolsa brasileira tem das flutuações da Petrobras, é natural que a Bovespa tenha despencado ainda mais.
Nos Estados Unidos, Paul Krugman botou, mais uma vez, o dedo na ferida.
Primeiro, sobre o rebaixamento do crédito dos Estados Unidos pela Standard & Poor’s, ele rememorou o fracasso da mesma agência de classificação de risco em 2008:
Notoriamente, a S & P deu à Lehman Brothers, cujo colapso disparou o pânico global, uma nota A no mês em que a empresa faliu. E como a S&P reagiu quando a empresa que tinha a nota A faliu? Divulgou um relatório negando que tivesse feito qualquer coisa errada.
Mais adiante:
O governo dos Estados Unidos não tem tido problema para emprestar e cobrir seu atual déficit. É certo que estamos acumulando dívida, sobre a qual eventualmente pagaremos juros.
Mas se você fizer as contas, em vez de declamar os grandes números com voz diabólica, vai descobrir que mesmo grandes déficits, nos próximos anos, terão pequeno impacto na sustentabilidade fiscal dos Estados Unidos. Não, o que faz os Estados Unidos parecerem frágeis não é a matemática, é a política.
E, por favor, vamos deixar de lado as declarações de que os dois lados [republicanos e democratas] são culpados. Nossos problemas são todos em um lado só, especificamente, eles são causados pela ascensão da extrema direita, que está preparada para criar repetidas crises em vez de ceder um centímetro só em suas exigências.
A verdade é que, do ponto-de-vista econômico, os problemas fiscais de longo prazo dos Estados Unidos não são muito difícies de consertar. É verdade que a população envelhece e que os gastos com saúde, sob a política atual, estão crescendo mais rapidamente que a receita. Mas os Estados Unidos tem custos de saúde muito maiores que os de outros países desenvolvidos e impostos bem mais baixos pelos padrões internacionais.
Se conseguissemos nos mover em direção à norma internacional, nas duas frentes, nossos problemas de orçamento seriam resolvidos. A questão real enfrentada pelos Estados Unidos, mesmo em termos puramente fiscais, não é se vamos cortar ou não um trilhão do déficit. É se os extremistas bloqueando qualquer tipo de política responsável podem ser derrotados e marginalizados.
Ele se refere, obviamente, ao Tea Party, que não aceita qualquer tipo de aumento de impostos e quer empurrar toda a conta para a coluna dos gastos sociais.

No http://www.viomundo.com.br/politica/krugman-sobre-o-banho-de-sangue-o-problema-e-politico-nao-economico.html

"Nada pior do que continuar a agir como se nada de decisivo e novo estivesse acontecendo."

O mundo que conhecemos acabou

Maria Antonieta 

Em 2006, a cineasta Sofia Coppola lançou um filme sobre Maria Antonieta. Ao contar a história da rainha juvenil que vivia de festa em festa enquanto o mundo desabava em silêncio, Coppola acabou por falar de sua própria geração.

Esta mesma que cresceu nos anos 1990.

No filme, há uma cena premonitória sobre nosso destino. Após acompanharmos a jovem Maria por festas que duravam até a manhã com trilhas de Siouxsie and the Banshees, depois de vermos sua felicidade pela descoberta do "glamour" do consumo conspícuo, algo estranho ocorre.

Maria Antonieta está agora em um balcão diante de uma massa que nunca aparece, da qual apenas ouvimos os gritos confusos. Uma massa sem representação, mas que agora clama por sua cabeça.

Maria Antonieta está diante do que não deveria ter lugar no filme, ou seja, da Revolução Francesa. Essa massa sem rosto e lugar é normalmente quem faz a história. Ela não estava nas raves, não entrou em nenhuma concept store para procurar o tênis mais stylish.

Porém ela tem a força de, com seus gritos surdos, fazer todo esse mundo desabar.

Talvez valha a pena lembrar disso agora porque quem cresceu nos anos 1990 foi doutrinado para repetir compulsivamente que tal massa não existia mais, que seus gritos nunca seriam mais ouvidos, que estávamos seguros entre uma rave, uma escapada em uma concept store e um emprego de "criativo" na publicidade.

Para quem cresceu com tal ideia na cabeça, é difícil entender o que 400 mil pessoas fazem nas ruas de Santiago, o que 300 mil pessoas gritam atualmente em Tel Aviv.

Por trás de palavras de ordem como "educação pública de qualidade e gratuita", "nós queremos justiça social e um Estado-providência", "democracia real" ou o impressionante "aqui é o Egito" ouvido (vejam só) em Israel, eles dizem simplesmente: o mundo que conhecemos acabou.

Enganam-se aqueles que veem em tais palavras apenas a nostalgia de um Estado de bem-estar social que morreu exatamente na passagem dos anos 1980 para 1990.

Essas milhares de pessoas dizem algo muito mais irrepresentável, a saber, todas as respostas são de novo possíveis, nada tem a garantia de que ficará de pé, estamos dispostos a experimentar algo que ainda não tem nome.

Nessas horas, vale a lição de Maria Antonieta: aqueles que não percebem o fim de um mundo são destruídos com ele. Há momentos na história em que tudo parece acontecer de maneira muito acelerada.

Já temos sinais demais de que nosso presente caminha nessa direção. Nada pior do que continuar a agir como se nada de decisivo e novo estivesse acontecendo.

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quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Matt Damon defende professores

Matt Damon defende professores contra mídia de merda
Matt Damon defende professores durante protesto nos EUA

O ator Matt Damon, 40, defendeu os professores contra a "mentalidade de MBA" mídia de merda em um protesto em Washington no domingo (31). Ele estava ao lado da mãe, que é professora.

Durante a marcha SOS (Salvem nossas escolas, na sigla em inglês), o ator foi questionado por uma repórter sobre a má influência da estabilidade no trabalho dos professores nos EUA. "Para os atores, não há estabilidade no emprego, certo? Há incentivo para dar duro, para ser um ator melhor, porque você quer ter emprego... Então por que não é assim para os professores?"

"Você acha que é a instabilidade no trabalho que me faz trabalhar duro? Eu quero ser um ator. Não é incentivo. O ponto é esse. Essa mentalidade de MBA, esse é o problema com a política educacional. Há uma visão intrinsecamente paternalista de problemas que são muito mais complexos. É como dizer que os professores vão ficar preguiçosos se tiverem estabilidade. Um professor quer ensinar. Por que mais alguém aceitaria um salário ruim de merda e muitas horas de trabalho, a não ser por realmente gostar dele?"

O câmera, então, diz que "dez por cento dos professores são ruins, 10% das pessoas em todas as profissões deveriam pensar em fazer outra coisa".

"Bem, OK, mas talvez você seja um câmera de merda, sei lá", conclui Damon.

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