quarta-feira, 2 de maio de 2012

Se brincar o DEM vai entrar com uma ação retroativa contra a libertação dos escravos, contra o direito de estudo e voto da mulher e contra a lei Maria da Penha! É muita picuinha política! Haja incompetência demonista!

DEM de novo no Supremo procurando dificultar o acesso dos pobres ao ensino superior

 by mariafro

Embora o Conjur não informe, a ADI3330 foi impetrada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen), que representa as instituições de ensino privado do país em parceria com partido dos Democratas (DEM). 
Como já comentamos aqui, é impressionante como  o partido dos impolutos Arrudas, Demóstenes, Kassabs (ops todos eles saíram do DEM), enfim, é impressionante como a ex-Arena, ops o ex-PFL  ops o atual DEM (rachado com a criação do PSD) entra no STF para retirar direitos dos mais pobres, principalmente de políticas públicas que atendem população negra. Por que será?
De minha parte espero que o STF tenha a sabedoria que teve ao votar a ADI do DEM contra as cotas raciais. E mais uma vez mande o DEM plantar batata.
STF julga ação contra o ProUni nesta quarta
Consultor Jurídico
01/05/2012
O Supremo Tribunal Federal vai discutir na próxima quarta-feira (2/5) a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 3330) contra o ProUni (Universidade para Todos). O programa do governo federal concede bolsas de estudos em universidades privadas a alunos que tenham cursado o ensino médio completo em escolas públicas ou como bolsistas de escolas particulares. Há cotas para negros, indígenas e portadores de necessidades especiais.
A ação foi ajuizada pela Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) em 2004, e começou a ser julgada em abril de 2008. O relator, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela constitucionalidade do programa. “Essa é uma técnica de compensação jurídica, uma forma de quebrar a hegemonia e colocar a sociedade nos eixos em condição de horizontalidade”, afirmou o ministro na ocasião. Após o voto do relator, o ministro Joaquim Barbosa antecipou pedido de vista.
A Confenen alega que a Medida Provisória que criou o programa não atendia aos “requisitos de relevância e urgência” para esse tipo de instrumento. Além disso, o ProUni violaria os princípios constitucionais de isonomia e de não-discriminação, um questionamento semelhante ao feito na ação recente que questionou a adoção de cotas em vestibulares de universidades públicas. Por fim, a confederação acusa o programa de forçar as entidades sem fins lucrativos a participar, sem receber contrapartida ao conceder bolsas.
Cotas raciais
O STF julgou outro caso envolvendo as políticas educacionais do país na semana passada. Por unanimidade, o plenário aprovou a constitucionalidade das políticas de cotas raciais nas universidades públicas. Em seu voto, Lewandowski ressaltou que o sistema tem de ter caráter transitório. Ou seja, durar o tempo necessário para que distorções sejam corrigidas.
 No http://mariafro.com/

Queda de juros abre uma nova era de prosperidade na economia

real ok Por que o real está valorizado e por que isso não é um problema

Dilma só faltou dizer: Trabalhadores, uni-vos! Contra agiotagem de banqueiros

No pronunciamento da presidenta Dilma pelo 1º de maio em rede nacional de TV, ela falou olho no olho com o trabalhador brasileiro que o governo faz a sua parte oferecendo taxas de juros mais baixas nos bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil, e cabe a cada brasileiro também fazer a sua parte, escolhendo os bancos comprometidos com essa queda nos juros.

Do que foi dito e do que se vê, pode-se tirar uma conclusão: ou o cidadão brasileiro muda de banco ou os bancos privados não mudam.

Derrubar os juros hoje equivale a derrubar a inflação na época do plano real. E quem sabota essa queda são os banqueiros privados, que saíram fortalecidos com Privataria Tucana do BANESTADO, do BANESPA, do BENGE, do MERIDIONAL e dos outros bancos estaduais durante o plano real.

Os banqueiros falavam que se o Brasil fizesse superávit primário, os juros cairiam (e até caíram muito no governo Lula, se comparado com o período FHC, mas ainda estão longe do que poderiam ser).

Lula fez superávit de forma responsável, Dilma fez e faz. Mesmo crescendo e distribuindo renda, o Brasil reduziu drasticamente o peso da dívida no PIB (e esta é a maior prova do acerto: o PIB, os empregos e massa salarial cresceram muito mais do que a dívida pública).

Tudo isto tornou o país sólido diante de crises alheias, ninguém mais tem medo de investir no Brasil, o país virou "investment grade" e, com isso, os juros teriam que ter despencado, em vez de cair devagar. Mas os banqueiros, agindo em forma de cartel, nada de largar o osso, extorquindo a nação.

Foi preciso Lula fazer o Banco do Brasil e a Caixa, que FHC deixou enfraquecidos, cresceram para ter poder de fogo diante dos banqueiros privados, como Dilma está tendo agora para forçar a queda dos juros para o cidadão e para as empresas.

A queda de juros abre uma nova era de prosperidade na economia, pelas razões:

- menos despesas com juros, mais dinheiro no bolso do cidadão, para comprar, reformar, pintar e mobiliar a casa, ou para passear nos fins de semana e nas férias, dinamizando a economia;

- crédito mais acessível para as pessoas trocar a máquina de lavar que está batendo pino, a geladeira, o fogão detonado, para fazer "upgrade" do microcomputador e da TV, ou trocar o carro, a moto que estejam combalidos, ou comprar pela primeira vez, no caso daquelas pessoas que não tinham renda suficiente e hoje tem.

- As empresas, sobretudo as pequenas com menor poder de barganha nos bancos, tem capital de giro e desconto de duplicatas a juros mais baixos, sobrando mais dinheiro no caixa para empreender e para pagar melhores salários, qualificando a mão de obra, e motivando maior produtividade dos funcionários.

- E tem a queda dos juros da dívida pública, cuja taxa SELIC é referencial. Menor gasto com juros no orçamento da União, mais dinheiro sobra para educação, saúde, segurança pública, defesa, investimentos em infra-estrutura que geram empregos, e até para desonerar impostos da classe média.

Por isso é preciso falar alto e em bom som: "Trabalhadores do Brasil, uni-vos!", contra a agiotagem de banqueiros privados, levando suas contas bancárias para os bancos públicos.

O pronunciamento na íntegra está no link: http://youtu.be/zEu7STbE-K8
No http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/

"Mas a verdade é que, embora a grande maioria das brasileiras trabalhe fora atualmente, ainda vivemos num mundo em que muita gente acredita que trabalho é coisa de homem."

OPERÁRIA REPRESENTA O DIA DO TRABALHO

Gostei muito da imagem que o Google está usando hoje para ilustrar o Dia do Trabalho. Bom, é melhor Dia do Trabalhador (porque se põe em foco o trabalhador, que é quem faz a ação, e não a ação, que é muito vaga -- lembra aquela lenga-lenga que poucos acreditam hoje em dia, que "o trabalho enobrece o homem"), mas aí cai no problema de gênero na língua. Não é todo mundo que quer usar (ou sequer entender) um @ ou um x para falar Dia d@ Trabalhador@ (é feinho, admito, e cansa a leitura um texto cheio de arrobas, mas mais feio hoje em dia é continuar aceitando o gênero "neutro", que por coincidência é masculino, para falar de toda a humanidade). 
Tem quem considere tudo isso uma grande bobagem. Mas desconfio que seja gente que, do alto do seu privilégio, nunca parou pra pensar em por que trabalho está quase sempre associado a homens, não a mulheres (tanto que duvido que quem diga que "o trabalho enobrece o homem" esteja pensando em mulher). Ou melhor, essa gente, quando parou pra pensar nesses detalhes de quem a língua privilegia, foi logo pra afirmar "Que besteira! Vocês não têm nada de mais importante pra fazer não? Vão lavar uma louça!". 
Mas a verdade é que, embora a grande maioria das brasileiras trabalhe fora atualmente, ainda vivemos num mundo em que muita gente acredita que trabalho é coisa de homem. Felizmente são poucos (só os mascus e religiosos que seguem a bíblia ao pé da letra?) aqueles que têm coragem de dizer, em público, que mulher não deveria trabalhar. Mas quantas vezes você já ouviu alguém dizer que o mundo está pior porque hoje as mulheres trabalham e as crianças ficam "soltas", sem ter ninguém pra cuidar delas? E que bom mesmo era o tempo em que as mães ficavam em casa cuidando da prole? Isso pra mim é idêntico a dizer que mulher não deveria trabalhar fora (e eu incluo sempre o "fora"  porque considero que cuidar de uma casa é um trabalho e tanto, embora não remunerado e, portanto, não valorizado). 
Ah, mas é só uma imagem de um dia no Google, né? Pois é, mas o Google poderia ter usado qualquer desenho, qualquer foto, e escolheu esta. Poderia ter usado aquelas "tradicionais" que continuamos adotando (para ensinar meninas e meninos) nos livros didáticos, da mulher com um avental e um bebê no colo, e do homem, de terno e gravata e com uma valise na mão, saindo pra trazer dinheiro pro lar. Como se a gente vivesse nos anos 1950 pra sempre. Aliás, é só abrir o caderno feminino de algum jornal pra ver como estamos distantes do que se esperaria de um século 21.
Então, é só um pequeno gesto do Google. Mas a vida é feita de pequenos gestos. Mudanças partem de pequenos gestos, como repensar que o Dia do Trabalho ou d@ Trabalhador@ não precisa ser representado por um homem, ou riscar do vocabulário palavras como vadia e vagabunda para se referir a uma mulher, ou deixar de lado esses clichês que repetimos no dia a dia ("isso é coisa de homem! isso não é coisa de mulher").  Não vai ser o governo ou empresas privadas que, por decreto, vão criar um mundo mais inclusivo. Somos nós. Através de gestos minúsculos e imperceptíveis para a maioria. Mas que de tão repetidos passam a brigar com nossas concepções arcaicas. 
 
No http://escrevalolaescreva.blogspot.com.br/

#VetaDilma - BH

terça-feira, 1 de maio de 2012

"O trabalho é, na maioria da vezes, o pai do prazer." Voltaire


A mulher e o mercado de trabalho


O crescimento da industrialização no Brasil proporcionou a inclusão da mulher no mercado de trabalho
São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreram a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE em 2007, a população brasileira chega a quase 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres. Segundo dados do IBGE de 2000, a PEA (População Economicamente Ativa) brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.
Uma constatação recorrente é a de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho. Conforme estudos recentes, verifica-se, mesmo que de forma tímida, que a mulher tem tido uma inserção maior no mercado de trabalho. Constata-se, também, uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Contudo, ainda não foram superadas as recorrentes dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos/ocupações.
Ainda nos dias de hoje é recorrente a concentração de ocupações das mulheres no mercado de trabalho, sendo que 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas o contingente das mulheres trabalhadoras mais importantes está concentrado no serviço doméstico remunerado; no geral, são mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.
Segundo o Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – quanto ao “comportamento do desemprego feminino na Região Metropolitana de São Paulo, observa-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para as mulheres e de 10,1% para os homens, aumentando, em 2000, para 20,9% e 15,0%, respectivamente. Isso significa que na RMSP [Região Metropolitana de São Paulo], em 2000, uma em cada cinco mulheres que integravam a População Economicamente Ativa, encontrava-se na condição de desempregada.”
O total das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior à dos homens brancos e 23% delas são empregadas domésticas. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que são efetivadas no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado por nosso sistema estatístico e não possui valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venha crescendo. O que se conclui com os estudos sobre a situação da mulher no mercado de trabalho é que ocorre uma dificuldade em separar a vida familiar da vida laboral ou vida pública da vida privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

No http://www.brasilescola.com/sociologia/a-mulher-mercado-trabalho.htm

Presidenta Dilma em rede Nacional - Dia do Trabalho 01/04/12


PT apoia os concursados

Anilton na berlinda: semana de decisões sobre o concurso público de Paulo Afonso

Acusado de cometer crimes sucessivos de desobediência a determinações da Justiça e de ver o MP solicitar intervenção no município, o prefeito de Paulo Afonso terá uma semana difícil, a partir de amanhã (02).
Redação
redacao@ozildoalves.com.br
Crédito: Divulgação

PT ignora Anilton e formaliza apoio aos concursados de Paulo Afonso
Na Moção de Apoio aprovada pelo PT (Partido dos Trabalhadores) aos Concursados de Paulo Afonso, em encontro convocado pela executiva municipal, no dia 29 de abril de 2012, os filiados do partido exigem do prefeito Anilton Bastos (PDT) a imediata nomeação das pessoas aprovadas no Concurso Público realizado pela Prefeitura Municipal no ano de 2008.
O PT foi mais além e afirmou que continua descumprindo a Liminar que determina a convocação dos concursados, na Moção o PT diz que “defende a manutenção do estado de direito sem a quebra da normalidade institucional provocada pelo descumprimento da liminar em que a justiça determina a convocação de todos”.
Fato curioso é que o encontro contou com a presença do deputado estadual Paulo Range (PT), desde o ano passado, vem trabalhando para que o partido seja o grande aliado do prefeito Anilton Bastos (PDT) nas próximas eleições, porém publicamente ainda não se manifestou sobre o assunto.
Prefeito comete recorrentes crimes de desobediência a determinações judiciais e MP solicita intervenção no município de Paulo Afonso
A situação do prefeito Anilton Bastos em relação aos sucessivos e recorrentes crimes de desobediência às determinações judiciais se complica cada vez mais.
O Ministério Público da Bahia já requereu INTERVENÇÃO no município de Paulo Afonso-Bahia, por descumprimento de decisão judicial e o prefeito que insiste em não nomear os concursados está na berlinda. Também pelo mesmo motivo foi proposta pelo MP uma ação penal por crime de improbidade administrativa.
Concursados prometem se reunir e acampar em frente à prefeitura nesta quarta, dia 02/05
Nessa quarta-feira, 02, os concursados farão mais uma mobilização a fim de lembrar ao prefeito que ainda há 1800 cidadãos que aguardam ansiosamente que seja cumprida a lei.
Os concursados estarão reunidos em frente à Câmara de Vereadores, às 08 horas da manhã desta quarta-feira, 02/05, com o prazo determinado pela justiça para que o prefeito inicie a convocação dos concursados esgotado. De lá, pretendem se mobilizar em frente ao Fórum, com para final em frente à prefeitura onde ficarão acampados até serem finalmente convocados.
 No http://www.ozildoalves.com.br/internas/read/?id=12665

"No Dia do Trabalho, ela disse que, com esses juros e spreads dos bancos privados, a economia fica de roda presa. Não emprega mais. Prejudica o trabalhador."

Dilma atira em juros
de banco privado

    Publicado em 30/04/2012

Num pronunciamento em rede de televisão pelo 1o. de Maio, a Presidenta Dilma de Rousseff fez um ataque frontal aos juros e ao spread dos bancos privados.

Dos bancos privados.

Ela mencionou o custo inexplicável dos juros no crédito consignado, no cartão de crédito, no crédito ao consumidor dos bancos privados.

Falou ao bolso do espectador.

Ela citou nominalmente o BB e a Caixa – e defendeu que o consumidor escolha o que melhor lhe servir.

E desmontou a tese do Itaú (sem mencionar): a inadimplência está normal, estabilizada e não justifica o spread que ele cobra.

No Dia do Trabalho, ela disse que, com esses juros e spreads dos bancos privados, a economia fica de roda presa.

Não emprega mais.

Prejudica o trabalhador.

Pela primeira vez, um governante brasileiro resolve ir a público enfiar a faca nos peitos dos bancos privados: esses juros não se justificam.

Não se justificam porque a taxa básica Selic cai e os juros dos bancos privados não cai.

Vamos ver quem ganha essa batalha.

De um lado, o Brasil e a Dilma; de outro, o Itaú – o QG da resistência – e o PiG (*).

Não se esqueça de ler “Dilma escolhe blogueiro sujo Ministro do Trabalho”.

Paulo Henrique Amorim

No http://www.conversaafiada.com.br/economia/2012/04/30/dilma-atira-em-juros-de-banco-privado/

Presente de Dilma para o Trabalhador Brasileiro e a Trabalhadora Brasileira

Dilma acerta um Tijolaço na cabeça da imprensa corrupta brasileira

Brizola Neto (PDT-RJ) é o novo ministro do Trabalho do governo Dilma

Maurício Savarese
Do UOL, em Brasília
  • Beto Oliveira/Agência Câmara
    Brizola Neto é o mais novo entre todos os ministros 
  • Brizola Neto é o mais novo entre todos os ministros
O deputado federal Brizola Neto (PDT-RJ) é o novo titular do Ministério do Trabalho, anunciou nesta segunda-feira (30) a Presidência da República, em nota oficial. A posse deve ser na quinta-feira, às 11h.
"A presidenta manifestou confiança de que Brizola Neto, ex-secretário de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro, ex-vereador e deputado federal pelo PDT, prestará grande contribuição ao país", diz o texto oficial.
Brizola Neto é o mais novo entre todos os ministros: aos 33 anos, assume o cargo deixado pelo presidente de seu partido, Carlos Lupi, afastado após uma série de denúncias de corrupção na pasta. A decisão foi tomada na véspera do 1º de maio, para resolver um impasse que se estendia desde o fim do ano passado. Antes de convidar Brizola Neto, Dilma conversou com o Lupi e acertou a nomeação.
O novo ministro foi convidado pela presidente Dilma apesar de resistências dentro de sua própria legenda, além da Força Sindical e da CUT (Central Única dos Trabalhadores). Até mesmo o antecessor no cargo, Paulo Roberto dos Santos Pinto, cogitava não aceitar retornar ao posto de secretário-executivo do Ministério sob o comando do neto de Leonel Brizola (1922-2004).
Apesar de ter sido eleito pelo Rio de Janeiro, ele é mais um membro da ampla cota gaúcha no governo. É o oitavo nascido no Rio Grande do Sul entre 41 integrantes com status de ministro. São Paulo, mesmo incluindo ministros com carreira fora do Estado, como Paulo Bernardo (Comunicações) e Ideli Salvatti (Relações Institucionais), tem sete no primeiro escalão.
Brizola Neto está em seu segundo mandato de deputado federal e ganhou a atenção da presidente por sua capacidade de mobilização com os jovens – em especial graças a seu blog “Tijolaço”.  Depois de trabalhar como secretário do avô, conseguiu seu primeiro mandato em 2004, como vereador no Rio de Janeiro.
Entre seus hobbies, está o surfe. Quando adolescente, fez amizade com jovens das favelas cariocas na praia.