sábado, 5 de maio de 2012

Novamente de carona com a APLB e os Professores filiados de Paulo Afonso/Ba, agora em Cícero Dantas, na inauguração da primeira fase do Projeto Águas do Sertão, nós do Vithamulher ficamos horrorizadas com a frieza inconsequente do governador da Bahia, jacques wagner (assim mesmo revisora), e o gigantesco desrespeito dele para com os nobres Trabalhadores da Educação.

Pasmem vocês também, amigo leitor e amiga leitora, com o que ele falou diante do grito de revolta dos professores:

foto"A raiva vai passar, vocês vão esquecer."

Será, jacques, você vai pagar para ver? Se for, que seja 22,22% em cima do mal remunerado salário do Professor Baiano.

Há! Mais uma coisinha:

Educação antecede o progresso. Leia. É importante

5 de maio de 2012 
Em 1º de maio, o jornal A TARDE publicou em sua página 2, o artigo Educação antecede o progresso, de autoria de Consuelo Novais Sampaio (Doutora em História pela The Johns Hopkins University), respeitável intelectual.
Atente para o parágrafo: “Em constrangedor atraso, inclusive em relação aos irmãos sul-americanos, o Brasil decidiu estabelecer piso nacional para os professores da rede pública, cuja referência é o índice do Fundeb, atualmente fixado em 22,22%. Sempre na contramão, a Bahia resiste, apesar do acordo firmado (11 de novembro de 2011) transformado na Lei 12.364/2011, de cumprimento daquele reajuste no salário dos professores do ensino médio e fundamental. Este acordo com o Estado deveria entrar em vigor em janeiro de 2012. Os professores esperaram, fizeram greve em março, para lembrar o governo do compromisso assumido. Voltaram às aulas sem que o governo se pronunciasse. Daí a atual greve, desde o dia 11 de abril”.
Este artigo deveria ser lido e relido e depois tomado em sabatina pelos deputados estaduais, que além de votar os projetos que sequer leram e que são uma contradição do governo em relação ao seu suposto compromisso democrático, andaram dizendo na imprensa frases desconexas. O presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, por exemplo, andou dizendo que o reajuste representaria muito dinheiro e que isto atrapalharia até o combate à seca. Ao mesmo tempo, o governador Jaques Wagner diz que cada orçamento tem seu lugar e o gasto com estrada e estádio de futebol não tem nada a ver com educação.
Pois bem, para ambos e para os outros que não entendem a importância da educação numa sociedade que se pretende civilizada nem o que é Fundeb, leiam e releiam o artigo do Doutora Consuelo, que não é do sindicato: o piso tem seu valor fixado pelo índice do Fundeb. E a verba federal que vem para a educação deve atender tão-somente à educação.
A TARDE – 1/5/2012 – pg. A2
  
No http://www.aplbsindicato.org.br/estadualeinterior/destaques/um-artigo-lucido-leia-e-importante/

sexta-feira, 4 de maio de 2012

ESCANDALO Dep Federal Arnaldo Jordy induz ABORTO A MULHER QUE ENGRAVIDOU...



Poupança:"Segundo Mantega, as mudanças são mínimas e não afetam os interesses e benefícios dos correntistas"

Dilma dribla crise
da poupança e a oposição

    Publicado em 03/05/2012

Para os atuais investidores vale o escrito

Saiu no Globo:


Mantega confirma rendimento da poupança em 70% da Selic mais TR


RIO E BRASÍLIA – O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou que os novos depósitos na caderneta de poupança serão remunerados em 70% da Selic, sempre que a taxa básica de juros do país atingir o valor de 8,5% ano ano ou menos. A medida só vale para os novos depósitos, realizados a partir desta sexta-feira, 4 de maio, quando a mudança entra em vigor.


Hoje, a taxa Selic está em 9% ao ano, mas poderá cair novamente na próxima reunião do Comitê de Política Monterária (Copom) marcada para os dias 29 e 30 deste mês.


-Se o Copom decidir baixar a Selic para 8% ao exemplo, o rendimento será de 70% deste valor, ou seja, 5,6% ao ano, mais a TR – explicou o ministro. Pelas regras atuais, a caderneta rende 6% ao ano mais a TR.


Segundo Mantega, as mudanças são mínimas e não afetam os interesses e benefícios dos correntistas


- Não há rompimento de contrato, usurpação da renda, nem prejuízos – destacou.


O ministro também enfatizou que não há mudanças imediatas, que rentabilidade continuará diária e a poupança continua isenta de Imposto de Renda. Hoje, o país tem 100 milhões de cadernetas, com um depósito total de R$ 431 bilhõe


- No presente momento não haverá alteração nem na velha poupança e nem na nova, porque a Selic está em 9% – destacou.


A mudança abre espaço para que o Banco Central (BC) continue reduzindo as taxas de juros no país sem gerar desequilíbrios no mercado. No formato em que está, a poupança tem uma remuneração garantida de TR mais 6% ao ano. Já outras aplicações, como fundos de investimentos, dão ganhos que variam de acordo com a Selic.


Por isso, se os juros continuarem caindo no país, existe o risco de a poupança passar a render mais que os fundos. Com isso, ela poderia passar a ter uma captação excessiva, retirando investidores de outras aplicações. Como 65% dos depósitos na poupança precisam ser aplicados em habitação, haveria dinheiro demais para esse tipo de operação e de menos para outros. Além disso, como os fundos são compostos em boa parte dos títulos públicos, uma saída deles poderia acabar prejudicando a gestão da dívida pública.


Centrais sindicais gostam da proposta


As duas principais centrais sindicais – CUT e Força Sindical – saíram da reunião com a presidente Dilma Rousseff, dizendo que a proposta do governo é positiva, porque não mexe nos depósitos atuais. A Força Sindical, segundo seu presidente, o deputado Paulo Pereira da Silva, vai apoiar a proposta como um todo. Já o presidente da CUT, Artur Henrique, afirmou que a central precisa debater a proposta antes de manifestar sua posição.


- A gente achou que não mexer nas atuais poupanças é positivo. Seria ruim para nós se o governo mexesse nos atuais poupadores. Daqui para frente quem vai poupar pode decidir se vai por na poupança ou em outros fundos que existem. Mas o ministro Guido Mantega disse que os outros fundos terão um rendimento muito parecidos ao da poupança. Do nosso lado, a gente acha que essas mudanças não teriam impacto na vida das pessoas que estão hoje poupando. Como não mexe com as atuais, as pessoas não terão direitos feridos, a Força Sindical tende a apoiar – disse o presidente da Força Sindical.


Segundo Artur Henrique, a CUT vai fazer reuniões internas para debater o tema.


- A CUT vai analisar e depois anunciar seu posicionamento. É uma medida que precisa ser analisada com cautela. Não mexe com os atuais, isso é positivo. Vamos debater com mais cautela o impacto da medida nos demais fundos – disse o presidente da CUT.


As centrais tentaram incluir na discussão a pauta de reivindicações do movimento sindical, especialmente o fim do fator previdenciário e a isenção de Imposto de Renda da participação nos lucros e resultados (PLR), mas a presidente não deu espaço para outros temas. Dilma prometeu tratar desses dois assuntos em outra reunião.


- Tentamos discutir com a presidente, mas ela não quis discutir isso hoje. O Artur falou do fim do fator previdenciário e isenção do Imposto de Renda na PLR, mas ela não recebeu muito bem. Depois de muito insistirmos, ela disse que vai discutir nas próximas reuniões, mas que nós temos de entender o momento que o Brasil passa e o momento que ela está passando – afirmou o presidente da Força Sindical.


Ele disse que as centrais não tentaram condicionar o apoio à proposta às reivindicações do movimento sindical:


- Queremos resolver a nossa pauta, mas não condicionamos. O clima não estava bom.


“Não há guerra contra bancos”, afirma Gilberto Carvalho


O ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, confirmou que a presidente deve anunciar as mudanças ainda nesta quinta-feira. Apesar de o discurso da presidente ter voltado a criticar as altas taxas praticadas pelos bancos, o ministro negou que haja uma guerra contra as instituições financeiras. Segundo o ministro, o que existe é um “movimento para estimular a queda dos juros”.


O ministro não quis antecipar qualquer alteração, mas disse que a presidente deve comunicar as mudanças primeiro nas reunião que terá com o Conselho Político, depois com as centrais sindicais e com os empresários


Carvalho disse também que as mudanças no recolhimento do imposto de renda sobre a distribuição de lucros das empresas, pois ainda não estariam sacramentadas. Há decisão de fazer as alterações, mais ainda não definição sobre quais serão as mudanças, disse.

 




Navalha
O PPS é o partido dos comunistas que aderiram à Carta de Vinhos do Fernando Henrique Cardoso.
Um dos ilustres parlamentares do PPS, Raul Jungmann, expoente da CPI dos Amigos do Dantas, foi para o horário eleitoral dizer que o Lula ia expropriar a poupança.
É porque a Dilma agiu rápido, senão, o PIG (*) embarcava numa campanha para aterrorizar os 11 milhões de poupadores em caderneta.
A solução anunciada reduz os juros e desvaloriza o real.
Preserva os direitos adquiridos e cria uma regra compatível com o país que quer ter taxas de juros de padrão internacional.
O Jungmann foi devidamente rejeitado pelo eleitor de Pernambuco.
E o PIG, pelo leitor.
Paulo Henrique Amorim
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.

No http://www.conversaafiada.com.br/economia/2012/05/03/dilma-dribla-crise-da-poupanca-e-a-oposicao/

quarta-feira, 2 de maio de 2012

TV APLB: Categoria decide: a greve continua



Meu salário foi cortado, mas meu desejo por justiça só faz aumentar. Governador, deixa de firulas e pague o que deve ao professor! Até lá, a greve continua!

Categoria decide: a greve continua. Nesta quinta, 3 de maio, feira na Praça da Piedade

2 de maio de 2012 
Em assembleia realizada na manhã desta quarta-feira, 2 de maio, pela manhã, no saguão da Assembleia Legislativa, no Centro Administrativo da Bahia (CAB), os trabalhadores estaduais da educação decidiram manter a greve iniciada em 11 de abril.
Além da manutenção da greve, ficou decidido que os trabalhadores colocarão as cruzes – com os nomes dos deputados que votaram os projetos do governo estadual que causam mal à Educação – no gramado em frente à Assembleia Legislativa.
Ainda nesta quarta-feira, 2 de maio, haverá reunião das zonais, na Assembleia Legislativa.
Além disso, os professores decidiram ministrar aulas públicas diariamente na própria Assembleia Legislativa. A ocupação, iniciada em 18 de abril, continua.
FEIRA PARA O FUNDO DE GREVE
Também ficou decidido que nesta quinta-feira, 3 de maio, a APLB-Sindicato realizará uma feira, na Praça da Piedade, com venda de verduras e outros produtos, para arrecadação de fundos de manutenção da greve.
Isto ocorre em consequência do corte dos salários dos professores pelo governo. O corte atingiu aposentados, pensionistas, licenciados e trabalhadores do REDA . Um ato de crueldade e fora da lei, ressaltam os trabalhadores.
PRÓXIMA ASSEMBLEIA
A próxima assembleia da categoria será na segunda-feira, 7 de maio, às 9 horas, na Assembleia Legislativa.
Junto a essas decisões, foi explicado que a CNTE e a APLB-Sindicato continuam tentando marcar uma audiência com o ministro da Educação, Aloísio Mercadante, em Brasília; e que o sindicato está na Justiça com ações contra a ilegalidade da greve e o corte de salários. As ações estão tramitando, informa o departamento jurídico da APLB-Sindicato.

No http://www.aplbsindicato.org.br/estadualeinterior/destaques/categoria-decide-a-greve-continua-nesta-quinta-3-de-maio-feira-na-praca-da-piedade/


"Em resumo: os conservadores chamam de “populismo” tudo o que os governantes trabalhistas fazem em benefício do povo."

Bancos não respondem à Dilma.

O PiG (*) está aí pra isso

    Publicado em 02/05/2012

Não bastasse a primeira, imediata reação da Globo, com o William Traack (segundo o amigo navegante Joaquim) contra a Dilma, em defesa dos bancos privados, nesta quarta-feira a artilharia do PiG (*) veio furiosa.

No Globo, na pág. 4, Merval Pereira acusa a Presidenta de uma espécie de “populismo financeiro”.

Deve inspirar-se na expressão “populismo cambial”, que o Padim Pade Cerra usava (em off, com os colonistas (**) que o tratam de “Serra”) para dinamitar o Plano Real e derrubar o Malan.

Na pág. 20, sem muita imaginação – como sempre – a Urubóloga ataca a Presidenta na mesma tecla: ela, a Dilma precisa ficar atenta (claro, a Urubóloga sabe o que é melhor para a Dilma) à “fronteira entre o popular e o populismo”.

O mais raso deles, na pág 2 da Folha (***), diz que a Presidenta “xingou” os bancos.

E que agora é “matar ou morrer”.

Ou os juros caem ou a Dillma morre politicamente (o sonho de consumo de todos os colonistas (**) supra citados.)

Sobre a expressão “populismo”, recomenda-se a leitura de “O populismo e sua história – debate e critica”, organizado por Jorge Ferreira e editado pela Civilização Brasileira.

Em resumo: os conservadores chamam de “populismo” tudo o que os governantes trabalhistas fazem em benefício do povo.

Por exemplo: chamar os bancos privados na chincha, reestatizar a YPF argentina, ou a Transporte de Eletricidade da Bolívia.

Isso é de um populismo obsceno !

Que horror !

Em tempo: ao lado da Urubóloga, no Globo, lê-se: “Juros: Febraban evita rebater Dilma.” Não precisa, não é mesmo, amigo navegante ? Tem quem faça.


Paulo Henrique Amorim

No http://www.conversaafiada.com.br/economia/2012/05/02/bancos-nao-respondem-a-dilma-o-pig-esta-ai-pra-isso/

"Globo e Folha de S. Paulo fazem barricada para proteger Veja. É de dar calafrios quando essa turma se une. "

 
O assunto é sério. Gravíssimo. E é hora de todo cidadão honesto ficar alerta. Os barões da mídia se uniram para que uma CPI não passe a limpo as relações criminosas do bicheiro Cachoeira e parte da chamada grande imprensa brasileira, principalmente a revista Veja.
O País não pode perder essa oportunidade de desmascarar aqueles que toda semana tentam mostrar nas bancas que são os reis da honestidade. Falam de ética, mas agem como traficantes da informação. Investigações da Polícia Federal já revelaram que a Veja, revista da família Civita, agiu como porta-voz do bicheiro, preso desde o final de fevereiro, e manteve com ele uma clara troca de favores.
A relação fere, no mínimo, qualquer princípio do bom jornalismo. Evidências mostram que a Veja se submeteu aos interesses do crime organizado, jogou a favor de um determinado grupo político por interesses desconhecidos e usou informações obtidas de forma ilegal para atacar seus inimigos.
O diretor de jornalismo da Veja em Brasília virou confidente, amigo íntimo, do bicheiro Cachoeira e de sua turma envolvidos até o pescoço com ações criminosas, como provam as centenas de ligações feitas com autorização judicial. Eles escolhiam até em qual parte da revista a informação "denunciada" seria publicada.
Quando as denúncias contra o senador Demóstenes Torres e seus negócios com o bicheiro Cachoeira ameaçavam trazer à tona toda sujeira, a revista dos Civita preferiu dedicar uma capa ao Santo Sudário. Bem diferente da cobertura dedicada ao Mensalão, que mereceu 27 capas desde maio de 2005. Repito: 27. Vinte e sete. No dia 18 de abril até ensaiaram tocar no assunto como matéria principal, mas fizeram com a palavra MENSALÃO impressa assim, em letras garrafais em meio a uma cortina de fumaça. Coisa que a Editora Abril parece conhecer bem.
Globo e Folha de S. Paulo fazem barricada para proteger Veja. É de dar calafrios quando essa turma se une. Onde estão as reportagens no Jornal Nacional citando a revista e a editora abertamente? Onde se escondeu o jornalismo "plural e independente" da Folha?
Querem proteger os que praticam um crime.
Na edição desta semana, a Veja tenta intimidar os parlamentares que podem investigar as ligações de Cachoeira com a revista. “Vou explodir”, avisa Cachoeira da prisão, de acordo com uma chamada no alto da capa. Em entrevista a revista, Andressa Mendonça, mulher do contraventor, diz que o marido pode revelar tudo o que sabe. E agora, Veja?
O mais importante agora é ver a coragem dos parlamentares para levar de fato Roberto Civita, o dono da Veja, a sentar-se em uma das cadeiras da CPI e encarar as perguntas daqueles que estão lá como representantes do povo. O mesmo povo que a Veja tenta enganar todos os fins de semana.

No http://noticias.r7.com/blogs/o-provocador/