segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Furo MTV - Usina Belo Monte

(#MovimentoGotaDeBosta) Belo Monte: O protesto de Rafinha Bastos

Juventude cidadã - pelo desenvolvimento do Brasil

domingo, 27 de novembro de 2011

Estímulo ao emprego: com os trabalhadores de um estaleiro em Niterói (RJ), Dilma Rousseff entrega o petroleiro Celso Furtado

Não "Veja" no "Jornal Nacional"

 "Não vou permitir, como presidente da República, que a demanda por navios, sondas e plataformas que vai ocorrer nos próximos anos seja aproveitada por outros países. Não vamos exportar empregos" Presidenta Dilma - na cerimônia de entrega do primeiro navio construído no âmbito do Promef (Programa de Modernização da Frota da Petrobras)

 

Dilma quer mais consumo e investimento Diante da forte desaceleração, a presidente repete o apelo de Lula em 2008 para que os brasileiros não tenham medo

Dilma defendeu medidas que mudem o país e disse que sua ascensão à condição de quinta potência do mundo está cada vez mais próxima. 


Navio para transporte de derivados de petróleo batizado de  Celso Furtado
O programa, capitaneado pela Transpetro, foi lançado em 2005. Outras 12 embarcações estão sendo construídas. 


Dilma alfinetou o governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), ao lembrar da decadência da indústria naval. Classificou aquele período como um "momento terrível" para o setor, ao mencionar estaleiros que foram fechados. "Hoje, no Brasil, temos emprego. Na Europa, há desemprego", observou. 

No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

Em Paulo Afonso/BA: Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres


sábado, 26 de novembro de 2011

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Desabafo: CONTRA o Movimento Gota D'água

O modus operandi do PT e do PSDB e da mídia golpista de combater a corrupção

Modus operandi é uma expressão em latim que significa "modo de operação". Utilizada para designar uma maneira de agir, operar ou executar uma atividade seguindo sempre os mesmos procedimentos
PT - Partido dos Trabalhadores
Eltlims Estrela Do Pt Sorindo Clip Art


Presidenta do Dilma Rousseff contra a corrupção: 

"Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito." 




 

PSDB - Partido da Social Democracia Brasileira


Geraldo Alckmin
 Governador Geraldo Alckmin sobre a corrupção da linha 5 do metrô de São Paulo:
"Estou muito a vontade com essa questão, porque eu como governador não fiz a licitação, não assinei contrato, peguei tudo andando."


Perguntinhaaa: 
Quem fez? de  qual partido?
Por que o Sr. permitiu que a coisa andasse?

Fraude no Metrô #blogmundofoz #ForçaLula



Fraude no Metrô: Justiça afasta presidente da Companhia

PIG - Partido da Imprensa Golpista
  
O Partido da Imprensa Golpista (PIG) é um termo que surgiu entre os internautas brasileiros em 2007 para caracterizar a grande mídia. Sobre a corrupação ela:
"Lula e o PT são corruptos"
"O governo do PSDPrê é tudo de bão" 



"Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista." Paulo Henrique Amorim - http://www.conversaafiada.com.br


Perguntinhaaa: 
A mídia brasileira é isenta? 
Por que ela mostra as menores infrações dos ministros de Dilma como se fosse o fim do mundo e os casos gravíssimos de corrupção do PSBB ela omite ou suavisa? 
Que tal ela explorar mais as noticias como essa:

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Tucano teve R$ 4,6 mi de emendas fora do mandato

Atual chefe da Casa Civil e ex-secretário da gestão Serra, Sidney Beraldo fez as indicações de repasses quando estava licenciado da Assembleia de SP

Fernando Gallo, de O Estado de S.Paulo

Mesmo estando licenciado durante quase três anos e meio dos quatro em que deteve mandato de deputado estadual na última legislatura, o atual secretário-chefe da Casa Civil de São Paulo, Sidney Beraldo (PSDB), conseguiu liberar R$ 4,6 milhões em emendas parlamentares entre 2007 e 2010. A informação consta da lista de indicações dos deputados divulgada pelo governo paulista há duas semanas. De janeiro de 2007 a abril do ano passado, Beraldo tirou licença do cargo de deputado para ocupar o posto de secretário de Gestão Pública no governo José Serra (PSDB). De lá, foi coordenar a campanha de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Palácio dos Bandeirantes e, depois, a transição de governo até o fim de 2010.Até as denúncias de venda de emendas feitas pelo deputado Roque Barbiere (PTB), as emendas eram secretas: nenhum documento público informava os padrinhos e todos os acordos relativos às indicações eram extraoficiais. Só após a publicação da lista é que o governo fez vir a público que deputados licenciados também podiam elaborar indicações, inclusive quando ocupantes de cargos no governo.Apesar de estar fora da Assembleia, o secretário conseguiu intermediar 63 convênios do governo com prefeituras do interior ou entidades. Apenas quatro das emendas têm valor superior a R$ 150 mil, limite para que as licitações possam ser feitas por uma simples carta-convite.Coube a Beraldo, na condição de secretário da Casa Civil, coordenar a publicação das emendas feitas entre 2007 e 2011. 

No http://dilma13.blogspot.com/2011/11/tucano-teve-r-46-mi-de-emendas-fora-do.html#more

"As razões da militarização do campus da USP transcendem os limites e dados recentes a partir dos quais tem sido discutida."

Militarização e privatização

F. Alambert, F. de Oliveira, J. Grespan, L. Secco, L. Martins e M. Soares
Com o atual reitor, notamos a aceleração da fratura social e política da USP; para haver paz e concórdia, precisamos caminhar para uma estatuinte
As razões da militarização do campus da USP transcendem os limites e dados recentes a partir dos quais tem sido discutida.
Por que não propor a mudança do teor ermo e rural do campus por sua urbanização efetiva, o aumento de cursos noturnos etc.?
Em vez disso, a reitoria traz coturnos, controles e revistas, rasantes de helicópteros, que rasgam o pensamento e a escuta (que atenção resiste à rotação das hélices?), e bombas; logo virão cães... Insiste em ações de respostas e sequelas imprevisíveis. Já se tem os vultos cauta e justamente encapuzados dos nossos estudantes contra a reitoria ditatorial e policialesca.
Por que a insistência no trauma, na indignidade, no modo custoso e descabido? A verdade é que a militarização, ou terceirização da segurança, deriva da privatização em curso da USP.
Combina-se ao sucateamento, no campus, do hospital, da moradia estudantil e do transporte, aos cursos pagos e escritórios externos. Com que fim? Recordemos.
O primeiro ato da gestão Serra foi criar a Secretaria de Ensino Superior, englobando as universidades estaduais e a Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), com orçamento de grande estatal, superior ao de Estados.
O pacote privatista cindia pesquisa e ensino, sediava a pesquisa em ilhas, associando-a a empresas, substituía o ensino presencial por telecursos e submetia o todo a critérios empresariais.

Resultou em greves por todo o Estado, na primeira ocupação da reitoria da USP (maio-junho, 2007) e na demissão do secretário Pinotti.
O governo, porém, não desistiu. Passou a priorizar a liquidação do movimento que obstou o primeiro carro-chefe da campanha de Serra à Presidência. Fez a reitoria nomear um investigador de polícia como diretor de segurança da USP no final do ano de 2007.
Os furtos no campus seguiram, mas o alvo era outro: em 2008, a reitoria demitiu um dirigente sindical, apesar da imunidade constitucional do cargo, e implantou a estratégia de processos administrativos e penais seriais contra os sindicalistas e estudantes.
À rádio Bandeirantes, o reitor afirmou, em 2010, que a USP era como os "morros do Rio" e que requeria uma intervenção como a do Haiti. Hoje, cinco dirigentes sindicais encontram-se em vias de demissão, até por "crime de opinião", e 25 estudantes, às portas da expulsão, com base em artigo que proíbe a difusão de ideias políticas no campus; com as prisões recentes dos 73, ascende a quase cem a lista dos estudantes perseguidos.
De fato, a USP, sem acesso universalizado -ao contrário de universidades públicas da Argentina e do México-, ainda não se pôs, como deve, a serviço da sociedade como um todo.
Está, no entanto, a sociedade ciente do processo em curso e disposta a prosseguir na dilapidação e cessão a grupos privados do enorme potencial da universidade?
O reitor Rodas acelera vertiginosamente a fratura social e política da USP. É preciso caminhar para uma estatuinte, sem o que não haverá concórdia e paz.
Os problemas da USP, inclusive os de malversação e de uso obscuro de bens, são em sua raiz políticos, e se reproduzem por um regimento herdado do autoritarismo, que fere toda ordem democrática.
Sua solução passa, como a do país, pelo sufrágio universal, pela abertura social, pela preservação da gratuidade, pela multiplicação de cursos noturnos e pelo incentivo a pesquisas em diálogo real com as necessidades nacionais.
FRANCISCO ALAMBERT é professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH-USP).
FRANCISCO DE OLIVEIRA é professor emérito da FFLCH-USP.
JORGE GRESPAN é professor da FFLCH-USP.
LINCOLN SECCO é professor da FFLCH-USP.
LUIZ RENATO MARTINS é professor da Escola de Comunicações e Artes da USP.
MARCOS SOARES é professor da FFLCH-USP.
Enviado por e-mail  pelo Grupo Beatrice
No http://dilma13.blogspot.com/2011/11/militarizacao-e-privatizacao.html#more