quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Dilma falou e disse

“Nós somos também uma parte substantiva dessa grande defesa que é o nosso mercado interno. É isso que faz com que esse país quando cresce, quando investe, quando consome, quando faz politica social, não seja presa fácil da crise internacional. Nós temos força para enfrentar essa crise. Por quê? Fizemos uma política de distribuição de renda, que melhorou o nosso país”. Presidenta Dilma

Professores lutam sozinhos pela qualidade da educação

domingo, 25 de setembro de 2011

Toma lá, Patrícia!

Aí Patrícia Poeta! Um exemplo porreta de "Toma Lá Dá Cá"




A Ambev bancou a bolsa da filha do Zé Serra em Harvard. 1 ano depois que ela voltou, FHC aprovou a fusão (Brahma/Antárctica). Serra era ministro.

E a filha do Serra, depois que voltou de Harvard e depois da fusão, virou diretora da Ambev que doa todo ano R$ 600 mil para o Instituto FHC.
(via Twitter Stanley Burburinho - @stanleyburburin)
No Ornitorrinco

sábado, 24 de setembro de 2011

Em solidariedade aos educadores em greve e contra a trucuência dos gorvernaores


Carolina Rodrigues - Imprensa // fotos e vídeo: Jornalista Kiko Machado Professores estão acorrentados ao Palácio Piratini

Pais de alunos se somam ao protestoHerança dos resultados



Dita, dita, dita ditadura!
Aja em virtude da lógica intrínseca do capital,
Dos impactos perversos sobre o mundo do trabalho,
Do poder corrosivo que a alma devasta.
Manda os seus executarem atos perversos.
Farão o que seu rei mandar.
São cães adestrados lambendo suas botas.
De impactos crueis: derruba, agride, mata.
Dita, dita, dita ditadura!
Faz calar aqueles que se opõem a ti.
Dita, desesperada, dita!

Seu grito não tem eco, não tem popularidade.
Seu grito é repelido pelo escudo da verdade.
O eco da verdade, este sim, está nos alertando
Que a ditadura, inconformada, quer voltar
Aos tempos dos senhores de engenho,
capitães do mato,
Histórico de tortura,
Território livre da denúncia...
Mera repetição do passado,
Lesando os interesses nacionais.
Maldita ditadura!!

Cala-te, ó infeliz!
Contra ti vamos à luta.
Contra o retrocesso
Da sede de poder desenfreada,
Do uso do poder de forma cruel, corrupta e prepotente;
Contra grotescas armações, truculências, aparatos repressivos;
Contra a ambição sem limite;
Contra "infiltrados";
Contra bajuladores idiotizados.
Não pode nos fazer desviar do caminho,
Apagar nossos planos e projetos,
Da defesa democrática de concepções.
Estamos ávidos e solidários aos que enfrentam dificuldades
Nada se compara à alegria da superação.

O mote da luta é:  respeito e cidadania,
Pela dignidade humana;
Pela dignidade nacional.
Somos o diálogo com os Movimentos Sociais,
A juventude conectada,
A sociedade civil organizada,
Um só organismo social,
A vontade soberana do povo,
Um povo orgulhoso,
A democracia, herança dos resultados.

Autora: Terezinha de Deus

Policial Militar ferida na manifestação dos Professores é socorrida por policial militar à paisana

Foto: Rodrigo Coca/Foto Arena

Professores em Greve e ironia na ALMG com Serventes de Pedreiro

Abaixo a ditadura! Salve a educação!

Greve de professores continua no Ceará

Os professores do Estado do Ceará não confiaram nas palavras do Governador Cid Ferreira Gomes e em Assembleia no Ginásio Aécio de Borba decidiram a continuidade da grave. Na última reunião de Cid Gomes com o Comando de Greve, o Governador ameaçou os professores, caso não voltassem ao trabalho, que demissão por abondono de emprego, e multaria a APEOC, em mais de R$ 200 mil.
 
 
 

Dá-lhe, Dilmão!

Essa vai ter vida curta na Folha

BARBARA GANCIA
Dá-lhe, Dilmão!



Credibilidade é uma área que as mulheres dominam e a presidente Dilma está sabendo capitalizar

A ESTA altura dos acontecimentos, entrando pelo nono mês do seu mandato, praticamente uma gestação completada com direito a festa no berçário, já se pode afirmar com segurança que Dilma é de casa.
Quando a presidente chegou ao Planalto pontuando frases com suspiros claudicantes, eu disse, xi, ferrou-se. Essa não aguenta esquentar a cadeira do homem enquanto ele vai até ali e volta.
Depois vieram as nomeações de ministros que precisaram ser trocados por encenadores de Sarney de bufê de festa de criança, que vexame. E a Dilma ali, sem ser do PT nem da turma da Berenice, às vezes dando a impressão de não pertencer a lugar nenhum, toda travada naqueles tailleurs com manga 3/4 que eu nunca tinha visto em lugar nenhum.
Era o próprio ET de Varginha habitando o Alvorada com a mãe recém-saída do casting da novela sentada no sofá, que cena.
Eu sei o que a Dilma passa, me identifico com essa coisa de levar a vida deslocadona, querendo se esconder atrás da cortina.
Só que agora o pessoal está lá para vê-la, não dá mais para jogar o holofote na direção da mãe classuda, do ex-marido com pretensões políticas que fala, fala, fala, do netinho, que bonitinho.
Agora a maré mudou e navega de desconforto em desconforto, do evento ao discurso ao jantar sendo ela sempre o centro das atenções. Vai carregando nas costas a responsabilidade e o sacrifício como saco de batatas.
E chegamos à paradinha no meio da frase, para dar um reset na máquina que carrega a Duracell programada para durar até dezembro de 2014, conjunto criado pelo gênio da comunicação João Santana.
Houve um momento nestes últimos nove meses em que o ar de honestidade que Dilma faz transparecer superou tudo o que a presidente possa ter feito de bom e de ruim em seu governo até agora.
Sinto muito se sou perigosamente ingênua ao dizer isto. Mas a impressão de integridade que ela passa é um atributo raro e bem desejável aos políticos.
Por causa dele Dilma, o fantoche, virou "Dilma dinamite" na "Newsweek" (dirão os céticos que a revista está coberta de anúncios de estatais tapuias) e ultrapassou a barreira partidária para conquistar claudetes e troianos.
Em seu discurso na abertura nesta semana da Assembleia-Geral da ONU, Dilma colocou o Brasil como país absolutamente moderno e preparado para encarar um novo paradigma, ao mesmo tempo em que jogou fora aquele ranço insuportável de nos ufanarmos de nossa dimensão continental.
É pulso cobrar a China em sua política cambial e, no mesmo discurso, puxar a orelha dos EUA como se fossem moleques, para dizer que agora chega de prejudicar o mundo com picuinhas partidárias que são só deles. E fazer isso tudo e ainda ser levada em alta estima por tudo que é jornal e site financeiro. Quando foi mesmo que FHC e Lula tiveram essa repercussão?
Credibilidade é uma seara das mulheres e Dilma está capitalizando. É claro que isso faz com que os escândalos, que não são poucos em seu governo, fiquem automaticamente descolados da sua imagem.
Mas, convenhamos, esse é o verdadeiro milagre brasileiro. Nunca vimos uma mulher que não soa como uma típica populista sul-americana com as velhas artimanhas de sempre abrir a Assembleia-Geral da ONU.
Deixa curtir, vá?

No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

domingo, 18 de setembro de 2011

"Quando se faz a fusão de um terço de racismo, com a mesma porção de discriminação e ainda somando-se a isto mais um terço de indiferença com o próximo, obtém-se a fórmula infalível do maior câncer sofrido pela humanidade." Ivan Teorilang

NÃO BASTA SER MACHISTA. TEM QUE SER RACISTA TAMBÉM
Nova miss é horrível e só ganhou porque Miss Universo adota o sistema de cotas.

As pessoas estão postando exemplos de racismo contra a Miss Angola que não chegam nem perto desses que colhi rapidamente, sem esforço nenhum, num fórum mascu (me recuso a linkar esses blogs preconceituosos). Este não é um blog mascu isolado. Todos são iguais. Entre em qualquer comunidade mascu falando da beleza da mulher brasileira e você encontrará as mesmas pérolas. E o que me choca mais é que esse pessoal não se acha racista. É só “gosto pessoal” eles considerarem negras horrorosas. Como bônus, perceba quantas vezes eles se revoltam contra o politicamente correto, como a misoginia corre solta, e como racismo e classismo estão permanentemente ligados. Desculpe colocar essas declarações de ódio por aqui, mas queria deixar registrado. (Ah, e não mudei uma vírgula do que esses &@!$%&*# escreveram).

- Tem umas 7 melhores que ela,agora o politicamente correto coitadinha da angolana esta com aids e é negra vamos deixar ela ganhar oraaaa vai toma no c* é pra se avaliar a beleza e não,dar o troféu por vitimismo e pq é cool e moderno.
- vai em qualquer favela aqui do rio que tem várias mais bonitas que essa aí...
- Eu já peguei mulheres infinitamente melhores que essa miss nos meus piores dias de balada!
- A mexicana vice miss universe, é bem mais bonita do que essa crioula aí
- reintero que não é por ser preta que a angolana não merece, mas sim por ser feia mesmo!!!
- Agora temos cotas no miss universo! Era só o q faltava!
- É consenso geral, entre a maioria dos homens, que não acham essa mulher bonita. Esse tipo de coisa só viado,gay,politicamente correto e afins escolhem
- ENFIA esse politicamente correto no seu c*. ela não é a mais bonita. e só por isso somos racista? é por causa desse vitimismo e politicamente correto que ela ganhou
- Encontro nas ruas todo dia várias melhores que essa mulata zuada do c*ralho, e imagina essa p*rra sem as c*gadas que cobrem o rosto dela.
- DUVIDO que se tiver uma 100% preta e uma 100% branca e você tiver que escolher uma pra comer você ia pegar a preta
- essa angolana nem é tão feia como as outras pretas. Mas considerar uma preta melhor que as brancas é f*da. Essa mulher sem a produção aí deve ser pior que a mulher da padaria ou a minha empregada
- Odeio esses "afrodescendentes" vitimistas. Agora sou obrigado a achar a Angolana bonita pra nao ser racista??? Na minha vida toda so peguei negras por serem mais faceis de pegar. E claro, ninguem quer por serem as mais feias.
- Esse resultado foi a prova de como esse mundo está cada vez mais escr*to. Podem me chamar de racista, mas eu NUNCA vou achar uma negra do cabelo ruim e nariz de batata mais bonita que a finlandesa ou americana. É questão de gosto. Agora o que vai ter de preta se achando a picanha do pedaço não vai ser fácil.
- Não é nem questão de gosto é questão de bom senso mesmo. Por mais bonita que seja, ninguém vai achar um cabelo de C* na cabeça, nariz achatado, pele sem brilho e escura algo mais belo que um cabelo lisinho e olhos azuis.

Aguardo ansiosamente a reedição daquele clássico do diretor de Jornalismo da Globo, o Não Somos Racistas. Que o Prof. Hariovaldo apelidou tão bem de Não Somos Apenas Racistas. Porque nunca é apenas um preconceito, é?
 

Mulheres israelenses e palestinas protestaram lado a lado a favor do aceite da ONU para Estado palestino

Centenas de mulheres saem às ruas pelo Estado palestino



Cerca de 300 mulheres israelenses e palestinas fizeram uma manifestação neste sábado (17)no posto de controle militar de Kalandia, na Cisjordânia, para expressar seu apoio à aprovação da Palestina como Estado-membro da ONU.


O protesto, convocado pelo "Movimento de Solidariedade de Sheikh Jarrah" e grupos de mulheres ativistas, acontece um dia depois do discurso do presidente palestino, Mahmoud Abbas, no qual informou que na próxima semana apresentará ao Conselho de Segurança das Nações Unidas a solicitação para que a Palestina ingresse na organização como membro de pleno direito.

"Com este protesto, queremos que se ouça claramente a voz das mulheres em apoio à independência palestina em ambos os lados. É um apelo à comunidade internacional para que reconheça a Palestina como um membro pleno da ONU", declarou Sara Venninga, israelense de 28 anos que participou do protesto em Kalandia.

Mulheres israelenses e palestinas protestaram lado a lado a favor do aceite da ONU para Estado palestino

Segundo ela, "até agora as negociações não serviram mais do que para encobrir a expansão dos assentamentos e para continuar com a usurpação de terras [dos palestinos]".

Um comunicado divulgado pelos organizadores da manifestação ressaltou que "o pedido à ONU será feito depois de mais de duas décadas de negociações que fracassaram em promover a causa da independência palestina e levaram a consequências desastrosas para os dois povos".

O "Movimento de Solidariedade com Sheikh Jarrah" considera que "a insistência israelense e americana para que se reiniciem as negociações reflete o desejo de manter o status quo e impedir que ocorram avanços significativos".

"Apesar da veemente oposição do governo israelense e da ameaça dos Estados Unidos de vetar uma resolução do Conselho de Segurança, a grande maioria de países tem intenção de apoiar a independência palestina", acrescenta a nota, que afirma ainda que "inúmeros israelenses apoiam a iniciativa".

Fonte: Folha

No http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=164210&id_secao=8 

terça-feira, 13 de setembro de 2011

E por falar em democracia, somo democráticos?


No http://esquerdopata.blogspot.com/

Novas regras para a TV a cabo

A liberdade do telespectador está chegando:"Dilma sanciona lei que abre mercado de TV a cabo"

A presidente da República, Dilma Rousseff, sancionou nesta segunda-feira a lei que abre o mercado de TV a cabo para as empresas de telecomunicações nacionais e estrangeiras e define cotas nacionais de programação.
A nova lei, que deve ser publicada amanhã no "Diário Oficial" da União, derruba a legislação específica para TV a cabo até então em vigor e unifica a regulamentação de TV por assinatura, seja via satélite, cabo ou micro-ondas. O texto tramitava no Congresso Nacional há quatro anos.
O Palácio do Planalto fez apenas dois vetos ao texto encaminhado pelo Senado Federal. Um deles trata de parágrafo que afirmava que "os critérios e formas de divulgação de classificação (...) serão definidos pelas programadoras". Com o veto, o Ministério da Justiça mantém a responsabilidade sobre definição de classificação indicativa na TV paga.
O outro veto trata de trecho que permitia que o SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor) pudesse ser cobrado.
Com a aprovação do projeto, empresas estrangeiras poderão explorar sem restrições o mercado de distribuição de TV a cabo. Pela regra atual, elas só podiam atuar por meio de outras empresas, com participação limitada em 49%.
A novidade unifica a regulamentação de TV por assinatura, seja via satélite, cabo ou micro-ondas, e derruba a legislação específica para TV a cabo hoje em vigor.
As empresas de telefonia fixa poderão vender os chamados "combos" de TV paga, telefone e banda larga. Elas continuarão de fora do processo de produção de conteúdo.
A lei define ainda cotas para produção nacional. Os canais deverão veicular, durante o horário nobre, que vai das 18h às 22h, três horas e meia por semana de conteúdo produzido no Brasil.
A lei prevê ainda que metade da cota nacional de programação seja produzida por empresas que não sejam vinculadas a grupos de radiodifusão. Será um total semanal de uma hora e 45 minutos de programação independente. Caberá à Ancine verificar se de fato essa regra será cumprida.
A intenção do governo é, a partir de agora, aumentar a competição da TV por assinatura, baratear o serviço e aproveitar a nova lei para ampliar as conexões de banda larga.

Alex Argozino/Editoria de Arte/Folhapress

CONSOLIDAÇÃO
O mercado já aposta em mudanças no setor com a aprovação da lei. O negócio mais esperado é a troca de comando na Net, hoje controlada pelas Organizações Globo. O empresário mexicano Carlos Slim e dono da Embratel, sócio na TV a cabo, deve assumir o controle da empresa.
A Telefônica deverá assumir o controle da TVA. Para a empresa, o cliente ganhará com a maior concorrência. "O principal beneficiado será o consumidor, que terá à disposição um leque maior de opções de provedores ofertando TV por assinatura", disse a empresa.
Com reportagem de São Paulo 
 
No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

"Uso meu sorriso para contagiar as pessoas. " Leila Lopes, 1ª Miss Universo de Angola

"Felizmente, o racismo não me atinge", diz Miss Universo 2011
13 de setembro de 2011 01h54 atualizado às 06h43

A angolana Leila Lopes superou a brasileira Priscila Machado e foi eleita a mulher mais bela do mundo. Foto: AFP A angolana Leila Lopes superou a brasileira Priscila Machado e foi eleita a mulher mais bela do mundo
Foto: AFP

Direto de São Paulo

Única mulher de pele negra entre as semifinalistas do Miss Universo 2011, a angolana Leila Lopes, vencedora do concurso, disse na coletiva de imprensa realizada logo após o evento desta segunda-feira (12), no Credicard Hall, que não entende como algumas pessoas ainda conseguem ser preconceituosas nos dias de hoje. "Felizmente, o racismo não me atinge, pois são as pessoas racistas que tem um problema. Devemos nos respeitar, independente do sexo, cor ou classe social".
Atualmente morando em Londres, a nova Miss Universo revelou ter sido a timidez o principal obstáculo enfrentado na disputa. "Sempre pensava, 'não vou conseguir encarar o público'. Talvez não parecesse, mas no palco eu olhava para as outras candidatas e pensava, 'elas são tão soltas, será que consigo ser assim?'".
Leila, 25, disse que só se inscreveu no concurso por insistência de conhecidos, pois sua vergonha jamais lhe permitiria participar dele por conta própria. "No Miss Angola-Reino Unido, um amigo me disse que, se eu tivesse a mesma postura, seria a Miss Universo. E sou", afirmou emocionada.
Sobre o segredo para ganhar o concurso, Leila não hesitou e disparou: "meu sorriso é minha arma". "Uso meu sorriso para contagiar as pessoas. Consegui transparecer minha alegria. Consegui mostrar que consigo me divertir, apesar da competição", garantiu, com um daqueles sorrisos que só ela sabe dar.
Leila contou ainda que pretende continuar com seus projetos contra o HIV e ajudar idosos e crianças necessitados de seu país, algo que já fazia antes mesmo de sonhar em ser a mulher mais bonita do mundo. "O universo precisa da minha voz, vou poder ajudar muita gente", opinou.
"Me sinto muito orgulhosa de ser a mais bonita do mundo. Não por ser linda, mas por poder ajudar a todos", disse, antes de agradecer aos amigos da organização do concurso e as outras misses, que passavam animadas, gritando "Angola", enquanto a coletiva acontecia no palco do Credicard Hall.
Nervosismo
Leila Lopes não hesitou na hora de escolher o momento em quem ficou mais ansiosa. "No Top 5. Pensei: 'agora tenho a oportunidade de mostrar para o mundo que a Angola é capaz!'", afirmou.
"Eu era apenas uma estudante de Angola, que sonhava em ir ao Reino Unido. Não gostei de lá por causa da comida e do país em geral. Mas sempre falava para mim mesma: 'é a vida que eu escolhi'. Eu sempre quis estar aqui, onde estou", disse.
Antes de se despedir, mandou um recado ao seu povo, emocionada: "Angola, muito obrigada por ter acreditado em mim". 

No http://diversao.terra.com.br/tv/miss-universo/2011/noticias/0,,OI5345772-EI18486,00-Felizmente+o+racismo+nao+me+atinge+diz+Miss+Universo.html

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Senado abre inscrições para Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz

Senado abre inscrições para Diploma Mulher Cidadã Bertha Lutz


Entidades governamentais e não governamentais têm até o dia 1º de novembro para enviar ao Senado indicações de mulheres para concorrer ao Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz. Instituída em 2001, a premiação é uma homenagem a brasileiras que tenham desenvolvido atividades relacionadas à defesa dos direitos da mulher e de questões de gênero no Brasil.


A entrega da 11ª edição do diploma acontecerá em março de 2012, em sessão especial do Senado também destinada a comemorar o Dia Internacional da Mulher. Cinco mulheres de diferentes áreas de atuação serão escolhidas pelo Conselho do Diploma Mulher-Cidadã Bertha Lutz, que é presidido pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM).

Bertha Maria Júlia Lutz (1894-1976) empresta seu nome ao prêmio por ter se destacado na luta pelos direitos políticos das mulheres. Ela é considerada uma das pioneiras do feminismo no Brasil e é conhecida como uma grande líder na luta pelo direito de voto das mulheres brasileiras.

As inscrições, acompanhadas do currículo da candidata e da justificativa de sua escolha, devem ser encaminhadas à Secretaria-Geral da Mesa do Senado.

Há uma sugestão de formulário a ser preenchido na página do Senado.

Fonte: Agência Senado


No http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=163713&id_secao=1

"Ela transformou suas desvantagens em vantagens"

Inês: Lula é Lula, Dilma é Dilma !
Chora, PiG (*), chora !

    Publicado em 12/09/2011

Um estranho no ninho

Saiu na Carta Maior

Dilma é Dilma, Lula é Lula


Todo o temor dos setores de centro-esquerda nas eleições do ano passado residia no fato de a candidata ungida por Lula, Dilma Rousseff, não ter as mesmas qualidades do ex-presidente. Os primeiros nove meses de governo, todavia, mostram que, em alguns casos, ela transformou suas desvantagens em vantagens.


Maria Inês Nassif


O talento de Luiz Inácio Lula da Silva para lidar com as multidões; sua expertise em diálogo, adquirida nas mesas de negociação com os patrões como sindicalista; a ascendência sobre o PT, por ter sido, desde a criação do partido, a ligação entre os quadros de esquerda e as massas; e até um tendência ao pragmatismo acabaram concentrando todos os elementos de governabilidade em suas mãos, nos seus dois mandatos (2002-2010).


O carisma e o talento político, e algumas apostas bem sucedidas – que permitiram a inclusão de grandes contingentes pobres à sociedade de consumo – se sobrepuseram a condições extremamente desfavoráveis do seu mandato. Lula lidava com uma elite política rachada ao meio: na base de apoio, tinha que lidar com a política de clientela de partidos tradicionais, à direita ou ao centro; na oposição, com um udenismo que tinha grande potencial de instabilização do regime. Sem fazer o governo dos sonhos da esquerda de seu partido ou dos movimentos sociais, a guinada à direita do PSDB e o “lulismo” das bases acabaram limitando a ação dos grupos mais radicais. Seu vínculo com a CUT também neutralizou o movimento sindical.


Todo o temor dos setores de centro-esquerda nas eleições do ano passado residia no fato de a candidata ungida por Lula, Dilma Rousseff, não ter as mesmas qualidades. A presidenta eleita não tem vínculos históricos com o PT ou com os movimentos sociais, não tem prática de negociação – nem no movimento sindical, nem com os partidos políticos – e não é uma líder popular. Os primeiros nove meses de governo, todavia, mostram que, em alguns casos, ela transformou suas desvantagens em vantagens. Depois de oito anos de governo de um líder político como Lula, era obrigatória a reautonomização dos partidos e dos movimentos sociais.


A crise política e a radicalização à direita do PSDB e do PFL juntaram esses atores em torno de Lula. O governo Dilma acena para uma certa organização da vida institucional, pelo menos no que se refere às forças que deram apoio orgânico à sua candidatura. A disputa política tende a ser menor no cenário institucional e se desloca para a sociedade. Governo vira governo, partido vira partido, movimento sindical vira movimento sindical e movimentos sociais viram movimentos sociais.


O Congresso do PT, realizado no início de junho, é um exemplo. O partido saiu da toca e construiu sua própria agenda política, com itens que o governo não necessariamente assumirá, como a regulamentação da mídia. A reforma política, se comove governo e partido, está nas mãos do partido: a opinião pública precisa estar convencida disso e a luta se dá no Legislativo, entre os partidos políticos. A CUT reassumiu a bandeira da redução da jornada de trabalho sem o correspodente corte em salários. O MST aproveitou uma evidente preferência do governo por medidas destinadas ao incentivo da produção na propriedade familiar, tem sido ouvido nas suas reivindicações por crédito e tecnologia para assentados e deve colocar a reforma agrária no campo de luta social (até hoje não foi feita nenhuma desapropriação para fins de reforma agrária no governo Dilma).


Sem grandes vínculos com o partido e com os movimentos sociais historicamente ligados a Lula, Dilma tem gasto mais tempo com eles do que seu antecessor. O ex-presidente entendia esses setores como uma extensão de seu mandato. E tinha o “lulismo” como amortecedor de demandas mais radicais. Desde o episódio dos “aloprados” – em 2006, a Polícia Federal deu flagrante em petistas que tentavam comprar um dossiê contra o candidato ao governo pelo PSD, José Serra – , Lula botou a direção do PT na geladeira. O deputado Ricardo Berzoini, então presidente do partido, amargou o desgaste do episódio junto ao governo até o fim de seu mandato na presidência do PT. Quando José Eduardo Dutra, quadro da confiança de Lula, assumiu a presidência petista, a campanha eleitoral já estava em andamento. O PT se concentrou nas eleições; Lula, no governo e nas eleições.


Com uma composição muito elástica da base parlamentar, Lula evitou conversar diretamente com os movimentos sociais. O que garantiu um certo controle sobre os movimentos mais radicais foi a radicalização à direita da oposição. Não havia interesse desses setores me enfraquecer o governo, depois de terem sofrido um período negro de criminalização nos governos tucanos. A CUT também perdeu o poder de ação, embora os trabalhadores do setor público tenham mantido alguma militância.


Dilma devolveu poder à direção do PT, ao abrir um contato direto com o atual presidente da agremiação, Rui Falcão. Abriu sua agenda para políticos. E, além de ter conversado pessoalmente com líderes de movimentos sociais, manteve o canal aberto com esses setores via Gilberto Carvalho, nomeado secretário-geral, que tem um diálogo inquestionável com eles.


O racha do DEM, o PSD, também foi um grande presente para a presidenta. Com uma base parlamentar muito grande, os pequenos partidos de direita tendem a ser neutralizados com os novos integrantes da base. O governo também pode se dar ao luxo de abrir mão de parte dos votos do PMDB para aprovar matérias de seu interesse. Tanto é assim que a presidenta tem feito as mudanças no Ministério a cada escândalo, devolvendo aos partidos da base o ônus pelo desgaste dos malfeitos dos titulares das pastas por eles indicados.


É certo que muita água vai correr debaixo da ponte até terminar o primeiro mandato de Dilma – e mais água ainda se ela conseguir a reeleição. Mas o fato é que os primeiros meses de seu governo mostram que Dilma é Dilma e Lula é Lula. Cada um lida com as dificuldades de governo com as qualidades que possui.

No http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/09/12/ines-lula-e-dilma-dilma-e-lula-chora-pig-chora/

Amor à profissão nós temos, Governador. E o senhor, tem à sua?

Sobre a opinião do Gov. Cid Gomes

EDUCAÇÃO:sobre a opinião do Governador Do Ceará, Cid Ferreira Gomes. Que decepção Governador! Amigos leitores cliquem logo abaixo no link do IG.
SOBRE A OPINIÃO DO GOVERNADOR CID GOMES. LEIAM E OUÇAM O QUE ELE DIZ. Espero sinceramente que os CEARENSES lembre-se de dar o direito que o Governador Cid Gomes tem de ter e de expressar sua opinião. Inclusive, é preciso lembrar também de que trabalhar, por AMOR e com AMOR, é a base para que o resultado de qualquer pessoa, em qualquer área ou atividade seja o melhor. Contudo, devemos considerar que a PREMISSA básica de um Governador é ter como PRIORIDADE, o BEM-ESTAR do seu povo "ELEITORES" que o elegeram. Sugiro que na próxima eleição, na qual o Cidadão Cid Gomes esteja pleiteando um Cargo Público, que o povo torne possível o direito que ele tem TAMBÉM de procurar outro setor, não votando nele, já que pensa assim diante da reivindicação justa de trabalhadores da Educação - Área magna para qualquer melhoria de qualidade de vida. Amor, Vocação, Espírito de Solidariedade e de Servir de fato à Nação, são caracteristicas importantes para um Governante, mas que também precisa ser remunerado em prol da sua sobrevivência e da sua família.
ALGUÉM LEU, EM ALGUM LUGAR OU OUVIU DIZER QUE O GOVERNADOR CID GOMES TENHA RENUNCIADO OU DOADO SEUS PROVENTOS COMO PARLAMENTAR?
Adm. Djanira Felipe de Oliveira - Blog: www.djanirafelipe.wordpress.com
Twitter: @DjaniraFelipe - Facebook: Djanira Felipe de Oliveira - Youtube: DjaniraFelipe

No http://dilma13.blogspot.com/




"O futuro é da mulher"

Renda feminina cresce mais do que a do homem

Segunda-feira 12, setembro 2011
Massa de rendimento da mulher sobe 30,8% em 5 anos, enquanto a deles avança 22,7%. Na classe C, salto é de 48,7%
Mais anos de estudo. Maior presença na universidade. Participação crescente no mercado de trabalho. Expansão dos programas de transferência de renda. Juntos, esses motivos explicam o salto dos ganhos das mulheres nos últimos cinco anos: a massa da renda feminina subiu 30,8%, de 2006 a 2011, passando de R$519,3 bilhões para R$679,5 bilhões. Um ritmo de crescimento que deixou a expansão dos homens para trás. A evolução da massa de renda masculina é menor: de 22,7% (de R$868,3 bilhões para R$1 trilhão). Avanços que foram mais expressivos na classe C. A massa de renda delas avançou 48,6% em cinco anos, para R$333,3 bilhões; enquanto a deles subiu 38,3%, para R$508,8 bilhões.
As conclusões são de pesquisa da consultoria Data Popular feita com exclusividade para O GLOBO. O levantamento evidenciou o lado feminino da nova classe média brasileira: as quase 53 milhões de mulheres da classe C detêm quase metade da renda feminina do país.
- As mulheres passaram a ser protagonistas do mercado de trabalho, do consumo, das decisões. Se a classe C cresceu, deve-se à importância da mulher. Uma relevância que ganha cada vez mais espaço ao aquecer o mercado interno em tempos de crise – afirmou Renato Meirelles, diretor da Data Popular.
Mulheres têm mais escolaridade do que homens
Pelos dados da consultoria, as mulheres estão cada vez mais escolarizadas do que os homens e sua participação nas universidades cresceu quase 60% nos últimos anos – contra 47,2% da presença deles nas faculdades do país. Já representam 57% do total de estudantes de ensino superior. Na nova classe média, em cinco anos, aumentou em 65% a porcentagem de mulheres de classe C que já haviam cursado o ensino superior.
- Desta maneira, a distância entre a renda do homem e da mulher vai caindo, especialmente na classe C. Ainda que essa distância ainda exista – comentou Meirelles, acrescentando que, na nova classe média, os homens ganham, em geral, 39% a mais do que elas; já na classe A, a diferença é de 58,9%. – É bom lembrar que a escolaridade das mulheres é maior que a dos homens em todas as classes sociais. Contudo, nas classes C e D essa diferença é ainda maior, fortalecendo o protagonismo feminino na baixa renda.
Segundo Marcelo Neri, chefe do Centro de Pesquisas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV), a maior taxa de escolaridade, a queda da desigualdade e participação no mercado de trabalho explicam parte do avanço da renda das mulheres.
- Programas de transferência social, como o Bolsa Família, e os reajustes do salário mínimo também contribuíram bastante para o crescimento da renda total da mulher. É bom lembrar que o governo concede o dinheiro do Estado para a mulher, que tradicionalmente é a gestora do orçamento da família – afirmou Neri, explicando que o ganho de renda ao longo do anos é um movimento sustentado, pois tem como base o aumento da escolaridade e ainda a maior presença no mundo do trabalho. – O futuro é da mulher.
Com mais dinheiro na bolsa, a mulher também passou a ter ainda mais poder de decisão sobre as compras da família. Não à toa: seu potencial de consumo está em quase R$1,5 trilhão, o que é 106,2% a mais do que em 2002. Sua voz pesa na hora de a família decidir do destino das férias aos produtos de tecnologia da residência.
- A mulher é a grande gestora dos recursos da família. E isso é uma conquista que não volta mais atrás – disse Meirelles.
Elas só não escolhem o carro, brinca Hildete Pereira, professora da UFF. Com mais dinheiro e com crédito farto no varejo, a mulher, especialmente a da classe C, aqueceu o mercado interno e contribui – e muito – para segurar a economia brasileira durante a crise financeira global.
- A mulher, que ainda é a grande responsável pelos filhos, tornou o mercado de trabalho mais dinâmico e isso teve efeitos no consumo do país. Como é a maior responsável pelas decisões de compra da casa, escolhe do fogão à roupa do marido. É preciso olhar atentamente para essa mulher e garantir um cenário para que essa alegria da classe C não acabe.
Grandes varejistas já percebem a importância da classe C e, especialmente, dessa mulher – que, segundo a Data Popular, 33% das mulheres da classe média são chefes de família. No Walmart, por exemplo, quase metade das vendas vem da classe C, ainda que a venda média para classe AB seja 20% a 30% maior do que a da classe C.
- Preço é primordial, mas não é mais o único quesito para atrair essa mulher.
Roupas, bolsas e sapatos podem levar Mariane Alves, de 36 anos, à loucura.
- Eu sou descontrolada – brincou a universitária ao resumir o jeito como consome. – Gosto de gastar – comenta.
Mas a moça faz bem mais do que ir às compras. Hoje, estuda jornalismo numa faculdade particular e, em breve, vai fazer parte do time da nova geração da família que tem diploma de nível superior. Será também um dos orgulhos de seus tios de consideração que, com esforço, ajudam a estudante a realizar seus sonhos.
- Eu e meus primos (de consideração) demos um passo a mais do que nossos tios. Com mais estudo, as oportunidades certamente serão melhores – afirmou Mariane. Globo
Por  
No http://osamigosdobrasil.com.br/2011/09/12/renda-feminina-cresce-mais-do-que-a-do-homem/

Fantástico 11/09/2011- Entrevista com Dilma Rousseff. - Parte 2/2

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Prefeitura e Câmara de Glória negam Lei de licença maternidade de 6 meses às funcionárias municipais

Lei da licença maternidade é reprovada em Glória/BA

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Valério José. Vereador que propôs a Lei da maternidade.
Ela aumentaria de 4 para 6 meses a licença das gestantes

Valério José, vereador do Partido dos Trabalhadores em Glória na Bahia está indignado com a rejeição da Lei proposta por ele, que aumentava a licença maternidade das funcionárias públicas do município de 04 (quatro) para 06 (seis) meses. Segundo o mesmo, a lei tinha sido encaminhada anteriormente, mas o presidente da casa legislativa o procurou com um pedido da prefeita. Ela achava que o inicio da sua administração não era o momento certo, porque a prefeitura estaria passando por problemas financeiros. O vereador aceitou a justificativa e esperou o chamado “momento certo”, que para ele seria agora.
Com a nova proposição junto a Câmara, Valério foi surpreendido com o voto contrario de quatro vereadores. Dois deles do seu próprio partido, o PT.
Os únicos vereadores que votaram favorável a Lei da licença maternidade foram Valério José, Alex, Zé Nilson e ele acha que o quarto teria sido Gilmar. Essa lei já foi aprovada pelo governo federal e estadual. E prefeituras da região como Paulo Afonso já teve a sua aprovada e as mulheres contam com os benefícios.
O vereador Valério discorda da justificativa da prefeita de não haver recursos suficientes para que em Glória se dê o mesmo benéfico. Ele alega que recursos existem, pois foram criados vários cargos de confiança com altos valores. “Porque o mesmo beneficio não é dado ao povo”? Questiona ele.

No http://www.noticiasdosertao.com.br/ultimas/saude/6505-Lei-licena-maternidade-reprovada-GlriaBA.html

7 de setembro - Hino Nacional Brasileiro mostrando a diversidade cultural da nação brasileira

7 de setembro - Hino Nacional Brasileiro - em ritmo de Brasil

7 de Setembro - PT para o Brasil seguir crescendo

Um sopro de vida orgânica no PT

O documento aprovado no Congresso do PT é uma tentativa de resgatar a organicidade política do partido que, depois de oito anos de governo Lula (e oito meses de Dilma) acabou se conformando como uma mera unidade pró-governo. É uma tentativa de sair da arena da luta meramente institucional com os partidos aliados e ganhar a opinião pública para suas bandeiras.

Não se recomenda reduzir o Congresso do PT, realizado no final de semana, a um mero jogo de cena. A ausência de debates acalorados ou a não explicitação de grandes divergências internas dizem mais do que isso. Ao longo de oito anos de governo, e no início de um terceiro mandato na Presidência, era inevitável que mudanças se produzissem num partido que sempre funcionou como uma frente de tendências de esquerda, setores sindicais e grupos ligados à Igreja Progressista.

O PT passa por um processo de mudança que se iniciou em 1998, após a terceira derrota de Luiz Inácio Lula da Silva na disputa pela Presidência. Ao longo do tempo, sofreu defecções próprias de um partido que se consolidou na oposição e como partido de esquerda que, uma vez no poder, não teria condições de governabilidade se não optasse por uma política de alianças mais ampla e maleável.

Muita água rolou debaixo da ponte desde a formação do PT, em 1980. Sofreu rachas que resultaram no PSTU e no PSol; não apenas perdeu setores ligados à Teologia da Libertação, como os que lá permaneceram vivem o ostracismo a eles imposto nos dois últimos papados (de João Paulo II e de Bento XVI); amargou as crises do chamado Mensalão e dos "Aloprados", que resultaram não apenas em desgaste popular, mas em perdas de quadros importantes para a dinâmica interna, sangria iniciada na formação do Ministério petista; foi de alguma forma redimido pelo sucesso dos governos Lula, mas para isso teve que pegar carona na popularidade de um líder carismático que detinha o poder do presidencialismo.

O resultado foi um esvaziamento de quadros dirigentes, uma crise interna que se estendeu no tempo, inclusive pela falta de mediadores com o peso de Lula, e uma perda de peso relativo em relação aos demais partidos da base aliada, embora permaneça com uma grande bancada no Congresso.

Essa conjunção de desgraças poderia ter reduzido o partido a pó, à semelhança do que acontece com o desidratado DEM, ex-PFL. Não foi o que aconteceu. Primeiro, porque continua partido do governo - e num sistema presidencialista, isto não é pouco, nem para o PT (embora, por justiça, é preciso lembrar que o partido, desde a sua criação, teve um crescimento eleitoral contínuo, mesmo na oposição, e apenas sofreu uma queda eleitoral em 2006, quando era governo e apesar da reeleição de Lula). Em segundo lugar, porque a sangria de quadros não alterou a realidade de que o partido ainda é o único que dispõe de quadros, não apenas os nascidos de sua organização mas também os originários da esquerda pré-redemocratização.

A vantagem disso é que, mesmo com a proliferação de grupos articulados em torno de líderes paroquiais (isso também existe no PT), prevalece, inclusive numericamente, a ideia de que a organicidade partidária é a grande vantagem de que desfruta em relação aos partidos da base aliada, nas contendas com o governo.

As dificuldades que o governo Lula e o PT enfrentaram a partir de 2005 também colocaram como questão eleitoral para o partido a atração dos movimentos sociais, afastados nos primeiros anos de governo petista, e a inclusão dos setores que ascenderam à sociedade de consumo nesse período graças às políticas de inclusão do governo petista. Se o partido não capitalizar esses setores agora, não conseguirá dividir esse legado com Lula. Ou o perderá para o PSDB, que investe na "nova classe média" partindo do conceito clássico de que esse setor social tem grande tendência ao conservadorismo. O PSDB quer conquistar os setores que emergiram no governo petista pela direita; o PT tenta fidelizá-lo com um discurso mais progressista, para não perder o apoio das classes mais baixas que, se não chegaram às classes médias, ascenderam à sociedade de consumo nos governos petistas.

A defecção de grupos de esquerda e a divisão das responsabilidades de governo com tendências que se desentendiam internamente permitiram o milagre da unidade, num momento de crise em que se apostaria na fatalidade da desunião. A saída de Lula do governo e uma aposta na incapacidade da presidenta Dilma Rousseff nas questões de natureza política reiteravam essa previsão. Não foi tão ruim assim. E, pensando bem, pode ser uma grande chance para o PT encontrar o equilíbrio entre os interesses do partido e as exigências do governo.

O documento do PT, aprovado no encontro, é uma tentativa de resgatar a organicidade política do partido que, depois de oito anos de governo Lula (mais oito meses de Dilma) acabou se conformando como uma mera unidade pró-governo. É uma tentativa de ter suas próprias bandeiras, no suposto de que o partido deve assumir o papel de abrir espaço, na sociedade, para medidas de caráter mais progressista. Entenda-se a manifestação política do Congresso do PT como uma tentativa de sair da arena da luta meramente institucional com os partidos aliados e ganhar a opinião pública para suas bandeiras. Por enquanto, o único mérito é tentar retomar o seu papel de intelectual orgânico. Será um grande mérito, contudo, se conseguir levar essa missão a bom termo.

(*) Colunista política, editora da Carta Maior em São Paulo.
No http://www.cartamaior.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=5187

7 de Setembro - Por amor ao Brasil, PSDB e DEM nunca mais!






No http://www.conversaafiada.com.br/politica/2011/09/06/ines-nassif-congresso-do-pt-deixa-o-ar-entrar/

7 de Setembro - Ou nós, Povo Brasileiro, nos livramos dos grilhões da corrupção ou ...


Por 265 votos a 166, Câmara absolve deputada Jaqueline Roriz

Deputada foi flagrada recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM.
Em votação secreta, parlamentares rejeitaram relatório que pedia cassação.

 No http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/08/por-265-votos-166-camara-absolve-deputada-jaqueline-roriz.html

7 de Setembro - Salve Lula! Salve Dilma! Salve o Povo Brasileiro! Salve o PT!


No http://aposentadoinvocado1.blogspot.com/

7 de Setembro - Pela liberdade de informação, perversamente negada ao Povo Brasileiro

A Mídia está com medinho? Pede prá sair, ora essa...

O documento final do 4º Congresso Nacional do PT, Partido dos Trabalhadores, defende um marco regulatório para as comunicações, com propostas de regulamentação de artigos da Constituição que proíbem a propriedade cruzada e a formação de oligopólios. Além disso, o texto é contra as concessões de emissoras de rádio e TV para políticos. Este é, em síntese, um resumo do texto que em nenhum momento questiona ou investe contra a liberdade de imprensa prevista na Constituição em vigor. Por que o noticiário que lemos todos os dias dá impressão tão diferente? Estão tentando esconder o que realmente o documento estabelece e tendo a ousadia de inventar o que o documento não diz. O texto não mexe com a liberdade de expressão, direito estabelecido na Constituição da República, assim como não prevê terremotos às segundas, quartas e sextas.

Os veículos de informação e até entidades conceituadas como a Ordem dos Advogados do Brasil, OAB, no entanto, estão repetindo inverdades. Com que objetivo? Enganar os cidadãos que não estão atentos? Manter intocáveis oligopólios proibidos na Constituição mas que existem no setor? Forçar a barra para que os donos passem a ser vistos como vítimas inocentes do PT?
Essa história de atribuir ao partido decisões que nunca estiveram previstas em seus documentos tem a finalidade equivocada de sempre: assustar o povo brasileiro. E o único sentido dessa desinformação perversa é tentar impedir que o Estado deixe de ser uma máquina de privilégio dos atuais donos do mercado para se transformar em um centro de prestação de serviço à população.
A verdade é que a grande mídia não aprendeu nada e segue praticando o jornalismo do medo. E pensar que se dizem democratas... Serão? Se fossem, aceitariam o debate sobre as comunicações no Brasil.
Todas as forças democráticas lutaram pela abolição da censura. E hoje vão à luta para distinguir o interesse geral da população dos interesses dos grupos beneficiados por concessões de rádio e televisão. Esse é um fato que se sobreporá à velhacarias da mídia tradicional, que pretende manter seus privilégios indefensáveis. A regulação da mídia é necessária e é uma obrigação inscrita em nossa Constituição.
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com/

7 de Setembro em um Brasil cada vez mais livre

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Dica de filme: PLANETA DOS MACACOS, A ORIGEM

CRÍTICA: PLANETA DOS MACACOS, A ORIGEM / Viva a (r)evolução

A Terra A.C. (Antes de César, o macaco brincando no parquinho)

Gostei muito de Planeta dos Macacos: A Origem, e fico na expectativa para todo o renascimento da franquia que virá. O filme original de 1968 (terrivelmente refilmado por Tim Burton em 2001) é um clássico totalmente camp (o que é aquela humana ― chamada de “fêmea” ― que passa o filme todo encarando o Charlton Heston sem camisa?) mas com boas intenções: mostrar um mundo em que os humanos são tratados como animais irracionais e, assim, escravizados, expostos em zoológicos, usados para experimentos científicos... Pra tragédia ficar completa, só faltaria sermos usados como alimento de uma espécie superior (se você estivesse aqui do meu lado agora, sentiria o meu cotovelo na sua barriga, de leve). Todo esse mal-estar da civilização se mantém nas quatro sequências posteriores, todas dos anos 70. E volta agora com tudo nesta espécie de prequel (que na realidade é baseado no quarto filme, de 1972, Conquista do Planeta dos Macacos, sem ser oficialmente um remake).
Em Origem, somos completamente (parafraseando Crepúsculo) team monkey. Torcemos pelos símios, que parecem mais humanos (como se isso fosse elogio!) que os originais de fábrica. O protagonista é o James Franco (o bonitão que foi tão mal como apresentador do Oscar, mas que estrelou, como bem descreveu um rapaz, “aquele filme angustiante sobre o sujeito que cai num cânion, fica com o braço preso sob uma rocha e passa 127 horas sem internet”). Ele faz um cientista que tem como pai o John Lithgow (adoro o John desde O Mundo Segundo Garp, em que ele faz uma travesti, e ele tá inesquecível como o passageiro que vê um monstrinho destruindo a asa do seu avião no melhor episódio de Twilight Zone), que por sua vez tem Alzheimer. Essa é a senha pra gente perdoar tudo que James faz de errado ― é tudo em nome do pai. Ele até leva um chimpanzé bebê super fofinho pra casa pra fazer companhia pra ele. Só que não é um chimpanzé de verdade, ou uma pessoa vestida de primata. Incrível que todos os macacos do filme sejam computadorizados, algo aplaudido pelas organizações que são contra explorar animais para o entretenimento humano. Normalmente não sou grande fã de animais computadorizados (eles sempre me parecem artificais, rápidos e perfeitos demais), mas estes estão ótimos quase sempre. Principalmente o Andy Serkis (que interpretou o Gollum em Senhor dos Anéis e o Kong, King Kong em... você sabe), que faz César, o macaco principal. Andy está tão fantástico que podem querer indicá-lo pro Oscar de coadjuvante, e aí vai ser um problemão: um ator cujo rosto nem aparece na tela pode concorrer?
Como em outras espécies próximas, César fica bem chatinho quando chega à adolescência (é brincadeira, tá? Sempre me dei bem com adolescentes). Lembro que em algum filme da série Planeta a cientista símia recomenda que um macaco não adquira um humano teen, fonte certa de complicações. Pra mim o César é bem assustador porque a gente vê sua mãe ficar zangada, e ela é perigosa. A gente espera que a agressividade dela vai aparecer nele, e durante um tempo essa é uma boa fonte de suspense. Quer dizer, pelo que li, todo mundo achou terna aquela cena em que César pega o garfo da mão do John. Menos eu! Eu pensei que aquele macaco teen fosse se rebelar bem naquela hora, e com um garfo na mão!Por falar na mãe de César, há apenas duas fêmeas na história inteira, e ambas aparecem pouco. A primeira é a mamãe, a primata que dá à luz nosso herói, e é morta por protegê-lo. A outra é a veterinária (sua profissão é um detalhe) e namorada do James, a Freida Pinto (Quem Quer Ser um Milionário?), que é linda e tal, mas parece ter quinze anos. Freida está lá pra pegar no pé (moralmente falando) do James. E, sei lá, pra justificar que César, do nada, apareça de calça comprida? Pra que um macaco, que já é peludo, precisaria de roupinha?
A gente não sabe por que diabos César se veste, ou de quem é a ideia de jerico que ele precise cobrir suas partes pudentas. Não sabemos se essa é uma imposição de Freida, James, ou do próprio César. Ou da sociedade, que nem é assim tão vilã. A maior vilã do filme é uma empresa farmacêutica que só pensa nos lucros (como em O Jardineiro Fiel). É a ganância da indústria, e os testes anti-éticos com cobaias, que serão o estopim pro desastre que vem no filme. Bem diferente de Extermínio, em que defensores de animais são os responsáveis pelo apocalipse. Outros vilões em Origem são o exército e a polícia, sempre doidinhos pra reprimir qualquer insurreição dos oprimidos, e um sádico tratador de animais. Não há macacos malvados, apenas macacos não muito inteligentes. Mesmo quando eles brigam por território no abrigo ― que, a julgar pela ausência de fêmeas, deveria se chamar Planeta dos Macacos Machos ―, eles não fazem por mal. César é um líder altruísta, que prefere ficar entre os seus que voltar a ser o bicho de estimação paparicado e protegido de um humano. Ele é Spartacus. É muito comovente quando os primatas decidem enfrentar os humanos, ao invés de fugir apavorados (como acontece no início do filme). E quando uma história tem revoltas e revoluções, meu coraçãozinho vermelho sempre palpita pelos guerreiros de esquerda.
A franquia tem tudo pra ser fascinante. Aguardo ansiosa o próximo filme. Primeiro porque, imagino, haverá mais menções à epidemia (um vírus que mata humanos, não símios), e eu adoro histórias de epidemia. Depois que vai ser interessante mostrar como os humanos perdem sua posição de bambambans do universo. Também espero que novos filmes da série expliquem como primatas que no princípio só querem algum tipo mínimo de igualdade se transformam em bichos autoritários, supersticiosos e militaristas, tão parecidos com um outro bicho aí que conhecemos tão bem.

No http://escrevalolaescreva.blogspot.com/

"Afinal de contas, e pense rápido, o que é pior: o “titio” que está sempre no bar “pegando todas” com um copo de cerveja e um sorrisão no rosto (com uma camisa havaiana, óculos de sol, na beira de uma piscina, quase um Lolito), ou a “titia”, a um passo da depressão da passividade?"

GUEST POST: AS MULHERES REALMENTE PODEM SE CASAR?

Carola é professora do Ensino Fundamental, e decidiu escrever o texto abaixo quando uma ex-aluna lhe confessou estar indecisa acerca de uma proposta de casamento "um tanto quanto desesperada (de ambos os lados)". Seu questionamento, muito interessante, é até que ponto nós mulheres somos livres para nos casar, sendo que o convite raramente parte da gente.

Escrevo, Lola, escrevo. Escrevo para perguntar: será que as mulheres podem realmente se casar? Quanto mais penso em cima deste assunto, vejo que não, que elas não podem se casar. O que a mulher, em nossa sociedade machista e arraigadamente machista pode fazer é responder que “sim”, que “não” e, quando muito, que “talvez”. Esta tríade de possibilidades dá a falsa impressão de que as mulheres estão livres para bater suas asas, ao contrário de um passado extremamente distante, e escolher seus maridos com um livre arbítrio pujante. Esquecem, porém, de dizer que o livre arbítrio em nossa sociedade é intrinsecamente vinculado apenas à resposta, não também à pergunta.
Em outras palavras, se a mulher pode responder de três formas diferentes (formas estas que abrangem todas as possibilidades de resposta -– ainda que isto não seja o suficiente, como veremos), ela possui realmente toda a abrangência nas questões matrimoniais? Não, pois estamos nos esquecendo de metade da equação: a pergunta. A mulher em nossa sociedade não pode perguntar, ela pode apenas responder –- a velha história da figura da mulher como ser passivo guiado (me desculpem se a comparação é rude, mas é o que ocorre) como um cavalo -– ou como Brás Cubas em cima do menino Prudêncio.
Durante os séculos de perpetuação do galanteio exclusivamente masculino e da passividade retórica feminina, a mulher, aquela princesa trancafiada no castelo, está presa na liberdade de poder responder e apenas responder ao cavaleiro que a espera embaixo em seu cavalo branco. Se antigamente -– que não está tão envelhecido de nós -– a mulher não tinha nem esta possibilidade de resposta, hoje ela ainda não possui toda a completude da situação. Afinal de contas, se em nossa sociedade apenas o homem “pode tomar uma ação”, se apenas o homem “pode pedir em casamento / pedir a mão”, como as mulheres podem ter pleno controle?
Se dizem que “sim”, entramos em uma infinitude de questões separadas, que vão desde a diferença entre o divórcio possivelmente futuro sob a ótica de para um homem e de para uma mulher (“vamos beber até cair e pegar umas”; “você não devia ter dito que sim!”) até o eterno medo de virar “titia”. A figura da “titia” é um fantasma que paira sob a cabeça de mulheres e mais mulheres, como se ser “titia” fosse o pior dos fardos. Quantas mulheres não se casam para não virarem “titias” e, por consequência desta atitude destrambelhada, sofrem na mão de crápulas -– e sofrem vidas inteiras –- e morrem? O mito da mulher independente, no imaginário machista, só pode ser vinculado com esta tal “titia” que está bebendo nos bares e seduzindo garotões, como se existisse algum crime aí. Beber não é crime, seduzir garotões não é crime -– desde que, é claro, estes garotões sejam garotões etc. Na sociedade machista, a existência de uma mulher independente que simplesmente não precise de um homem para sobreviver é tão absurda quanto a mula sem cabeça -– e é tão execrável quanto. Nas novelas estas mulheres independentes vivem da herança do pai (logo, não trabalham, são ociosas e preguiçosas [“odeio trabalho!”]) e estão sempre em personagens caricatas. No final, convertem-se em mulheres devidamente regularizadas.
E quando se diz que “não”? Entramos logo no fantasma da “titia” que ronda o imaginário destas mulheres sob a fala de inúmeras pessoas: da mãe, que quer que a filha constitua uma família (obrigatoriamente e inevitavelmente constituir uma família, como se isso fosse uma decisão irremediável e que não pudesse ser decidida), do pai, das amigas...
Pra não falar na imagem da “mulher difícil” que se liga também à resposta do “talvez”. Aquela mulher que, por estar decidindo se é isto mesmo que ela quer da vida, se é esta pessoa que ela quer ao seu lado, é condenada como uma futura candidata a “titia” –- e a carregar este fardo horroroso e tremendo...
Sendo assim, se existem pressões sociais e psicológicas (resultados de processos históricos e não do “feminismo malvado que fez com que as mulheres parassem de serem felizes”) por todos os lados que tencionam à resposta do “sim”, destrambelhadamente ou não, como dizer que a mulher possui livre arbítrio? É muito fácil cair nesta resposta simples de liberdade, como se a liberdade fosse uma dimensão alheia ao espaço e ao tempo, como se a liberdade existisse abiogeneticamente, desconectada de tudo. Como se ela não dependesse de uma sociedade e de um pensamento, de uma ideologia de uma sociedade. Numa sociedade que quer respostas prontas e que não está acostumada a pensar –- e que, quando tem seus miúdos grãos que pensam, taxam estes mesmos grãos de “ideologistas” ou seja lá como chamam ou intentam chamar -– é realmente muito comum que qualquer esboço de liberdade seja definitivo e absoluto e que qualquer mudança proponha apenas mudar o quadro belo e harmônico contemporâneo (também conhecido como “os princípios do passado”).
O que devemos pensar, nos perguntar e refletir é: apenas o homem é e deve ser o ser realmente ativo de uma relação? A mulher é um depósito, é um oráculo místico que apenas responde às perguntas passivamente?
Talvez no dia em que a pergunta for pesada da mesma forma que a resposta poderemos ter reflexões realmente livres e libertas –- e não falsamente libertas. Afinal de contas, e pense rápido, o que é pior: o “titio” que está sempre no bar “pegando todas” com um copo de cerveja e um sorrisão no rosto (com uma camisa havaiana, óculos de sol, na beira de uma piscina, quase um Lolito), ou a “titia”, a um passo da depressão da passividade?
 
 
No http://escrevalolaescreva.blogspot.com/