quarta-feira, 7 de setembro de 2011

7 de Setembro - Por amor ao Brasil, PSDB e DEM nunca mais!






No http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/09/06/ines-nassif-congresso-do-pt-deixa-o-ar-entrar/

7 de Setembro - Ou nós, Povo Brasileiro, nos livramos dos grilhões da corrupção ou ...


Por 265 votos a 166, Câmara absolve deputada Jaqueline Roriz

Deputada foi flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM.
Em votação secreta, parlamentares rejeitaram relatório que pedia cassação.

 No http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/08/por-265-votos-166-camara-absolve-deputada-jaqueline-roriz.html

7 de Setembro - Salve Lula! Salve Dilma! Salve o Povo Brasileiro! Salve o PT!


No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

7 de Setembro - Pela liberdade de informação, perversamente negada ao Povo Brasileiro

A Mídia está com medinho? Pede prá sair, ora essa...

O documento final do 4º Congresso Nacional do PT, Partido dos Trabalhadores, defende um marco regulatório para as comunicações, com propostas de regulamentação de artigos da Constituição que proíbem a propriedade cruzada e a formação de oligopólios. Além disso, o texto é contra as concessões de emissoras de rádio e TV para políticos. Este é, em síntese, um resumo do texto que em nenhum momento questiona ou investe contra a liberdade de imprensa prevista na Constituição em vigor. Por que o noticiário que lemos todos os dias dá impressão tão diferente? Estão tentando esconder o que realmente o documento estabelece e tendo a ousadia de inventar o que o documento não diz. O texto não mexe com a liberdade de expressão, direito estabelecido na Constituição da República, assim como não prevê terremotos às segundas, quartas e sextas.

Os veículos de informação e até entidades conceituadas como a Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, no entanto, estão repetindo inverdades. Com que objetivo? Enganar os cidadãos que não estão atentos? Manter intocáveis oligopólios proibidos na Constituição mas que existem no setor? Forçar a barra para que os donos passem a ser vistos como vítimas inocentes do PT?
Essa história de atribuir ao partido decisões que nunca estiveram previstas em seus documentos tem a finalidade equivocada de sempre: assustar o povo brasileiro. E o único sentido dessa desinformação perversa é tentar impedir que o Estado deixe de ser uma máquina de privilégio dos atuais donos do mercado para se transformar em um centro de prestação de serviço à população.
A verdade é que a grande mídia não aprendeu nada e segue praticando o jornalismo do medo. E pensar que se dizem democratas... Serão? Se fossem, aceitariam o debate sobre as comunicações no Brasil.
Todas as forças democráticas lutaram pela abolição da censura. E hoje vão à luta para distinguir o interesse geral da população dos interesses dos grupos beneficiados por concessões de rádio e televisão. Esse é um fato que se sobreporá à velhacarias da mídia tradicional, que pretende manter seus privilégios indefensáveis. A regulação da mídia é necessária e é uma obrigação inscrita em nossa Constituição.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

7 de Setembro em um Brasil cada vez mais livre

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dica de filme: PLANETA DOS MACACOS, A ORIGEM

CRÍTICA: PLANETA DOS MACACOS, A ORIGEM / Viva a (r)evolução

A Terra A.C. (Antes de César, o macaco brincando no parquinho)

Gostei muito de Planeta dos Macacos: A Origem, e fico na expectativa para todo o renascimento da franquia que virá. O filme original de 1968 (terrivelmente refilmado por Tim Burton em 2001) é um clássico totalmente camp (o que é aquela humana ― chamada de “fêmea” ― que passa o filme todo encarando o Charlton Heston sem camisa?) mas com boas intenções: mostrar um mundo em que os humanos são tratados como animais irracionais e, assim, escravizados, expostos em zoológicos, usados para experimentos científicos... Pra tragédia ficar completa, só faltaria sermos usados como alimento de uma espécie superior (se você estivesse aqui do meu lado agora, sentiria o meu cotovelo na sua barriga, de leve). Todo esse mal-estar da civilização se mantém nas quatro sequências posteriores, todas dos anos 70. E volta agora com tudo nesta espécie de prequel (que na realidade é baseado no quarto filme, de 1972, Conquista do Planeta dos Macacos, sem ser oficialmente um remake).
Em Origem, somos completamente (parafraseando Crepúsculo) team monkey. Torcemos pelos símios, que parecem mais humanos (como se isso fosse elogio!) que os originais de fábrica. O protagonista é o James Franco (o bonitão que foi tão mal como apresentador do Oscar, mas que estrelou, como bem descreveu um rapaz, “aquele filme angustiante sobre o sujeito que cai num cânion, fica com o braço preso sob uma rocha e passa 127 horas sem internet”). Ele faz um cientista que tem como pai o John Lithgow (adoro o John desde O Mundo Segundo Garp, em que ele faz uma travesti, e ele tá inesquecível como o passageiro que vê um monstrinho destruindo a asa do seu avião no melhor episódio de Twilight Zone), que por sua vez tem Alzheimer. Essa é a senha pra gente perdoar tudo que James faz de errado ― é tudo em nome do pai. Ele até leva um chimpanzé bebê super fofinho pra casa pra fazer companhia pra ele. Só que não é um chimpanzé de verdade, ou uma pessoa vestida de primata. Incrível que todos os macacos do filme sejam computadorizados, algo aplaudido pelas organizações que são contra explorar animais para o entretenimento humano. Normalmente não sou grande fã de animais computadorizados (eles sempre me parecem artificais, rápidos e perfeitos demais), mas estes estão ótimos quase sempre. Principalmente o Andy Serkis (que interpretou o Gollum em Senhor dos Anéis e o Kong, King Kong em... você sabe), que faz César, o macaco principal. Andy está tão fantástico que podem querer indicá-lo pro Oscar de coadjuvante, e aí vai ser um problemão: um ator cujo rosto nem aparece na tela pode concorrer?
Como em outras espécies próximas, César fica bem chatinho quando chega à adolescência (é brincadeira, tá? Sempre me dei bem com adolescentes). Lembro que em algum filme da série Planeta a cientista símia recomenda que um macaco não adquira um humano teen, fonte certa de complicações. Pra mim o César é bem assustador porque a gente vê sua mãe ficar zangada, e ela é perigosa. A gente espera que a agressividade dela vai aparecer nele, e durante um tempo essa é uma boa fonte de suspense. Quer dizer, pelo que li, todo mundo achou terna aquela cena em que César pega o garfo da mão do John. Menos eu! Eu pensei que aquele macaco teen fosse se rebelar bem naquela hora, e com um garfo na mão!Por falar na mãe de César, há apenas duas fêmeas na história inteira, e ambas aparecem pouco. A primeira é a mamãe, a primata que dá à luz nosso herói, e é morta por protegê-lo. A outra é a veterinária (sua profissão é um detalhe) e namorada do James, a Freida Pinto (Quem Quer Ser um Milionário?), que é linda e tal, mas parece ter quinze anos. Freida está lá pra pegar no pé (moralmente falando) do James. E, sei lá, pra justificar que César, do nada, apareça de calça comprida? Pra que um macaco, que já é peludo, precisaria de roupinha?
A gente não sabe por que diabos César se veste, ou de quem é a ideia de jerico que ele precise cobrir suas partes pudentas. Não sabemos se essa é uma imposição de Freida, James, ou do próprio César. Ou da sociedade, que nem é assim tão vilã. A maior vilã do filme é uma empresa farmacêutica que só pensa nos lucros (como em O Jardineiro Fiel). É a ganância da indústria, e os testes anti-éticos com cobaias, que serão o estopim pro desastre que vem no filme. Bem diferente de Extermínio, em que defensores de animais são os responsáveis pelo apocalipse. Outros vilões em Origem são o exército e a polícia, sempre doidinhos pra reprimir qualquer insurreição dos oprimidos, e um sádico tratador de animais. Não há macacos malvados, apenas macacos não muito inteligentes. Mesmo quando eles brigam por território no abrigo ― que, a julgar pela ausência de fêmeas, deveria se chamar Planeta dos Macacos Machos ―, eles não fazem por mal. César é um líder altruísta, que prefere ficar entre os seus que voltar a ser o bicho de estimação paparicado e protegido de um humano. Ele é Spartacus. É muito comovente quando os primatas decidem enfrentar os humanos, ao invés de fugir apavorados (como acontece no início do filme). E quando uma história tem revoltas e revoluções, meu coraçãozinho vermelho sempre palpita pelos guerreiros de esquerda.
A franquia tem tudo pra ser fascinante. Aguardo ansiosa o próximo filme. Primeiro porque, imagino, haverá mais menções à epidemia (um vírus que mata humanos, não símios), e eu adoro histórias de epidemia. Depois que vai ser interessante mostrar como os humanos perdem sua posição de bambambans do universo. Também espero que novos filmes da série expliquem como primatas que no princípio só querem algum tipo mínimo de igualdade se transformam em bichos autoritários, supersticiosos e militaristas, tão parecidos com um outro bicho aí que conhecemos tão bem.

No http://escrevalolaescreva.blogspot.com/

"Afinal de contas, e pense rápido, o que é pior: o “titio” que está sempre no bar “pegando todas” com um copo de cerveja e um sorrisão no rosto (com uma camisa havaiana, óculos de sol, na beira de uma piscina, quase um Lolito), ou a “titia”, a um passo da depressão da passividade?"

GUEST POST: AS MULHERES REALMENTE PODEM SE CASAR?

Carola é professora do Ensino Fundamental, e decidiu escrever o texto abaixo quando uma ex-aluna lhe confessou estar indecisa acerca de uma proposta de casamento "um tanto quanto desesperada (de ambos os lados)". Seu questionamento, muito interessante, é até que ponto nós mulheres somos livres para nos casar, sendo que o convite raramente parte da gente.

Escrevo, Lola, escrevo. Escrevo para perguntar: será que as mulheres podem realmente se casar? Quanto mais penso em cima deste assunto, vejo que não, que elas não podem se casar. O que a mulher, em nossa sociedade machista e arraigadamente machista pode fazer é responder que “sim”, que “não” e, quando muito, que “talvez”. Esta tríade de possibilidades dá a falsa impressão de que as mulheres estão livres para bater suas asas, ao contrário de um passado extremamente distante, e escolher seus maridos com um livre arbítrio pujante. Esquecem, porém, de dizer que o livre arbítrio em nossa sociedade é intrinsecamente vinculado apenas à resposta, não também à pergunta.
Em outras palavras, se a mulher pode responder de três formas diferentes (formas estas que abrangem todas as possibilidades de resposta -– ainda que isto não seja o suficiente, como veremos), ela possui realmente toda a abrangência nas questões matrimoniais? Não, pois estamos nos esquecendo de metade da equação: a pergunta. A mulher em nossa sociedade não pode perguntar, ela pode apenas responder –- a velha história da figura da mulher como ser passivo guiado (me desculpem se a comparação é rude, mas é o que ocorre) como um cavalo -– ou como Brás Cubas em cima do menino Prudêncio.
Durante os séculos de perpetuação do galanteio exclusivamente masculino e da passividade retórica feminina, a mulher, aquela princesa trancafiada no castelo, está presa na liberdade de poder responder e apenas responder ao cavaleiro que a espera embaixo em seu cavalo branco. Se antigamente -– que não está tão envelhecido de nós -– a mulher não tinha nem esta possibilidade de resposta, hoje ela ainda não possui toda a completude da situação. Afinal de contas, se em nossa sociedade apenas o homem “pode tomar uma ação”, se apenas o homem “pode pedir em casamento / pedir a mão”, como as mulheres podem ter pleno controle?
Se dizem que “sim”, entramos em uma infinitude de questões separadas, que vão desde a diferença entre o divórcio possivelmente futuro sob a ótica de para um homem e de para uma mulher (“vamos beber até cair e pegar umas”; “você não devia ter dito que sim!”) até o eterno medo de virar “titia”. A figura da “titia” é um fantasma que paira sob a cabeça de mulheres e mais mulheres, como se ser “titia” fosse o pior dos fardos. Quantas mulheres não se casam para não virarem “titias” e, por consequência desta atitude destrambelhada, sofrem na mão de crápulas -– e sofrem vidas inteiras –- e morrem? O mito da mulher independente, no imaginário machista, só pode ser vinculado com esta tal “titia” que está bebendo nos bares e seduzindo garotões, como se existisse algum crime aí. Beber não é crime, seduzir garotões não é crime -– desde que, é claro, estes garotões sejam garotões etc. Na sociedade machista, a existência de uma mulher independente que simplesmente não precise de um homem para sobreviver é tão absurda quanto a mula sem cabeça -– e é tão execrável quanto. Nas novelas estas mulheres independentes vivem da herança do pai (logo, não trabalham, são ociosas e preguiçosas [“odeio trabalho!”]) e estão sempre em personagens caricatas. No final, convertem-se em mulheres devidamente regularizadas.
E quando se diz que “não”? Entramos logo no fantasma da “titia” que ronda o imaginário destas mulheres sob a fala de inúmeras pessoas: da mãe, que quer que a filha constitua uma família (obrigatoriamente e inevitavelmente constituir uma família, como se isso fosse uma decisão irremediável e que não pudesse ser decidida), do pai, das amigas...
Pra não falar na imagem da “mulher difícil” que se liga também à resposta do “talvez”. Aquela mulher que, por estar decidindo se é isto mesmo que ela quer da vida, se é esta pessoa que ela quer ao seu lado, é condenada como uma futura candidata a “titia” –- e a carregar este fardo horroroso e tremendo...
Sendo assim, se existem pressões sociais e psicológicas (resultados de processos históricos e não do “feminismo malvado que fez com que as mulheres parassem de serem felizes”) por todos os lados que tencionam à resposta do “sim”, destrambelhadamente ou não, como dizer que a mulher possui livre arbítrio? É muito fácil cair nesta resposta simples de liberdade, como se a liberdade fosse uma dimensão alheia ao espaço e ao tempo, como se a liberdade existisse abiogeneticamente, desconectada de tudo. Como se ela não dependesse de uma sociedade e de um pensamento, de uma ideologia de uma sociedade. Numa sociedade que quer respostas prontas e que não está acostumada a pensar –- e que, quando tem seus miúdos grãos que pensam, taxam estes mesmos grãos de “ideologistas” ou seja lá como chamam ou intentam chamar -– é realmente muito comum que qualquer esboço de liberdade seja definitivo e absoluto e que qualquer mudança proponha apenas mudar o quadro belo e harmônico contemporâneo (também conhecido como “os princípios do passado”).
O que devemos pensar, nos perguntar e refletir é: apenas o homem é e deve ser o ser realmente ativo de uma relação? A mulher é um depósito, é um oráculo místico que apenas responde às perguntas passivamente?
Talvez no dia em que a pergunta for pesada da mesma forma que a resposta poderemos ter reflexões realmente livres e libertas –- e não falsamente libertas. Afinal de contas, e pense rápido, o que é pior: o “titio” que está sempre no bar “pegando todas” com um copo de cerveja e um sorrisão no rosto (com uma camisa havaiana, óculos de sol, na beira de uma piscina, quase um Lolito), ou a “titia”, a um passo da depressão da passividade?
 
 
No http://escrevalolaescreva.blogspot.com/ 

"Enfim, eu corto meu pescoço se eu ver algum jornalista desses veículos perguntando para o PSDB qual é a razão da aliança com o DEM. "

QUEM SABE, SABE... É DILMISTA!

Luis disse...
Odeio a Veja pelo simples fato dela proteger os podres do PSDB. E na minha opinião a imprensa para ser justa deveria ser imparcial, o que não é o caso da Veja.
O "PSDB" no governo de São Paulo cortou 50 milhões da verba destinada à prevenção de enchentes em 2009; no início de 2010 dezenas de pessoas morreram em decorrência das enchentes em São Paulo.
Quando os professores da rede pública protestavam por melhores condições não só de salário, mas de condições da escola pública, o PSDB mandou a tropa de choque descer o cacete neles. Ah!, e o melhor de tudo!! O PSDB processou a associação de professores!!! Isso sim é que é um banho de democracia!!!
Não sei se vocês sabem, mas os políticos do PSDB são os candidatos da segurança pública!! Diz que vai criar o Ministério da Segurança Pública, mas se esquecem que segurança é competência constitucional dos estados... não do governo federal... Ah, se esquece também que no Estado de São Paulo, governado pelo PSDB há 16 anos (com o Alckmin serão mais 4) o governo tem que negociar com o PCC para que ele não cometa atos de violência como os que vimos uns anos atrás. Esse negociação é no sentido de a polícia fazer vista grossa ao tráfico de drogas e armas... Interessante né?!!!
Enfim, eu corto meu pescoço se eu ver algum jornalista desses veículos perguntando para o PSDB qual é a razão da aliança com o DEM.
Mais:

"Dilma Rousseff também apresentou a razão de não contemplar no projeto orçamentário a proposta do Judiciário e do Ministério Público: o quadro de incerteza da economia mundial."

Reajuste dos salários do judiciário pode ser resolvido no PPA,

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Credito: Divulgação
Diz o senador Walter Pinheiro (PT-BA)

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) sinalizou que a proposta de elevação dos salários dos servidores do Judiciário e do Ministério Público Federal deve ser debatida até dezembro, mês em que serão fechadas as propostas do Plano Plurianual (PPA) e do Orçamento da União para o próximo ano (PL 28/11-CN). A presidente Dilma Rousseff encaminhou nesta sexta-feira (2), ao Congresso, a proposta de elevação dos salários, que terá impacto estimado de R$ 7,7 bilhões em 2012.
A presidente optou por encaminhá-la separadamente para deliberação do Congresso e o senador Pinheiro nao quer precipitar a decisão sem que seja promovido um debate aberto sobre o assunto. “Nao vejo com agonia, como alguns tratam a questão. É antecipar demais um processo no qual teremos o papel de mediar”, disse o senador.
PPA - O Congresso deve procurar negociar com o Judiciário uma alternativa para a questão, de modo que responda às preocupações da presidente com o ajuste fiscal, sem também utilizar o veto. Pinheiro, relator do PPA 2012-2015 no Senado, sinaliza que pode propor um parcelamento da proposta. “Poderemos sugerir uma negociação para diluir a proposta de modo parcelado no PPA e aplicá-la ano a ano, até o final de 2014, na LOA”.
Pinheiro também não descarta outras alternativas para resolver a questão, mas explica que os parlamentares têm até dezembro para votar a proposta do Orçamento 2012 e o PPA 2012-2015. “Sem agonia. Não podemos dizer não e muito menos abrirmos uma guerra antes da batalha”, diz Pinheiro.
Na mensagem lida na sessão de sexta-feira pelo senador Paulo Paim (PT-RS), Dilma Rousseff advertiu que "várias economias enfrentam problemas justamente por sua situação fiscal, com alto endividamento e déficit públicos". Nesse cenário, conforme a avaliação da presidente, é importante que o país mantenha sua trajetória de equilíbrio fiscal.  Dilma Rousseff também  apresentou a razão de não contemplar no projeto orçamentário a proposta do Judiciário e do Ministério Público: o quadro de incerteza da economia mundial.
Com informações da Agência Senado
no http://www.noticiasdosertao.com.br/ultimas/mundo/6495-Reajuste-dos-salrios-judicirio-pode-ser-resolvido-PPA.html

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

"Hoje, o economista americano Eric Leeper, professor da Universidade de Indiana, elogiou a política monetária e fiscal do Brasil, dizendo que o país não vive pressões para administrar sua dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e tem a tendência de juros básicos em queda."

A crise não é de mentirinha

Estamos diante de um momento extremamente sério e a cobertura de imprensa parece não se dar conta disso. O cenário econômico internacional está se deteriorando a olhos vistos. Mas estamos aqui discutindo se o Banco central agiu bem ao fazer exatamente o mesmo que todos os outros bancos centrais do mundo fazem quando há risco – e risco “iminente”, segundo a insuspeita Christine Lagarde, diretora-gerente do FMI – de uma recessão: baixar os juros para estimular a economia.
Outro diretor do FMI, o brasileiro Paulo Nogueira Batista Jr. , diz que a análise por lá é de que “quase alarme”, como temor que a economia dos principais países desenvolvidos “possa sofrer uma crise semelhante àquela que ocorreu depois do colapso do banco Lehman Brothers em 2008″.
Mas enquanto o nosso pessoal “sabichão” aqui torce para termos inflação e por juros altos, lá de fora há gente séria que não nos vê assim.
Hoje, o economista americano Eric Leeper, professor da Universidade de Indiana, elogiou a política monetária e fiscal do Brasil, dizendo que o país não vive pressões para administrar sua dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) e tem a tendência de juros básicos em queda.
“Japão, Estados Unidos e Europa não estão em condições de dar lições para ninguém nos regimes fiscal e monetário; agora alguns países da América Latina, principalmente o Brasil, são exemplos importantes”, disse Leeper, segundo o Valor.
Mas o nosso pensamento conservador só sabe a fórmula da “roda-presa”: juros altos, na bonança ou na tempestade.
E, para justifica-los, agita o terrível dragão da inflação. Temos subida de preços no Brasil? Sim, puxada por setores localizados. Um deles, o de serviços, fortemente influenciado pelo “terror inflacionista” . Preparei e posto aqui um comparativo do IGP-M, menos sujeito a pressões pontuais que o IPCA, do ano de 2008, quando a crise explodiu  em setembro, e o deste ano.  Basta olhar e ver que a trajetória de baixa da inflação que ocorreu então já vinha ocorrendo hoje.
Só que, então, Henrique Meirelles resolveu esperar o atestado de óbito e a missa de três meses do falecimento da atividade econômica para baixar em um ponto a taxa de juros. E amargamos uma baita retração no primeiro trimestre de 2009 por conta deste atraso.  Mas a banca e os rentistas pegaram mais “um por centinho” durante três meses.
Deu para trocar o iate. E dane-se a turma que perdeu o emprego.