sábado, 23 de fevereiro de 2013

FHC deu vexame internacional e levou sermão de Bill Clinton


"Fui DILMA 2010 e agora sou DILMA 2014. Porquê Chicó?! Perguntou João Grilo. Respondi! Não sei, só sei que vai ser assim." - Chico Alencar


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Nem carne, nem peixe, nem fede, nem cheira. Marina usa "discurso pensado para ser politicamente correto, agradar a todos e não desagradar ninguém. Luta política que é bom, a que obriga a escolher lado, nada. É o discurso que a Globo e o Itaú gostam: o da desconstrução e criminalização da luta política que bate de frente com seus interesses."


Por: Helena Sthephanowitz, especial para a Rede Brasil Atual
A ex-senadora Marina Silva criou seu partido, a Rede Sustentabilidade, para concorrer às eleições de 2014. Especificamente à Presidência da República. Porém, a iniciativa da ex-senadora é decepcionante. O novo partido nega a luta política dos mais fracos e prega o conformismo submisso aos mais fortes.

É a "utopia do sonho" do Itaú, da Globo, do bilionário neoliberal dono da Natura, que foi candidato a vice-presidente em sua chapa de 2010. É a sustentabilidade reacionária e conservadora. Os bilionários mandam, eles são os "sábios", conselheiros, orientadores e ideólogos de um hipotético governo, numa rede à qual Marina se encarregaria de manter conectados os brasileiros.

Cito o banco Itaú especificamente porque uma das principais caciques do partido de Marina é Maria Alice Setúbal, herdeira e acionista do império financeiro. Segundo o site da tal rede, sua função no partido é a de "mobilização de recursos". Não deixa de ser curioso que a cor predominante da legenda é o laranja, a cor de fundo usada nas placas e propagandas daquele banco.

Irresistível não comparar com a dominação mostrada no filme Matrix (1999). Em fotos já espalhadas pela internet, vemos militantes se filiando ao partido, atendidos em guichês com placas laranjas, por atendentes vestindo blazer preto e camisa laranja (a cor do Itaú, de novo). Parece gente treinada para ser bons atendentes, plugando uma a uma das pessoas à dominação da matrix (do Itaú).

Muito além da comparação com o filme, o mais grave é querer esvaziar a luta política como instrumento dos cidadãos conquistarem melhorias de vida. O discurso de Marina é recheado de frases de efeito sempre puxando para um suposto "novo jeito de fazer política", "acima da esquerda e direita", "não é oposição, nem situação", "resgatar a ética", "não tem movimentos sociais por trás", "não fuma, nem bebe" e bla bla bla.

É o discurso pensado para ser politicamente correto, agradar a todos e não desagradar ninguém. Luta política que é bom, a que obriga a escolher lado, nada. É o discurso que a Globo e o Itaú gostam: o da desconstrução e criminalização da luta política que bate de frente com seus interesses.

É a fala que busca dominar a chamada nova classe média, buscando convencê-la a se desiludir com a luta política que a levou a conquistar o que tem, e votar alienadamente, igual vota nos reality shows da vida, em quem acha mais bonzinho, mais simpático, mais bonitinho.

Na luta política, do jeito que está, a Globo sabe que não vence mais, então o negócio é esvaziá-la. E que tristeza ver Marina Silva fazendo esse serviço. A matrix de Marina está mandando às favas a luta política do enfrentamento contra a má distribuição de riquezas e a injustiça social.

Vamos falar um pouco do grande parceiro da ex-senadora. O Itaú fica mais "sustentável" quando a

clientela faz tudo pela internet e deixa de ir à agência, passa a imprimir menos papel. Mas esse ganho de produtividade, ao esvaziar as agências, o banco não compartilha com seus trabalhadores, mesmo com lucros estratosféricos. Aliás, o setor bancário é o único que, quanto mais lucra, mais desemprega e é cada vez maior o número de denúncias de funcionários que ficam doentes devido às más condições de trabalho.

De nada adianta abraçar árvores, financiar ONGs, se a empresa joga pessoas no desemprego só para aumentar mais ainda os lucros de acionistas. Esse egoísmo é uma forma de poluir a qualidade de vida na sociedade, com o empobrecimento de pessoas, a desestruturação de lares, de famílias, que o desemprego provoca, muitas vezes. E para acabar com esse egoísmo é preciso luta política. Os partidos políticos são os instrumentos desta luta para mudar leis.

A boa luta política é brigar por leis que reduzam a jornada de trabalho em vez de demitir, se a empresa teve ganho de produtividade e tem lucros suficientes para manter a mão de obra. Ou pelo menos, quem pode mais e desemprega só para lucrar mais, tem que pagar mais impostos necessários a gerar novos empregos.

A grande luta no Brasil ainda é o combate à desigualdade para elevar brasileiros pobres para um padrão de vida de classe média. E essa rede matrix de bilionários em torno da Marina tem uma agenda pragmática oposta, como, por exemplo, lutam para pagar menos impostos, mesmo com lucros exorbitantes; condenam verbas para programas sociais; pregam arrocho de salários e aposentadorias para ter mais lucros se pagarem alíquotas menores para manter a Previdência; pregam cortar direitos trabalhistas para poder demitir mais facilmente e mais barato. Pregam a privatização e redução de serviços públicos, essenciais para quem não tem condições de pagar.

É luta contra tubarões, que enfrentamos e que produz baixas do nosso lado. Novidade na política é concluir o ciclo dessa luta e conscientizar aqueles que estão plugados nas tentativas de dominação por parte da Globo e do Itaú a se libertarem das amarras.

http://www.redebrasilatual.com.br/blog/helena/marina-silva-porta-voz-da-rede-matrix-contra-luta-politica 

No http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/2013/02/marina-silva-porta-voz-da-rede-matrix.html
Charge do http://esquerdopata.blogspot.com.br/

Um homem que defende os banqueiros e é contra a redução da tarifa de energia jamais poderá governar para o povo.

"O senhor, senador Aécio, não citou as 

palavras, povo, pessoa, gente, brasileiros, 

inclusão social, emprego, nenhum momento 

de seu pronunciamento. Nós temos que 

colocar isso na pauta" - Senador Lindbergh, ao rebater o discurso contra os 10 anos de governo do PT, pelo Senador Aécio, no Senado Federal. 



Em seu discurso Aécio apontou 13 erros do PT.



Ora menos, Aécio, 
" quando você aponta o dedo para alguém, 
lembre-se que tem 3 apontados para você"!



"Já essa história do parlamentar-presidenciável mineiro de inflação em alta e que a estabilidade econômica está ameaçada só pode ser uma piada. Eles, sim, deixaram o país quebrado, com uma dívida pública dobrada; inflação em alta; desemprego nas alturas; dólar descontrolado; e um Brasil quase sem reservas externas. Elas eram de US$ 37 bi e hoje são US$ 378 bi - dez vezes maior."



Por José Dirceu, em seu blog:

Ao denominar de "13 fracassos petistas" o discurso com que saiu, ontem, em campanha ao Planalto, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) bem poderia chamá-lo, também, de "13 erros tucanos", já que seu pronunciamento não passa de um amontoado de equívocos em relação à realidade brasileira nestes 10 anos de governos federais petistas. É, ao mesmo tempo, miragem-confissão da maioria das falhas cometidas, de fato, pelos próprios tucanos nos oito anos em que estiveram no poder.

Tão fácil rebater ponto por ponto as colocações do senador que eu chego a ficar em dúvida se ele quis mesmo, com esse discurso, sair em campanha para o pleito do ano que vem. E, principalmente, rebater as comparações que temos feito entre governos tucanos e os nossos. O senador fala de um comprometimento do desenvolvimento, responsabilizando-nos por isso.

Aos fatos. Na era Lula o PIB cresceu em média o dobro da era FHC: 4,06% X 2.29%. Mesmo com o biênio 2011-2012, inicial do governo Dilma Rousseff, o país cresceu mais 3,6%. Mas, aqui, o indicador que interessa é o PIB per capita. Vejam, era R$ 8,4 mil na era tucana, saltou para R$ 19,5 mil na era Lula e com a presidenta Dilma já chega a R$ 21,2 mil.

Paralisia no país? Onde?

O senador insiste em ver uma paralisia no país. Esquece, de propósito como estavam as estradas, os portos, os aeroportos e as ferrovias em 2003 quando assumimos. Esquece que aumentamos em 50% a produção de energia do país e que tocamos o PAC. Apenas um dos nossos programas, como o Minha Casa Minha Vida, que já tem nada menos que 1 milhão de casas construídas e mais 1,3 milhão já contratadas. E esquece o pré-sal, as concessões e o que já reconstruímos em estradas e ferrovias, portos e aeroportos...

E essa história dele, de "tempo perdido, a indústria sucateada..."? A indústria foi sucateada na era FHC, quando era proibido falar em política industrial nacional e o câmbio era fixo: 1 dólar = 1 real. Talvez ele fale de "tempo perdido" porque os tucanos querem apagar essa época e agora esconder que o governo Dilma faz política industrial e defesa comercial, reduzindo os juros, realinhando o câmbio, desonerando impostos e energia e investindo como nunca em educação e inovação.

Hoje os bancos públicos são instituições financeiras de fomento da indústria, da agricultura, da infraestrutura e da inovação e não candidatos, eles próprios, à privatização, ou instrumentos desta privatização - ou da privataria, como foi denominado aquele processo comandado pelos governos tucanos. Hoje os investimentos públicos são o dobro da era FHC e as estatais retomaram os investimentos paralisados nos governos do PSDB.

Uma piada de Aécio

Já essa história do parlamentar-presidenciável mineiro de inflação em alta e que a estabilidade econômica está ameaçada só pode ser uma piada. Eles, sim, deixaram o país quebrado, com uma dívida pública dobrada; inflação em alta; desemprego nas alturas; dólar descontrolado; e um Brasil quase sem reservas externas. Elas eram de US$ 37 bi e hoje são US$ 378 bi - dez vezes maior.

Deixaram o Brasil endividado com o FMI e com uma dívida externa alta. Hoje o pais é credor do Fundo. Já eles foram duas vezes de pires na mão pedir socorro ao FMI e ao governo norte-americano, que salvaram FHC nas vésperas da reeleição em 1998. E ainda têm a coragem de falar em estabilidade!

Vejam uma contestação completa ao discurso do senador lendo os posts abaixo O presidenciável mineiro esquece que eles extinguiram a CPMF e Uma grande bobagem tucana.

No http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/2013/02/aecio-listou-os-erros-do-psdb.html

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Lindbergh Farias 'nocauteia' Aecio Neves no Senado

Benditos 10 anos de governo do PT





"O neoliberal tucano FHC, na verdade, não governou como presidente de uma Nação, e sim como corretor de imóveis e de empresas à venda.




Lula trilhou um caminho contrário e fortaleceu o estado nacional, que, posteriormente, tornou-se o maior responsável pelo Brasil praticamente não sofrer com a crise econômico-financeira internacional, que acometeu o mundo no ano de 2008.

Lula vem do trabalhismo paulista, que é diferente do gaúcho, mas que, no fim das contas, tem os mesmos interesses políticos e sindicais, porque se trata de defender os interesses dos trabalhadores.

E é esta a questão primordial." Davis Sena Filho — Blog Palavra Livre

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Yoani Sánchez: "uma persona no grata para as forças progressistas e os movimentos sociais brasileiros".




Por Wagner Gomes, no sítio daCTB:

Bem que a blogueira cubana Yoani Sánchez tentou fugir, mas não conseguiu evitar as manifestações de protesto contra sua indesejável presença no Brasil ao chegar no aeroporto de Recife na madrugada desta segunda-feira, 17, e no de Salvador, por volta das 8h30. Bajulada pela mídia burguesa e partidos da direita neoliberal, a santinha do pau oco a soldo do imperialismo e da contrarrevolução em Cuba é uma persona no grata para as forças progressistas e os movimentos sociais brasileiros, sempre solidários com a Ilha socialista.

Beneficiada pela reforma migratória promovida por Raúl Castro, Sánchez iniciou pelo Brasil uma longa e certamente caríssima viagem de 80 dias pelo mundo. Pretende visitar mais de 10 países, em vários continentes, onde fará conferências contra o socialismo cubano e a favor de reformas neoliberais no país. Sua turnê é comparável a de um chefe de Estado ou artista famoso. “Os recursos dedicados a ela são impressionantes”, conforme notou o professor e ensaísta francês Salim Lamrani em artigo publicado no portal Opera Mundi (acesse a versão em português reproduzida pela Fundação Maurício Grabois). 

Ela promete passar por São Paulo no próximo dia 21, onde deve participar de palestra organizada pelo jornal “O Estado de São Paulo”. No México é convidada de honra da Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), entidade que representa os interesses e a ideologia, neoliberal, dos monopólios mediáticos americanos. Nos EUA, será recebida na redação do New York Times. Irá também à Argentina, Canadá, Peru, Espanha, Itália, Alemanha, República Checa, Países Baixos e Suíça.

Tendo em vista o modesto rendimento e estilo de vida dos cubanos, cabe indagar quem financia o requintado turismo. Nota Lamrani que “Sánchez não é uma opositora comum. Após viver dois anos na Suíça, decidiu voltar a Cuba e integrar o universo da dissidência. Em 1997, criou o blog Generación Y – traduzido para, pelo menos, 18 idiomas! –, no qual fustiga de modo virulento o sistema e o governo cubanos. Sua nova atividade tem sido coroada com êxito. No período de alguns anos, Sánchez recebeu diversas distinções, todas financeiramente remuneradas. No total, a blogueira recebeu uma remuneração de 250 mil euros, isto é, um montante equivalente a mais de 20 anos de salário mínimo em um país como a França, quinta potência mundial, e a 1.488 anos de salário mínimo em Cuba.”

“A isso”, acrescenta, “se soma o salário mensal de seis mil dólares concedido pela Sociedade Interamericana de Imprensa, que agrupa os grandes conglomerados midiáticos privados do continente, e que decidiu nomeá-la vice-presidente regional por Cuba de sua Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação. O jornal espanhol El País também decidiu nomeá-la correspondente em Havana, e lhe paga um bom salário. O governo dos EUA, cujo objetivo abertamente expresso é uma mudança do regime em Cuba por meio do financiamento de uma oposição interna, fez de Yoani Sánchez sua prioridade. Considera, em documentos confidenciais publicados pelo Wikileaks, que ´Yoani Sánchez pode desempenhar um papel a longo prazo em uma Cuba pós-Castro´.”

A blogueira contrarrevolucionária manteve reuniões secretas com diplomatas estadunidenses e com a subsecretária de Estado do governo Obama, Bisa Willians, durante sua visita a Cuba em setembro de 2010. Embora se apresente (e seja apresentada pela mídia burguesa) como uma defensora das liberdades, dos direitos humanos e da democracia, Sánchez não é mais que uma peça da engrenagem imperialista dos Estados Unidos, uma mercenária ricamente financiada para panfletar a ideologia do império, caluniar o socialismo cubano e defender a restauração do capitalismo.

A cruzada ideológica iniciada por Sánchez no Brasil ocorre num contexto histórico marcado pela crise do capitalismo, o declínio econômico e político dos EUA e as iniciativas de governos progressistas das Américas do Sul e Latina por uma integração soberana e solidária da região. A Celac, presidida por Cuba e sem a presença dos EUA e Canadá, é sintomática da transição para um novo tempo que a maior potência imperialista do planeta quer deter e qualquer preço. A mercenária cubana é mensageira do retrocesso. Por isto, é incensada pela direita, seus partidos e sua mídia neoliberal e repudiada pelos representantes dos movimentos sociais e das forças progressistas.

No http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/2013/02/yoani-sanchez-santinha-do-pau-oco.html