domingo, 18 de maio de 2014

Sim, vai ter COPA no Brasil. Nós merecemos isso.


Ester Neves Ladislau  Ester Neves Ladislau
MOSTRANDO O QUE ERA O BRASIL: OS FANTASMAS DO PASSADO SÃO BEM REAIS.

Sou Ester Neves, escritora, autora dos seguintes livros: 1) UMA EX-TUCANO QUE CAIU NA REAL; 2) CORRUPÇÃO NA ERA FHC; 3) FRÁGIL? NEM TANTO (A História de Uma Trabalhadora Brasileira Vítima do Neoliberalismo).
Não tenho medo, O QUE SINTO É VERDADEIRO PAVOR, diante da ameaça da volta da ERA DAS TREVAS. Isso acontece a cada eleição para o governo central. Os motivos são bem reais, vivenciados e sentidos na própria pele. Não é apenas uma percepção, em face do que é divulgado pela grande mídia corrupta e venal.

Ao se ver a reação do Sr. Aécio Neves e seus acólitos entende-se o significado da expressão “PISAR NO CALO”.
Certamente que o medo deles é outro, por isso desdenham da peça publicitário do PT, sobre os fantasmas do passado, como se fosse algo fantasioso. NÃO É.

EXPERIÊNCIA é um dos fatores primordiais para a visão de mundo e modo de nele se posicionar. É por minha experiência que posso afirmar que esses fantasmas SÃO BEM REAIS. Experiências, inclusive, vivenciadas dentro do seu partido, pois, por algum tempo, conseguiram me enganar. Porém, como o meu propósito de ali estar não era o mesmo delles, a minha visão é oposta a visão do Sr. Aécio Neves. É pela minha visão que posso garantir que temos motivos de sobra para tremer de pavor diante de qualquer possibilidade da volta da ERA DAS TREVAS.

SOBRE OS FANTASMAS DO PASSADO…

É preciso ser muito insensível e desinformado para não temer um governo que promove o desemprego, a desigualdade social, e comete a maior das covardias: MASSACRA SUAS CRIANÇAS.

DESTACO QUATRO MOTIVOS PARA TEMER E TREMER (MANCHETES DE MATÉRIAS DA ERA FHC):

• Mais de 11 milhões de crianças ficam sem comida – FH MANDA CORTAR MERENDA ESCOLAR
• Onda do neoliberalismo invade cidades e massacra crianças
• Brasil de FHC é campeão em desigualdade social
• Desemprego recorde atinge São Paulo

Ester Neves - comentando o post 

Tucanos deveriam ter se antecipado à crise da água, diz Lula


no http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/4o-encontro-nacional-de-blogueirs-ao-vivo.html


sábado, 17 de maio de 2014

Esse PSDB só não consegue ser mais hilário que a Globo

Face_PSDB01

http://ajusticeiradeesquerda.blogspot.com.br/2014/05/psdb-o-partido-que-e-uma-piada-pronta.html



http://www.conversaafiada.com.br/pig/2014/05/17/o-brasil-nao-e-a-sede-da-copa-o-que-diria-a-globo/

A massa cheirosa inconformada

sábado, 5 de abril de 2014

Me engana que eu gosto, Traieduardo Campos e Trairina Silva

No brasil247


http://www.brasil247.com/pt/247/poder/135487/Herdeira-do-Ita%C3%BA-coordena-programa-de-Campos-e-Marina.htm

OVO DA DITADURA

a hora da charge — Blog Palavra Livre


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    sábado, 5 de abril de 2014


    Documento da embaixada americana confirma; Roberto Marinho atuou nos bastidores da ditadura



    No dia 14 de agosto do 1965, ano seguinte ao golpe, o então embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Lincoln Gordon, enviou à seus superiores um telegrama classificado como altamente confidencial - agora já aberto a consulta pública – narrando  o encontro que teve na embaixada com Roberto Marinho, o então dono das Organizações Globo. A conversa era sobre a sucessão ditatorial.

    O telegrama informava  que Marinho estava "trabalhando silenciosamente" com um grupo composto pelo general Ernesto Geisel, na época,  chefe da casa militar; o General Golbery do Couto e Silva, chefe do SNI; Luis Vianna, chefe da Casa Civil, e outros, pela prorrogação ou renovação do mandato do ditador Castello Branco.

    No início de julho de 1995, a pedido do grupo, Roberto Marinho teve um encontro com Castello para persuadi-lo a prorrogar ou renovar o mandato. O general mostrou-se resistente a ideia, segundo o relato. Neste encontro o dono da Globo também sondou a disposição de trazer o então embaixador em Washington Juracy Magalhães para ser ministro da Justiça.  Castello, aceitou a  indicação, que acabou acontecendo  depois das eleições para governador  em outubro. O objetivo era ter Juracy por perto como possível alternativa a suceder o ditador, e para endurecer o regime, já que o ministro Milton Campos era considerado gentil demais para a pasta, segundo relata o telegrama. De fato, Juracy foi para a Justiça, apertou a censura aos meios de comunicação e pediu a cabeça de jornalistas de esquerda aos donos de jornais.

    No dia 31 de julho do mesmo ano, aconteceu um  novo encontro. Roberto Marinho explica  que, se Castello restaurasse eleições diretas para sua sucessão, os políticos com mais chances seriam os da oposição. E novamente age para persuadir Castello a prorrogar seu mandato ou reeleger-se sem o risco do voto direto. Marinho disse ter saído satisfeito do encontro, pois o ditador foi mais receptivo. Na conversa, Marinho também disse que o grupo que ele frequentava preferia que fizesse emenda constitucional para permitir a reeleição de Castello com voto indireto e com aquela formação do Congresso, onde não haveria risco de perder. Debateu também as pretensões do general Costa e Silva à sucessão.

    Gordon escreveu no telegrama ao Departamento de Estado de seu país que o sigilo da fonte era essencial, ou seja, era para manter segredo sobre Roberto Marinho informar ao embaixador americano o que o general-presidente havia lhe dito em privado.

    Pelo histórico de apoio das Organizações Globo à ditadura, estes fatos não trazem surpresa, mas agora há a confirmação documental. 

Porto de Mariel: Dilma, sua danadinha!

Interesse brasileiro

O porto de Mariel já foi uma antiga base de submarinos e também a porta de entrada de ogivas nucleares do que nos tempos da Guerra Fria ficou conhecido como a crise dos mísseis em 1962. Já nos anos de 1980, voltou a atrair a atração do mundo por ser a porta de saída de mais de 120 mil cubanos, os chamados "marielitos", que emigraram em balsas para os EUA.
De grande profundidade, ele poderá receber navios gigantes, capacidade que poucos portos da região têm, inclusive na costa americana. Ele é modernizado no momento em que ocorrem também as obras de ampliação do canal do Panamá.
Após a reforma, o canal será a rota de passagem de navios "pós-panamax", com três vezes mais capacidade de levar contêineres que as embarcações que trafegam pelo local atualmente.
"Boa parte do comércio da Ásia para a costa leste dos Estados Unidos passa pelo canal do Panamá. Essa área (do mar do Caribe) vai ficar muito dinâmica, por isso quase todos os países da região estão reformando seus portos", diz Ayerbe.
Porém, diferente das nações vizinhas, Cuba não pode se aproveitar das oportunidades comerciais relacionadas ao comércio com a costa leste americana devido ao embargo promovido por Washington.
Por isso, o Brasil vê o investimento no porto como uma aposta futura no fim do embargo.
A ideia é instalar indústrias nacionais (brasileiras) na zona franca de Cuba para produzir aproveitando-se dos incentivos fiscais e flexibilidade para a contratação da mão de obra cubana altamente qualificada.
Dessa forma, o Brasil teria um posto avançado para exportar inicialmente para a América Central e depois eventualmente para os Estados Unidos, segundo Thomaz Zanotto, diretor do departamento de relações internacionais e comércio exterior da Federação das Indústrias do Estados de São Paulo (Fiesp).
A opção por investir em Cuba, em vez de em outro país caribenho, se dá exatamente pelo isolamento de Havana – onde o Brasil não sofre com a concorrência americana.
Por enquanto, as duas nações ainda discutem que tipo de empresas brasileiras se instalariam na zona franca cubana. As negociações apontam para indústrias de alta tecnologia, que tirariam proveito da qualificação dos trabalhadores cubanos. Umas das primeiras opções é a indústria farmacêutica.
Leia mais em http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/01/140127_estrada_porto_mariel_kawaguti_rw.shtml